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Tour de barco pelo Rio Chicago: conheça a arquitetura dos principais arranha-céus da cidade

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Se Chicago fosse um filme, a água seria uma das personagens principais. O Rio Chicago, que deságua no Lago Michigan, é o fio condutor da arquitetura da cidade, com arranha-céus históricos e contemporâneos crescendo às suas margens e formando um skyline como nenhum outro.Sendo assim, para quem deseja conhecer mais sobre a timeline dos edifícios de Chicago, um tour de barco é uma excelente alternativa.

O Chicago Architecture Center opera o Chicago Architecture Boat Tour a bordo do First Lady, um percurso guiado que navega pelas águas do rio com explicações sobre cada prédio.

História da arquitetura dos arranha-céus em Chicago

Tour de barco pelo Rio Chicago: conheça a arquitetura dos principais arranha-céus da cidade
(J. L. Le Beau/Wikimedia Commons)

Chicago é a “inventora” dos arranha-céus. Esse pioneirismo, contudo, nasceu de uma tragédia. Um catastrófico incêndio em 1871, conhecido como The Great Chicago Fire (O Grande Incêndio de Chicago) destruiu mais de 9 km² da cidade e deixou mais de 100 mil pessoas sem casa.

Tour de barco pelo Rio Chicago: conheça a arquitetura dos principais arranha-céus da cidade

Diante da necessidade iminente de reconstrução, arquitetos e engenheiros começaram a testar novas formas de projetar e erguer prédios. As tecnologias recentes, como o elevador e as estruturas em aço, abriram as portas para novos horizontes construtivos, em direção aos céus.

Estilos arquitetônicos

Em linhas bastante gerais, no passeio pelo Rio Chicago, é possível encontrar prédios que seguem esses estilos e movimentos arquitetônicos.

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  • Ecléticos: o estilo eclético floresceu no final do século 19 e mistura elementos de várias épocas e países por meio de ornamentação. Ainda que esteticamente conversem com o passado, em termos construtivos, já absorviam os avanços e inovações, como as estruturas metálicas e vidro.
  • Modernos: erguidos após a Primeira Guerra Mundial, a ideia dos edifícios modernistas era criar uma arquitetura racional, desprovida de ornamentações, com as técnicas construtivas e materiais mais avançados naquele momento: o vidro, o aço e o concreto. Os prédios são popularmente chamados de “caixas pretas” (black box modernism), já que o objetivo era criar uma arquitetura internacional, cujas formas funcionariam em qualquer lugar.
  • Déco: erguidos também no pós-Primeira Guerra Mundial, os edifícios Déco trouxeram uma reinterpretação da arquitetura moderna com alguma ornamentação sóbria (o nome “déco” vem de “decoração”). Essas ornamentações podem ser de várias naturezas, as mais comuns são as formas geometrizadas, às vezes com referências à civilizações do passado, como a Egípcia e a Mesopotâmica.
  • Pós-moderno e arquitetura contextual: são contraposições à uniformidade da arquitetura moderna. Esses prédios, ainda que abracem as técnicas construtivas modernas, criam elementos estéticos para se encaixar ao seu contexto (local e utilização) de forma mais personalizada ou exploram possibilidades estéticas dos materiais modernos.
  • Contemporâneo: prédios do presente. Seguem o mesmo caminho da arquitetura contextual, mas com a disponibilidade de técnicas construtivas ainda mais avançadas que permitem prédios mais altos e explorações estéticas diferentes, como linhas assimétricas, balanços etc.Linha do tempo com os principais arranha-céus às margens do Rio Chicago.

Principais arranha-céus

Veja os destaques do percurso e conheça um pouco sobre a timeline da cidade berço dos arranha-céus:

Fulton House 1898

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(Goyk/Wikimedia Commons)

Originalmente desenhado por Frank B. Abbott, esse prédio de dezesseis andares era um depósito, mas foi convertido em condomínios e escritórios em 1981.

600 West 1908

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(Thshriver/Wikimedia Commons)
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Desenhado pela Schmidt, Garden e Martin, esse prédio era um depósito da Montgomery Ward, uma das grandes empresas de malas-diretas e lojas de departamento dos Estados Unidos. Para viabilizar o envio dos produtos, havia uma filial dos correios dentro do complexo.

