Arquitetura
Serviços Sanitários do Parque Metropolitano / tactic-a

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- Área:
144 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Como materializar um sanitário que responda verdadeiramente às condições de nossas cidades, aos nossos hábitos cotidianos e às nossas formas de ocupar e habitar o espaço público?


Se compreendermos os parques — especialmente aqueles de escala metropolitana — como grandes condensadores sociais, reconhecemos neles o potencial de equilibrar o acesso ao lazer, ao espaço comum e ao contato com a natureza. São territórios onde hierarquias se diluem e onde a cidade se torna mais horizontal, democrática e acessível. Nesse contexto, os sanitários deixam de ocupar um papel secundário para assumir a condição de infraestrutura essencial: o ponto em que a ideia de cidade pode se materializar como direito, como expressão concreta de cuidado e responsabilidade coletiva.

O projeto foi estruturado a partir de três objetivos claros e complementares. O primeiro é a acessibilidade, entendida como a capacidade real de ampliar o espectro de usuários e promover inclusão, higiene e conforto ambiental sem distinções. O segundo é a eficiência operacional, orientada a assegurar limpeza cotidiana, durabilidade e manutenção simplificada, considerando um cenário de uso intensivo e desgaste inevitável. Por fim, o terceiro objetivo é a criação de um sistema modular, apto a se repetir estrategicamente em diferentes pontos do parque, construindo identidade por meio de uma linguagem arquitetônica coerente, contínua e facilmente reconhecível no território.


O resultado é um dispositivo neutro, porém significativo — uma arquitetura silenciosa que não pretende se impor, mas sim, se enraizar no lugar. Trata-se de uma peça que busca dignificar o cotidiano e resistir ao tempo, afirmando-se por meio de uma presença sóbria, robusta e resiliente.


O sanitário se configura como uma caixa de concreto incrustada na vegetação, estabelecendo um diálogo direto com a paisagem imediata. Dois blocos são articulados por um hall central que reúne lavatórios e espelho, favorecendo o controle visual e social do espaço. Entre a parede e a cobertura, uma faixa perfurada permite ventilação cruzada e entrada de luz natural, reforçando a sensação de abertura, conforto e segurança.


Mais do que atender a uma necessidade básica, o projeto propõe uma reflexão sobre a infraestrutura pública como um gesto de dignidade. Um exercício de escala mínima, mas de máxima intenção: construir, a partir do elementar, uma arquitetura capaz de tornar visível a possibilidade de uma cidade mais justa, mais habitável e mais humana.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Testarossa une herança italiana e jeitinho brasileiro em drinques nada óbvios e ambiente para se admirar
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
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