Arquitetura
Salão de Beleza Márcia Leal / Sarturi Gumz Arquitetos

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- Área:
68 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alicante, Pastilhart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto do Estúdio Márcia Leal parte da intenção de construir uma experiência espacial que vai além da função comercial, traduzindo o espaço a partir do uso, das sensações e da relação direta com quem o experiencia. Localizado em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, o salão de beleza ocupa uma sala comercial reformada integralmente para refletir a personalidade autêntica da cliente e criar um ambiente onde o tempo desacelera e o cuidado se manifesta também na forma de estar.


A condição inicial do imóvel apresentava um espaço completamente neutro, vazio e branco, sem referências materiais ou espaciais que contribuíssem para sua identidade arquitetônica. O desafio do projeto esteve em transformar essa neutralidade em um espaço marcante, capaz de atrair, acolher e representar a cliente, ao mesmo tempo em que atendesse às demandas funcionais de um salão operado por uma única profissional. A metragem reduzida exigiu soluções que garantissem integração visual, clareza de fluxos e uma setorização eficiente, sem o uso de compartimentações rígidas.

O conceito do projeto se estrutura a partir da ideia de um salão-casa, traduzido como um espaço de permanência, proximidade e conforto emocional. A proposta valoriza a experiência do usuário, a escala do corpo humano e o percurso como narrativa espacial. O desenho do espaço surge a partir de uma grande mesa central multifuncional, que atua como elemento organizador do projeto — um lugar de pausa e encontro, onde as pessoas se sentem à vontade para sentar, conversar ou tomar um café enquanto aguardam, ao mesmo tempo em que distribui as demais funções do estúdio.

Essa mesa se estabelece como o centro do espaço, orientando os fluxos e promovendo encontros espontâneos. Ao seu redor, as áreas de trabalho, espera, recepção, copa e banheiro se organizam de forma integrada, permitindo que o salão funcione como um todo contínuo, no qual as transições são sutis e a leitura espacial permanece clara.


A materialidade assume papel central na construção da atmosfera sensível do projeto. O piso cerâmico percorre todo o salão e se destaca pela cor e textura, estabelecendo uma base contínua que unifica o espaço. A mesa central em quartzito terracota escovado confere peso, permanência e qualidade tátil, enquanto o cobogó em tijolo ecológico atua como elemento de transição, filtrando visuais e criando jogos de luz e sombra. A escolha desses materiais reforça o caráter atemporal do projeto, priorizando soluções duráveis que envelhecem com qualidade ao longo do tempo. As estruturas existentes tiveram o concreto descascado exposto, reforçando a honestidade dos materiais.

Objetos em madeira, peças antigas e elementos carregados de memória completam o espaço, incorporando referências pessoais da cliente e fortalecendo a identidade do estúdio. O resultado é um salão construído a partir da experiência, da materialidade e do uso, onde arquitetura, trabalho e acolhimento se sobrepõem para criar um ambiente singular, sensível e conectado à experiência de quem o vivencia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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