Wrigley Building 1924

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(daryl_mitchell/Wikimedia Commons)

Assinado pelo escritório Graham, Anderson, Probst & White, o prédio foi erguido para abrigar a Wrigley Company. O Wrigley Building tem uma torre de relógio inspirada na Giralda, a torre da catedral de Sevilha.

The Mart 1930

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(JeremyA/Wikimedia Commons)

Concebido pelo escritório Graham, Anderson, Probst and White, esse enorme prédio em estilo Déco tem aproximadamente 372.000 m². Foi criado como complexo comercial e abriga atualmente showrooms de decoração, salas comerciais, bares e restaurantes.

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(Zheng Chongbin/Wikimedia Commons)

À noite, sua fachada recebe o Art on theMART, uma apresentação de arte digital com projeções.

Marina City 1967

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(Diego Delso, delso.photo/Wikimedia Commons)

Com um dos designs mais marcantes de Chicago, são edifícios de uso misto. O arquiteto Bertrand Goldberg criou as torres para funcionarem como “cidades dentro da cidade”. O complexo tem teatro, academia, piscina, pista de patinação no gelo, boliche, lojas, restaurantes e, claro, uma marina.

Lake Point Tower 1968

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(Chris6d/Wikimedia Commons)
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Para suportar os ventos da margem do Lago Michigan e a altura dos setenta andares, os arquitetos John Heinrich e George Schipporeit, alunos de Mies van der Rohe, utilizaram uma estrutura triangular no centro da construção e um design único em formato Y.

Ama Plaza 1971

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(J. Crocker/Wikimedia Commons)

O Ama Plaza ou IBM Building foi o último prédio que o modernista Ludwig Mies van der Rohe desenhou em Chicago antes de sua morte em 1969. A construção em estilo internacional tem uma fachada composta por vidro e alumínio anodizado.

333 W Wacker Drive 1983

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(MusikAnimal/Wikimedia Commons)

Localizado em um dos meandros do Rio Chicago, este prédio em estilo contextual tem uma forma levemente curvada, acompanhando o desenho do rio. Criado pelo escritório Kohn Pedersen Fox Associates, sua fachada voltada para o Rio Chicago é coberta por lâminas de vidro azuis e verdes, simulando a tonalidade da água.

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150 N Riverside 2017

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(Go Chicago/Wikimedia Commons)

Assinado pela Goettsch Partners, o 150 North Riverside Plaza é um exemplo daquilo que é possível alcançar com as técnicas construtivas contemporâneas. A base do edifício ocupa somente 25% do lote e sua forma lembra uma garrafa d’água de cabeça para baixo. Isso só é viável graças ao sistema de reservatórios de água previstos no projeto, que ficam próximos ao topo do prédio. Quando o vento sopra em uma direção, a água se movimenta no sentido contrário, compensando o movimento e evitando que o prédio oscile.

River Point 2017

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(Alvesgaspar/Wikimedia Commons)

Assinado por Pickard Chilton, o prédio também segue a lógica da arquitetura contextual e tem sua fachada coberta por espelhos que fazem alusão às águas do Rio Chicago. É uma construção sustentável, que recebeu a certificação LEED Gold.

St. Regis Chicago 2020

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(Drocklaw/Wikimedia Commons)

Com 365 m e 101 andares, o St. Regis Chicago é o terceiro prédio mais alto da cidade. Ele também leva o título de estrutura mais alta no mundo construída por uma mulher, no caso, a arquiteta Jeanne Gang, à frente do seu escritório Studio Gang Architects. O edifício abriga um luxuoso hotel, condomínios e um restaurante.

Tour de barco pelo Rio Chicago: conheça a arquitetura dos principais arranha-céus da cidade
(R Boed/Wikimedia Commons)

Ele conta com alguns recursos para lidar com a altura, como andares “vazados” que permitem a passagem do vento e seis amortecedores de massa sintonizados – estruturas em forma de pêndulo com molas que vibram para ir contra a frequência da ressonância da estrutura principal.O efeito curvilíneo é construído graças a um leve desalinhamento entre as colunas que formam a fachada. Cada uma se projeta aproximadamente 12 cm para fora ou para dentro em relação àquela abaixo dela.



