Presidente do TCU diz, no entanto, que não é necessário reduzir a carga para melhorar a eficiência do sistema tributário, embora seja desejável
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, avaliou, nesta segunda-feira (29), que a redução da carga tributária virá com o tempo, com a eficiência e a transparência da nova reforma tributária.
“Os cidadãos vão se conscientizar que as isenções fiscais geram aumento de alíquota que todos precisam pagar”, pontuou.
Dantas frisou, no entanto, que não é necessário reduzir a carga tributária para melhorar a eficiência da reforma, embora seja desejável.
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O presidente do TCU ressaltou a previsão de revisões a cada cinco anos das isenções e regimes diferenciados, e disse que, a partir de estudos, elas vão permitir ao Congresso rever isenções fiscais ineficientes.
“É uma decisão crucial que precisa apontar para o nosso futuro”, disse. “A isenção tributária precisa necessariamente estar vinculada à política pública”, afirmou Dantas, que defendeu que o País se concentre em apoiar isenções que podem aumentar a produtividade, as que beneficiam a ciência, inovação e tecnologia.
Dantas participou de seminário sobre a reforma tributária e a indústria promovido pela Fiesp.
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Leia a cobertura completa do evento na Fiesp: