Arquitetura
Restaurante Zukí Izakaya / Nó Arquitetura

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- Área:
100 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Ceral, Deca, Duratex, INDUSTRIAS MODERNA , Pierini

Descrição enviada pela equipe de projeto. Em um dos bairros mais pulsantes da cidade, em um imóvel que muito se assemelha a um galpão, nasce o Zukí Izakaya, um bar e restaurante dedicado à culinária asiática. O partido arquitetônico nasce da vontade de reverenciar os clássicos botecos japoneses, porém reinterpretando-os sob uma ótica contemporânea: mais contida, sofisticada e livre de excessos.


Do lado de fora, um volume branco e azul, discreto e sem grandes impactos, apresenta apenas a identidade visual aplicada, uma suave textura branca feita na desempenadeira e um pequeno forro de madeira que define o acesso, recepciona o cliente e comunica um pouco da linguagem interna do restaurante.

Ao atravessar a porta, o ambiente se revela em um salão compacto e de leitura imediata, onde madeira, vidro, texturas sóbrias e vegetação dialogam em harmonia. A composição valoriza o essencial e traduz, em materialidade, o equilíbrio que inspira toda a proposta. No centro da cena, o forro de madeira se destaca como elemento protagonista. Suspenso por tirantes metálicos, ele evoca a delicadeza de um origami em suspensão — um corpo que flutua, desafiando o peso da matéria e celebrando a precisão técnica.

Em paralelo, um balcão para seis lugares, inspirado nos izakayas tradicionais, organiza o espaço com simetria, leveza e transparência. O elemento conta com pilares esbeltos de madeira que sustentam uma grande prateleira, que, por sua vez, atravessa o salão, acompanhada por lanternas japonesas e plantas pendentes.


É um elemento arquitetônico multifuncional: setoriza o projeto, emoldura a cozinha ao fundo e abarca toda a estrutura de bar, estoque imediato, expositor de bebidas e caixa. No lado oposto, um delicado jardim de bambus acolhe as mesas de fórmica azul e cadeiras em tom bege, compondo uma atmosfera serena que acompanha o visitante até os fundos do restaurante.

Próximo à entrada, uma divisória em vidro mini boreal protege e define o acesso aos banheiros, evocando os delicados painéis de papel vegetal, uma referência direta à arquitetura tradicional asiática. Os demais espaços abrigam a cozinha, área de produção, lavagem, delivery, estoque seco, dml e vestiário de funcionários, organizados de forma racional e referenciada, com fluxos de trabalho cuidadosamente pensados para otimizar a operação. Zuki é uma representação de arquitetura contemporânea que se contamina de temas que permeiam a cultura asiática milenar: precisão técnica, equilíbrio e tradição.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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