Fonte: Casa Abril

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Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens

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Resistência às intempéries, conforto térmico, aderência e praticidade na hora da manutenção são fatores decisivos na hora da escolha o piso para a área externa e cada material apresenta comportamentos distintos diante dessas exigências.

Em vista disso, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, à frente do escritório Dantas & Passos Arquitetura, destacam as sete opções que, para elas, agregam mais estética e funcionalidade ao projeto.

“As áreas externas são espaços mais expostos da residência e, por isso, exigem materiais que resistam à umidade, sol e às variações de temperatura. Além disso, precisam oferecer segurança e conforto ao caminhar, especialmente quando falamos de bordas de piscina ou jardins”, comenta a dupla.

Porcelanatos antiderrapantes

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)

Entre as opções mais versáteis do mercado, os porcelanatos antiderrapantes são destaque por combinarem estética refinada e alta resistência. “São ideais para áreas molhadas, como em torno de piscinas, porque reduzem consideravelmente o risco de escorregões e quedas”, explica Paula.

Com baixa absorção de água e praticamente impermeáveis, eles resistem bem às manchas e às condições climáticas. Além disso, são fáceis de limpar, demandando apenas água e sabão neutro.

Para áreas de tráfego intenso, as arquitetas lembram que é importante observar a classificação PEI, sendo o PEI 5 o mais indicado. A ampla gama de cores, texturas e estampas permite ainda criar visuais que remetem à madeira, ao mármore ou ao cimento, adaptando-se a diferentes estilos de projeto.

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Cimentícios e de concreto

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Resistentes, duráveis e visualmente neutros, os pisos cimentícios e de concreto são ótimas escolhas para quem busca um estilo urbano. “Eles se destacam pela versatilidade, podendo ser moldados em diferentes tamanhos e texturas, e podem até ser pigmentados ou pintados, o que amplia suas possibilidades estéticas”, aponta Danielle.

Outra vantagem são as de versões atérmicas, quando o piso não absorve tanto calor, sendo agradável para caminhar descalço. Além disso, sua superfície antiderrapante garante segurança mesmo em áreas molhadas.

Flat de 65 m² mistura piso vinílico e cerâmico

Decks de madeira

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)
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Os decks continuam sendo um clássico quando a intenção é trazer sofisticação e calor visual para o espaço. Para garantir longevidade, é fundamental optar por madeiras tratadas e resistentes à umidade, como ipê ou cumaru, e manter manutenções periódicas.

“A madeira tem esse poder de criar uma sensação acolhedora e orgânica, integrando-se bem com a paisagem externa e com o cuidado certo, o deck se mantém bonito por muitos anos e valoriza o projeto”, afirma Paula.

Cerâmicas rústicas

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Para quem busca uma alternativa mais acessível, as cerâmicas rústicas se destacam pelo visual acolhedor e preço popular. Produzidas a partir do barro cozido, elas têm aparência artesanal e resistem bem às variações climáticas. “São práticas de limpar, exigem apenas atenção na paginação e o uso de juntas de dilatação para evitar trincas”, explicam as arquitetas.

Disponíveis em diversas cores e acabamentos, podem ser aplicadas em quintais, varandas e caminhos, mantendo a estética natural e simples, típica de casas de campo.

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Pisos drenantes

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Cada vez mais presentes em projetos contemporâneos, os pisos drenantes se destacam pela permeabilidade. “Eles permitem que a água da chuva infiltre no solo, contribuindo para evitar alagamentos e ajudando na drenagem urbana”, comenta Paula.

Compostos por pedras e cimento, são resistentes, antiderrapantes e atérmicos, sendo ideais para áreas com pets, jardins e bordas de piscina. Além de ecológicos, demandam baixa manutenção e estão disponíveis em diferentes cores e texturas, possibilitando composições criativas nos projetos paisagísticos.

Fulget

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

O fulget é uma escolha que une resistência, beleza e segurança. Produzido com cimento e pedras naturais, tem superfície granulada antiderrapante, ideal para rampas, calçadas e áreas molhadas. “É um piso durável, com ótimo desempenho em áreas externas e ainda possui propriedades atérmicas, o que o torna excelente para áreas de piscina”, destaca Danielle.

