Arquitetura
Nova Sede da Lombard Odier / Herzog & de Meuron

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada às margens do Lago de Genebra, “One Roof”, a nova sede da Lombard Odier reúne 2.000 colaboradores que antes estavam distribuídos em seis locais diferentes na cidade, oferecendo ainda capacidade para até 2.600 pessoas. O edifício adota a transparência e a flexibilidade como princípios de projeto, guiado por dois objetivos principais: maximizar a relação com a paisagem natural e criar espaços internos que incentivem a colaboração. Situado em Bellevue, ao norte do centro de Genebra, o projeto integra o masterplan Champ-du-Château (2017), que inclui um grande conjunto habitacional, um parque e estacionamentos subterrâneos para carros e bicicletas. A área ao redor é predominantemente residencial e marcada por amplas áreas verdes, com proximidade ao Jardim Botânico e ao Quartier des Nations, onde se encontram várias organizações internacionais. O local também se destaca pela excelente conexão com transporte público e pela integração a uma ampla rede cicloviária.


Maximizar a percepção da natureza e da luz natural – As fachadas foram tratadas de forma uniforme, sem diferenciação entre frente e fundos. Totalmente envidraçado e transparente, o edifício potencializa a percepção do grand paysage — o lago, as montanhas e as áreas verdes ao redor. Um átrio central, semelhante a um cânion e ladeado por salas de reunião, garante que a luz natural alcance até as áreas mais profundas do edifício.

Colaboração e Comunidade – Os espaços de trabalho oferecem diversidade, equilibrando privacidade e foco individual com atividades coletivas. Áreas comuns incluem dois espaços colaborativos de pé-direito duplo e um restaurante voltado para o Lago de Genebra, cujas vistas podem ser desfrutadas por todos os usuários — seja em reuniões, no trabalho diário ou em momentos de contemplação. Esses ambientes se conectam com áreas dedicadas a clientes, como salões distribuídos em dois andares com vista para o lago. Um auditório iluminado por luz natural, inspirado em um anfiteatro grego, abre-se para o jardim. O espaço acomoda mais de 500 pessoas, com assentos individuais na parte frontal que gradualmente dão lugar a arquibancadas com mesas integradas na parte posterior, criando um ambiente flexível que pode ser usado para encontros informais quando não há eventos maiores. O edifício também inclui uma academia, oferecendo oportunidades de atividade física, aulas de yoga e bem-estar durante o expediente. Há ainda diversas opções para refeições e pausas: um bistrô na entrada, um restaurante no primeiro andar, uma cafeteria no sexto andar com amplos terraços, além de cantos de convivência espalhados pelos espaços colaborativos. Duas cozinhas profissionais atendem a essas áreas — ambas também com vista para o lago, um privilégio incomum para espaços tradicionalmente de bastidores.

Um Edifício que Respira – A arquitetura é marcada por lajes finas e curvas que se projetam em balanço, fornecendo sombreamento passivo às fachadas envidraçadas e criando varandas externas cobertas para uso de funcionários e clientes. As curvas não se sobrepõem de forma rígida: os contornos variam, e os terraços se orientam e dimensionam de acordo com os programas adjacentes — o edifício literalmente respira. Colunas brancas e esbeltas sustentam os balanços e se misturam a outros elementos verticais, como calhas de águas pluviais e guias para cortinas têxteis de sombreamento. Essas soluções reduzem reflexos no vidro e, junto às bordas recuadas das lajes, reforçam a leveza do conjunto.


Uma Topografia Interna – No interior, as lajes se transformam em rampas ou escadas, promovendo conexões fluidas entre os pavimentos. Essa “topografia interna” é mais evidente ao redor do grande auditório, onde os degraus curvos avançam em direção ao jardim rebaixado, transformando-se em um teatro ao ar livre. Em pontos específicos, recortes nos pisos criam espaços de múltiplos níveis, como no átrio principal ao norte e nas áreas colaborativas voltadas para o lago. As irregularidades da arquitetura remetem a formas encontradas na natureza.

Sustentabilidade – A sustentabilidade é um eixo central do One Roof em todas as suas dimensões. No campo ambiental, destacam-se o uso de materiais locais, concreto reciclado para a fundação, sistemas de coleta de águas pluviais para irrigação e sanitários, além de mais de 700 m² de painéis solares no telhado. Os balanços profundos reduzem a insolação direta e a necessidade de refrigeração, enquanto o sistema GeniLac utiliza a água do Lago de Genebra para aquecimento e resfriamento. A localização estratégica — junto a uma estação ferroviária — somada a bicicletários completos e estações de recarga para veículos elétricos, reforça o conceito de mobilidade sustentável.

A sustentabilidade econômica é garantida por um projeto flexível: a malha regular de pilares e a circulação vertical permitem que os espaços internos sejam facilmente reconfigurados, seja para a evolução da empresa ou para a locação a múltiplos inquilinos. Já a sustentabilidade social valoriza o bem-estar humano: a abundância de luz natural em todos os andares, as vistas panorâmicas e os espaços de convivência incentivam colaboração e encontros informais. O centro fitness e a proximidade com o lago promovem atividades esportivas, complementadas pela diversidade de restaurantes e pelo jardim. Ao reunir todas as operações de Genebra sob um único teto, o One Roof otimiza a pegada de carbono da instituição, fortalece a identidade organizacional e cria um ambiente de trabalho inspirador. O edifício busca três certificações de sustentabilidade: SNBS Platina, Minergie-P e BREEAM Outstanding.


Citações – “A nova sede da Lombard Odier é incomum tanto em suas dimensões quanto em seu desenho. Do lado de fora, o edifício lembra um mille-feuilles, com lajes horizontais e formas irregulares; tudo parece flutuar em meio a uma floresta de colunas brancas. Do interior, as fachadas envidraçadas abrem vistas para o lago, às vezes até para o Mont Blanc. É uma arquitetura que se abre para fora — para a paisagem, para a comunidade, para os clientes — e também para dentro, ao reunir todos sob um mesmo teto.” — Jacques Herzog

“O One Roof tem um significado especial para nós, pois é o primeiro projeto do escritório na Suíça francófona — e, para mim, também tem um sentido pessoal. Criamos essa nova sede para reunir colaboradores que antes estavam espalhados por diferentes locais, a maioria no centro histórico de Genebra. Eles agora fazem a transição de um contexto urbano centenário para um local quase intocado às margens do lago. Com sua presença arquitetônica elegante, a sede ancora a Lombard Odier na região de Genebra, mantendo forte conexão com o centro da cidade por meio do transporte público.” — Pierre de Meuron

“Dentro do One Roof, revela-se uma sequência de espaços diversos. Os colaboradores decidem por si mesmos onde e como querem trabalhar. Esse grande edifício favorece tanto a concentração quanto a interação — em salas de reunião, nos espaços colaborativos com vistas magníficas para o lago, em um dos restaurantes ou até mesmo no auditório, onde áreas informais se abrem para o jardim. Uma academia complementa a oferta, e a proximidade com o lago é outro atrativo para os intervalos. As áreas destinadas a clientes são discretamente integradas, também voltadas para o lago, aproveitando a paisagem.” — Christine Binswanger

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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