Tecnologia
OpenAI disponibiliza controle de pais no ChatGPT a partir desta segunda (29)
PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – A partir desta segunda-feira (29), a OpenAI disponibiliza controles parentais para o ChatGPT na web e em dispositivos móveis. A implementação havia sido anunciada no início de setembro após uma ação judicial movida pelos pais de um adolescente que cometeu suicídio nos Estados Unidos depois que o chatbot da startup de IA (inteligência artificial) supostamente o treinou sobre métodos de automutilação.
A empresa disse em comunicado que os controles permitirão que pais e adolescentes vinculem contas para garantir mais proteção aos usuários. Segundo a OpenAI, pais poderão definir horários específicos de uso, reduzir a exposição a conteúdo sensível, controlar se o ChatGPT lembra de conversas anteriores e decidir se as conversas podem ser usadas para treinar os modelos da empresa.
Os pais também poderão definir horários de silêncio que bloqueiam o acesso em determinados momentos e desabilitam o modo de voz, bem como a geração e edição de imagens, informou a OpenAI. No entanto, os pais não terão acesso às transcrições das conversas dos adolescentes, acrescentou a empresa.
Em casos raros em que sistemas e revisores treinados detectam sinais de um risco sério à segurança, os pais podem ser notificados apenas com as informações necessárias para dar suporte à segurança do adolescente, disse a OpenAI.
A OpenAI acrescenta que contas de adolescentes vinculadas a de seus pais terão automaticamente mais proteções, como redução de conteúdo gráfico, desafios virais, interpretação de papéis sexuais, românticos ou violentos e ideais extremos de beleza. Os pais podem desativar essa configuração, mas os usuários adolescentes não.
A empresa também anunciou que está construindo, para os próximos meses, um sistema de previsão de idade que ajudará a prever se um usuário tem menos de 18 anos para que o ChatGPT aplique automaticamente configurações adequadas para adolescentes.
“Este é um passo importante, mas nosso trabalho não está concluído. Continuaremos a investir em recursos que ajudem pais e adolescentes a usar o ChatGPT com segurança e confiança, e compartilharemos nosso progresso”, diz o comunicado da OpenAI.
Os reguladores dos EUA estão monitorando cada vez mais as empresas de IA em relação aos potenciais impactos negativos dos chatbots. Em agosto, a Reuters noticiou que criações de IA da Meta permitiram conversas “sensuais” de bots com crianças.
A Meta também anunciou novas proteções para adolescentes em seus produtos de IA no mês passado. A empresa disse que treinará os sistemas para evitar conversas que envolvam temas amorosos e discussões sobre automutilação ou suicídio com menores, além de restringir temporariamente o acesso a certos personagens de IA.
COMO UTILIZAR
A empresa afirmou que para configurar os controles parentais, um pai ou responsável precisa enviar um convite ao adolescente para conectar as contas. Depois que o adolescente aceita, o pai pode gerenciar as configurações a partir de sua própria conta. Os adolescentes também podem convidar um pai para se conectar.
Uma vez vinculados, a empresa diz que os pais poderão personalizar a experiência de seus adolescentes no ChatGPT em uma página de controle simples nas configurações da conta. Se um adolescente desvincular sua conta, seu pai será notificado.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Tecnologia
Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026
Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.
Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.
Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.
“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”
Lucros recordes impulsionados pelo iPhone
A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.
Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.
“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.
Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.
A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.
Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.
Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.
Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.
Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.
Leia Também: Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam
Fontes: Notícias ao Minuto
Tecnologia
Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam
Durante séculos, desde que o Sol foi declarado o centro do sistema solar no século XVI, a sociedade manteve a crença de que qualquer objeto orbitando a estrela brilhante seria considerado um planeta. De Mercúrio a Plutão, todo corpo celeste considerado grande o suficiente foi incluído nessa categoria.
Mas, com o tempo, essa categorização tornou-se confusa, especialmente à medida que ficou claro que nem todos os “planetas” são iguais. A astronomia mudou significativamente desde então, e até mesmo Plutão viu seu status de planeta rebaixado a um mero planeta anão. Mas o que exatamente é isso? E o que é necessário para que um planeta seja incluído nessa categoria? Clique nesta galeria para descobrir.
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