Arquitetura
NPK Mármores celebra inauguração da Casa NPK como espaço de design, inspiração e conexão com materiais nobres | Marcas Parceiras
A alameda Gabriel Monteiro da Silva acaba de ganhar mais um destino para profissionais e apaixonados por arquitetura, design e decoração: trata-se da Casa NPK, nova loja conceito da NPK Mármores, inaugurada na última quinta-feira, 30 de outubro. Instalado no número 2460 de uma charmosa casa dos anos 1960, o espaço apresenta um showroom que celebra a versatilidade e o alto padrão da coleção de materiais da marca.

Com 30 anos de história – 25 deles em São Paulo –, a NPK realiza uma seleção criteriosa de rochas naturais em diversas jazidas pelo mundo, e se tornou referência no segmento de rochas naturais, com mais de 50 variedades em sua coleção. Para celebrar o aniversário, a marca convidou oito nomes do design brasileiro para transformarem o interior da residência de 500 m². Os responsáveis pela empreitada foram Sig Bergamin e Murilo Lomas (lounge terraço), Debora Aguiar (living), Marina Linhares (biblioteca), Paulo Azevedo (lavabo superior), SUITE Arquitetos (bar da piscina), Bossa Arquitetura (lavabo inferior), VOA Arquitetura (vitrine galeria) e Shinagawa Arquitetura (lavabo externo). A ideia – inovadora para o segmento – é fazer com que os visitantes se aproximem da coleção a partir de um lar, ou seja, os materiais aparecem aplicados, tangibilizando sua estética e sensorialidade.
A reforma foi capaz de preservar a essência do edifício – a porta de madeira maciça, o piso de taco de peroba rosa, os arabescos de serralheria e a numeração em metal original da casa, que virou decoração –, ao mesmo tempo em que evidenciou uma estética contemporânea. A área externa recebeu uma piscina revestida de Travertino, criando uma conexão fluida entre interior e exterior. “Desde 1993, a NPK conecta materiais naturais e revestimentos exclusivos à arquitetura e ao design. A Casa NPK nasce para traduzir nossa história, nossa curadoria e a essência do que acreditamos”, afirma o diretor da NPK Mármores, Eduar Merhy Neto.

A materioteca é outro destaque: localizada no piso superior da casa, apresenta uma curadoria de materiais em parceria com indústrias italianas ícones do design de revestimentos, como madeiras da linha NPK Wood, da Listone Giordano, produzidas com carvalho 100% francês beneficiado na Itália. A linha conta com coleções assinadas por nomes como Paola Lenti, Patricia Urquiola e Piero Lissoni, e terrazzos sem resina da Agglotech. O espaço também marca o lançamento da linha NPK Bricks, que traz o trabalho artesanal da centenária Forneria S. Anselmo, referência italiana em tijolos feitos à mão.
No piso térreo, além da coleção completa de rochas naturais, há uma sala exclusiva dedicada à linha NPK Tech, com os revestimentos tecnológicos da indústria italiana Atlas Plan.
Casa NPK de portas abertas
NPK Mármores celebra inauguração da Casa NPK como espaço de design, inspiração e conexão com materiais nobres

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Living por Debora Aguiar — Foto: Mortatti Studio

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Lavabo por Bossa Arquitetura — Foto: Mortatti Studio
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Vitrine por VOA Arquitetura — Foto: Mortatti Studio

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Lavabo por Shinagawa Arquitetura — Foto: Mortatti Studio
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Biblioteca por Marina Linhares — Foto: Mortatti Studio
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Lounge por Sig Bergamin + Murilo Lomas — Foto: Mortatti Studio

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Lavabo Paulo — Foto: Mortatti Studio
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Mobiliário da Materioteca por Jayme Bernardo — Foto: Mortatti Studio

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Mobiliário da Materioteca por Jayme Bernardo — Foto: Mortatti Studio
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Conheça os ambientes
Logo na entrada, a vitrine da VOA Arquitetura coloca Travertino e Ônix Blue como obras de arte funcionais. Em seguida, o visitante é recebido pelo living de Debora Aguiar, onde a imponente lareira de mármore Aman Grey se conecta com o piso trabalhado na mesma pedra. Ali, a estante de Ônix Bianco é atravessada pela iluminação indireta. A piscina de Travertino se liga ao bar da SUITE Arquitetos, cujo piso recortado foi feito com os mármores Rosso Alicante, Botticino, Diano Reale e Limestone Vermont. A mesa com forma orgânica foi feita à base de Travertino Corss Cut e mármore Rosso.
No térreo, o lavabo da Bossa Arquitetura combina o mármore Branco Galaxy ao terrazzo italiano Lido Escovado. A marcenaria curva de Limestone Monclair tem acabamento frisado e segue a paleta de tons do piso de mármore Aman Grey. A Shinagawa Arquitetura explora as variações de texturas, o impacto estético e a versatilidade dos revestimentos tecnológicos Atlas Plan, que estão no piso, nas paredes e no móvel multifuncional que integra bancada, prateleira e aparador suspenso.

No andar superior, o lounge-terraço de Sig Bergamin e Marcelo Lomas combina cores vibrantes e tons terrosos, com lareira de Rosso Alicante e mesas feitas de Verde Alpi Levigado integradas ao terraço por um piso cinza tecnológico. Ao lado, a biblioteca de Marina Linhares se destaca pela estante de Travertino Silver, com ripados de Ônix Blue e tampo da mesa feito de Ônix Âmbar.
O piso listrado do lavabo de Paulo Azevedo foi feito com os mármores Verde Guatemala (que também surge na cuba) e Ocean Grey, refletindo o olhar sensível do arquiteto: “Gosto de misturar pedras. Acho que isso é um tabu que pode ser quebrado”. Encerrando o percurso, Jayme Bernardo assina por meio de sua marca, DIEEDRO, o mobiliário da materioteca. As mesas de centro, feita de mármore branco Atena, e lateral, de mármore branco italiano Arabescato Corchia, ganharam um toque de Travertino na junção dos tampos com os pés. “Gosto muito da proporção da arquitetura, e sempre uso nos meus mobiliários. Por aqui, eu quis trabalhar a pedra, mas de uma forma que ficasse super leve, por isso brinquei com os formatos dos pés das mesas e do tampo”, conta ele.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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