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Sua aparência com pedras à mostra confere um visual rústico, e a variedade de cores e granulometrias permite personalização estética. A limpeza é simples, feita com água e sabão neutro, e o material ainda pode ser aplicado também em paredes e fachadas, trazendo unidade ao projeto.

Pedras naturais

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)

Entre as opções mais nobres, as pedras naturais, como São Tomé, granito e pedra portuguesa, são sinônimo de resistência e exclusividade. “Cada peça é única e carrega uma beleza natural difícil de reproduzir em outros materiais”, comenta Paula.

A pedra São Tomé é uma das preferidas para áreas molhadas por ser atérmica e antiderrapante, enquanto o granito com acabamento escovado ou levigado oferece alta resistência e longa vida útil. Já a pedra portuguesa permite criar desenhos e mosaicos personalizados, valorizando calçadas e áreas de lazer.

Além de duráveis e resistentes ao fogo e ao desgaste, esses pisos demandam baixa manutenção, especialmente quando escolhidas versões menos porosas. “As pedras são sempre um investimento seguro para quem busca elegância e permanência no tempo”, finaliza Danielle.

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Fonte: Casa Abril

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Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais

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Situada na Vila Mariana, em São Paulo, esta residência de 440 m² foi projetada do zero pelos arquitetos Eugenio Conte, José Guilherme Carceles e Gabriel Cesar e Santos, do escritório Península Arquitetura, em colaboração com a Sanpo Arquitetura, comandada por Thomas Yano — morador da casa e ex-integrante da equipe da Península. O arquiteto vive ali com os pais, para quem foi idealizado um lar urbano, funcional e repleto de luz natural.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

A família decidiu trocar um terreno no interior do estado, cercado por verde, por um lote na capital com 10 metros de largura e 44 de profundidade, marcado por um desnível de três metros entre frente e fundos.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

A diferença de cotas foi aproveitada de forma inteligente: o nível mais baixo abriga a garagem e os acessos, enquanto os demais pavimentos concentram os ambientes sociais e íntimos, distribuídos de modo fluido e conectado.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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A construção é sustentada por nove pórticos transversais de concreto armado repetidos ao longo do terreno, com pilares embutidos nas alvenarias laterais e vigas aparentes que estruturam a cobertura. Essa solução garantiu liberdade de layout e um percurso visual contínuo pelos espaços.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

As fachadas metálicas com brises galvanizados e aletas de PVC cumprem papel essencial no controle solar e conferem caráter marcante à edificação. A lógica estrutural dos pórticos norteou toda a organização interna, respeitando o desnível natural e estabelecendo um gradiente de privacidade entre os pavimentos.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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A casa se desenvolve em três níveis — subsolo, térreo e superior —, abrigando garagem para dois veículos, oficina com depósito e lavabo, hall de entrada, estar, jantar e cozinha integrados, sala de banho, área de serviços, sala de TV reversível em quarto, duas suítes, ateliê de costura e elevador, além de pátios internos, churrasqueira e varanda.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

A escadaria principal, envolta por um talude ajardinado, conecta a garagem ao hall de entrada, enquanto uma passarela metálica liga o elevador ao mesmo ponto. O paisagismo ao longo do percurso acrescenta frescor e acolhimento logo na chegada.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

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No pavimento social, a churrasqueira externa, voltada para os pátios, faz parte do conjunto integrado de estar e jantar, favorecendo a convivência. O piso em placas soltas e os tijolinhos vazados, que garantem ventilação e privacidade em relação às casas vizinhas, reforçam o caráter despojado do espaço. O paisagismo, ainda em desenvolvimento, promete acentuar a atmosfera descontraída e convidativa.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

Todo o mobiliário foi adquirido especialmente para o novo endereço, com curadoria dos escritórios em parceria com o Atelier Fernando Jaeger. No ambiente social, destacam-se o sofá curvo Bardô, a poltrona Chico, a mesa de jantar Enseada, as cadeiras Nau e o tapete circular ocre; já na área externa, a mesa Vergalhão e as cadeiras Kinzo completam a composição.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

