Arquitetura
Renovação do Pavilhão 13 / FORMA architectural office

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Pavilhão 13, um antigo pavilhão de exposições da era soviética em Kiev, reabre ao público após uma reforma conduzida pelo escritório de arquitetura ФОРМА (FORMA), comissionado pela RIBBON International. A renovação, liderada por Iryna Miroshnykova e Oleksii Petrov — sócios da ФОРМА e cofundadores da iniciativa cultural ucraniana Pavilion of Culture —, junto com Sasha Andrusyk, Olga Balashova, Lizaveta German, Victor Glushchenko e Maria Lanko, marca um momento importante na preservação do patrimônio arquitetônico da Ucrânia. O programa de reabertura conta com uma intervenção site-specific do artista berlinense Sam Lewitt, intitulada Шубін (SHUBIN), parte de uma série de exposições e instalações ambiciosas previstas para o Pavilhão 13.


Шубін (SHUBIN), exibida na abertura em 19 de junho, é fruto de um diálogo de vários anos entre Lewitt e os parceiros da ФОРМА. A obra reflete sobre a relevância contemporânea do Pavilhão 13, que foi originalmente dedicado à mineração de carvão na Ucrânia, explorando temas como representação e recursos, exibição e extração. O título remete a um mito da cultura mineira do leste ucraniano, onde o nome “Shubin” designa o “fantasma das minas”. A contribuição de Lewitt inclui um filme produzido no local, uma instalação em néon na fachada do edifício e réplicas escultóricas do mobiliário expositivo original. Simultaneamente, acontece o ciclo de conversas e exibições “Shubin Talks”, coorganizado com a pesquisadora Maria Noschenko e a editora Kateryna Khimei.

A reabertura celebra uma fase crucial da reforma contínua do Pavilhão 13, liderada pela ФОРМА, escritório responsável pelo pavilhão ucraniano na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023. O espaço está sendo restaurado e adaptado para se tornar uma sede permanente para exposições e projetos culturais. As obras recentes incluíram a limpeza completa do pavilhão, restauração e vedação da fachada, substituição de janelas, modernização da iluminação e dos sistemas de utilidades, além de acabamentos internos, reparos essenciais e paisagismo. O edifício é composto por um volume envidraçado de 1.296 m², com colunas estruturais expostas e sistema de caixilhos de aço. Sua base é um pedestal externo sobre o qual repousa o hall de exposições. Um núcleo cilíndrico no centro da edificação abriga uma rampa em espiral que leva ao subsolo, onde há uma maquete em escala real de uma mina de carvão. Inaugurado em 1967, o Pavilhão 13 fazia parte do Complexo Nacional de Exposições da Ucrânia (VDNG), em Kiev. Com projeto do arquiteto SS Pavlovsky, sob o Instituto Zonal de Pesquisa e Projeto de Kiev (Kyivzndiep), o pavilhão foi criado para apresentar os avanços da indústria carbonífera. Como reflexo das políticas de desestalinização de Nikita Khrushchev, a arquitetura stalinista foi condenada por seu excesso decorativo e ecletismo — considerada “formalista e burguesa”. Assim, uma nova fase de arquitetura cívica no estilo internacional racionalizado teve início na URSS, e o Pavilhão 13 é expressão desse período.

No início dos anos 2000, o Pavilhão 13, como boa parte do complexo VDNG, deixou de cumprir sua função original, refletindo um esvaziamento mais amplo da infraestrutura cultural soviética na Ucrânia pós-independência. Ainda assim, seu valor como exemplo do legado arquitetônico soviético permaneceu. Em 2020, foi fundado no local o Pavilion of Culture, um espaço voltado a experimentações artísticas, pesquisas e eventos públicos. “Essa reforma finalmente nos permitiu olhar com atenção para o edifício em si — aquele onde começou a história do Pavilion of Culture, em 2020. Naquela época, iniciamos com a tarefa mais simples: remover a tinta branca que cobria os azulejos originais. Trabalhar com o patrimônio modernista exige desfazer camadas de intervenções, adaptações e rearranjos, para revelar a estrutura limpa, autêntica — sua lógica espacial, layout e funções originais.

Trata-se de encontrar formas relevantes de interagir com esse tipo de arquitetura. Em todo o mundo, surge a mesma pergunta: o que fazer com os edifícios do passado, e como adaptá-los às necessidades atuais? Com nosso trabalho, queremos mostrar que isso não só é possível, como essencial. É um processo complexo, mas extremamente valioso. Durante a reforma, descobrimos constantemente novos detalhes arquitetônicos que influenciam nossas decisões e redirecionam o curso do projeto. Essa primeira etapa do longo processo de renovação do Pavilhão 13 não foi apenas uma expansão de suas funções, mas também um movimento em direção à sustentabilidade — abrindo caminhos para imaginarmos futuras exposições, eventos e festivais em um espaço originalmente concebido para isso.” — Iryna Miroshnykova, sócia da ФОРМА e diretora do Pavilion of Culture.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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