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A paleta neutra, dominada pelo branco em alvenarias, caixilhos e telhas, amplia a difusão da luz natural e realça a sensação de leveza. Pontos de cor aparecem em móveis e obras de arte, trazendo calor e personalidade sem comprometer a harmonia visual.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

Nos materiais e acabamentos, o fulget foi usado na garagem e nas áreas externas, o porcelanato reveste os espaços sociais e molhados, e a madeira aparece nos dormitórios e no deck do spa. O piso aquecido no térreo e o teto em telhas metálicas termoacústicas asseguram conforto térmico. A marcenaria planejada reforça a integração entre função e estética.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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De linguagem contemporânea e discreta, a casa se revela aos poucos, com ambientes que se sucedem de forma natural e coerente. O uso de elementos industriais reinterpretados confere personalidade sem rigidez, enquanto a modulação das vigas permite entrada generosa de luz natural, transformando a iluminação em protagonista.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

O grande desafio — conciliar um programa extenso em um terreno estreito e inclinado — foi superado com soluções estruturais precisas e uma espacialidade fluida, que traduz o equilíbrio entre racionalidade construtiva e conforto cotidiano.





Fonte: Casa Abril

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Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m

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Um casal de triatletas tinha o sonho de morar em uma vila. Ao encontrarem esta casa próxima ao Parque Ibirapuera, em São Paulo, chamaram o escritório RUA 141, comandado pela arquiteta Mona Singal, para o desafio do desenvolvimento do projeto no terreno estreito de 4m x 18m.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

A casa geminada existente era muito fragmentada e com pouco aproveitamento dos espaços, pé-direito baixo, escura e com aberturas pequenas. “Tinha uma escada robusta em concreto que era uma ruptura na área social e ocupava grande parte dela”, menciona Mona.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Depois de algumas visitas à casa, os clientes optaram pelo caminho da demolição da construção existente e da execução de uma nova casa. Começava então uma corrida contra o tempo, já que a primeira bebê do casal estava a caminho.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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O pedido era uma casa aconchegante e com o estilo industrial, conectada à natureza, onde pudessem reunir os amigos e futuramente os filhos pudessem desfrutar.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

“Um dos principais pedidos do casal, foi considerar as cinco bicicletas deles no partido do projeto, para que elas estivessem integradas aos ambientes e ficassem em destaque na casa”, explica a arquiteta.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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Uma nova estrutura metálica foi erguida, junto às lajes treliçadas. As paredes estruturais laterais de tijolinhos, que fazem a divisa com as casas vizinhas, foram as únicas mantidas.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

A área construída final da casa é de 135 m² e o período de duração da obra foi de um ano e meio. O imóvel é composto por dois volumes conectados por passarelas metálicas e três pavimentos. No centro, fica o jardim com a bela árvore Araçá, cuja função é colaborar com o conforto térmico.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

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Quintais e jardins lindos para aproveitar e curtir com a família

A integração entre os ambientes no térreo foi fundamental para trazer amplitude para a casa, possibilitando a ventilação cruzada e a entrada de luz natural, já que o terreno é muito estreito.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Por fim, a escada metálica com chapa dobrada e guarda-corpo em chapa perfurada conecta os pavimentos. O piso de madeira Tauari, na paginação espinha de peixe, e os caixilhos em madeira freijó aquecem a composição.

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Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

No pavimento superior a circulação linear conecta a suíte master ao quarto e ao banheiro. “Neste eixo criamos a claraboia para trazer a luz natural e um pedaço do céu para dentro da casa”, explica a profissional.

A suíte master fica voltada para a fachada principal, com uma generosa janela de correr.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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Subindo a escada fica o rooftop, com acesso feito por uma cobertura metálica com vidro, motorizada e deslizante, possibilitando a entrada da iluminação natural nesta área da escada.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

“Desenvolvemos nesse pavimento a área gourmet para receber os amigos e uma área de estar com pufes bem aconchegantes, rodeada pelo paisagismo”, comenta.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Criamos um pequeno oásis cujo perímetro é composto por floreiras. O paisagismo ganha destaque e torna-se o elemento fundamental para criar privacidade em relação às outras casas, além de aproximar os moradores da natureza.





Fonte: Casa Abril

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