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Viúva de Silvio Santos, Íris Abravanel entra para lista de bilionárias brasileiras; veja as dez mais ricas
(FOLHAPRESS) – Entre os estreantes da lista de bilionários brasileiros da Forbes está Íris Abravanel, 77, viúva de Silvio Santos, que morreu em agosto do ano passado aos 93 anos. A mulher divide a herança de R$ 6,4 bilhões com suas seis filhas.
O patrimônio de Silvio inclui, além dos ganhos com o SBT, atividades no varejo, hotelaria e cosméticos por meio da marca Jequiti.
O ranking da Forbes, com 300 nomes, tem apenas 60 mulheres (20% do total), com patrimônio conjunto de R$ 343,7 bilhões. O número cresceu em relação ao ano passado, que tinha 48 bilionárias.
A mulher mais rica do país ainda é Vicky Safra, viúva de Joseph Safra e herdeira do patrimônio do banco. Sua fortuna é de R$ 120,5 bilhões, o que a deixa no segundo lugar de bilionários mais ricos do Brasil, atrás apenas de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, que possui cerca de R$ 227 bilhões. Ela é a única mulher entre os dez primeiros.
Já entre as dez mulheres mais ricas, apenas Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, e Lucia Maggi, da Amaggi, construíram suas próprias fortunas, em vez de herdá-las. Seus patrimônios são avaliados em R$ 8,7 bilhões e R$ 6,6 bilhões, respectivamente.
A lista é elaborada com base nos preços das ações listadas na Bolsa de Valores, com fechamento no dia 30 de junho, além de itens como imóveis, obras de arte, aviões ou embarcações. Segundo a Forbes, como são consideradas apenas informações públicas, os patrimônios podem estar subestimados. Em alguns casos, o patrimônio de irmãos ou familiares foi consolidado.
Ao todo, 31 brasileiros ganharam o status de bilionários pela primeira vez.
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VEJA LISTA DAS DEZ MULHERES BRASILEIRAS MAIS RICAS DE 2025
1. VICKY SAFRA E FAMÍLIA: R$ 120,5 BILHÕES
A bilionária de 73 anos herdou a fortuna do Banco Safra em dezembro de 2020, após a morte de seu marido, Joseph Safra, que foi por muitos anos o banqueiro mais rico do mundo. Nascida na Grécia e naturalizada brasileira, ela lidera hoje a Vicky and Joseph Safra Philanthropic Foundation, que patrocina saúde, educação e artes.
Os filhos Jacob, Esther, Alberto e David também são herdeiros. No início de 2025, Jacob e David compraram a participação de Esther no banco, enquanto Alberto já havia se afastado em 2019 para fundar a gestora ASA.
Ela ocupa a segunda posição no ranking geral, atrás apenas de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com patrimônio estimado de R$ 227 bilhões. Vicky foi a primeira mulher a liderar o ranking em 2023.
2. MARIA HELENA MORAES SCRIPILLITI E FAMÍLIA: R$ 26,8 BILHÕES
Aos 94 anos, a caçula dos quatro filhos de José Ermírio de Moraes (1900-1973), fundador da Votorantim, é uma das herdeiras do conglomerado que se tornou o quinto maior grupo industrial diversificado da América Latina, com operações em mais de 20 países. Maria Helena também é viúva de Clóvis Scripilliti (1925-2000), que dividia a gestão com os cunhados até a reestruturação de 2017.
Embora mantenha participação, ela não atua mais diretamente na empresa, que em 2021 abriu o capital da Companhia Brasileira de Alumínio. Após a morte de Antônio Ermírio de Moraes, em 2014, seus nove filhos assumiram a fatia que cabia ao empresário na Votorantim Participações.
Maria Helena ocupa a 12ª posição no ranking geral.
3. ANA LÚCIA VILLELA: R$ 9,8 BILHÕES
Única mulher no Conselho de Administração do Itaú Unibanco, Ana Lúcia Villela, 51, é também presidente do Instituto Alana, organização sem fins lucrativos criada em 1994 ao lado do irmão Alfredo.
Os dois ficaram órfãos em 1982, após a morte dos pais em um acidente de avião, e foram criados pela tia Milú Villela. Formada em pedagogia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), onde foi aluna de Paulo Freire, ela direciona sua atuação para projetos voltados ao desenvolvimento infantil em comunidades de baixa renda.
Ana Lúcia está na 37ª posição no ranking geral.
4. ANNE WERNINGHAUS: R$ 9,1 BILHÕES
Filha de Diether Werninghaus e neta de Geraldo Werninghaus, um dos fundadores da WEG, Anne, de 39 anos, tornou-se a maior acionista individual da companhia após herdar boa parte das ações do pai. Apesar de não atuar diretamente na empresa catarinense, administra seus próprios negócios na área de moda e estilo. Ela ocupa a 42ª posição.
5. CRISTINA HELENA JUNQUEIRA: R$ 8,7 BILHÕES
Cofundadora do Nubank, Cristina, 41 anos, entrou para a lista de bilionários após o IPO da fintech na Bolsa de Nova York, em dezembro de 2021. Com cerca de 2,9% das ações da instituição, tornou-se a primeira mulher no Brasil a alcançar fortuna bilionária a partir de uma fintech.
O banco digital estava avaliado em US$ 65 bilhões em junho de 2025. Ela é também uma das poucas mulheres brasileiras consideradas self-made, ou seja, cuja riqueza foi construída a partir do próprio trabalho. Cristina está na 45ª posição.
6. NEIDE HELENA DE MORAES: R$ 8,4 BILHÕES
Aos 90 anos, Neide é neta de José Ermírio de Moraes (1900-1973), fundador do grupo Votorantim, e sobrinha de Antônio Ermírio (1928-2014), que consolidou a companhia. Ela e os irmãos José Ermírio e José Roberto herdaram a participação do pai, José Ermírio de Moraes Filho (1926-2001), em partes iguais.
7. VERA RECHULSKI SANTO DOMINGO: R$ 7,1 BILHÕES
Viúva de Julio Mario Santo Domingo Jr. (1958-2009), filho do magnata da cerveja colombiano Julio Mario Santo Domingo, Vera, 76 anos, possui cerca de 11% da holding da família, sediada em Luxemburgo, que controla ações da AB InBev.
Seus filhos Tatiana Casiraghi e Julio Mario Santo Domingo detêm cerca de 5% cada. Tatiana é casada com o príncipe Andrea Casiraghi, filho da princesa Caroline de Mônaco. A família também mantém participação na vinícola francesa Château Pétrus.
Vera ocupa a 57ª posição no ranking geral.
8. DORA VOIGT DE ASSIS: R$ 6,6 BILHÕES
Com 27 anos, Dora herdou parte das ações que pertenciam à mãe, Valsi Voigt, na WEG. Ela é neta de Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da fabricante catarinense de motores. Segundo a Forbes, ela empata a 60ª posição do ranking geral com outras duas mulheres.
8. LÍVIA VOIGT: R$ 6,6 BILHÕES
Irmã de Dora, Lívia, de 21 anos, recebeu parte da herança da mãe, Valsi Voigt, na WEG. Ela também é a segunda bilionária mais jovem do país no ranking da Forbes.
8. LUCIA BORGES MAGGI: R$ 6,6 BILHÕES
Aos 92 anos, Lucia, os filhos Blairo e Marli e os genros Itamar e Hugo comandam a Amaggi, gigante do agronegócio fundada em 1977 como Sementes Maggi, em parceria com André Antônio Maggi (1927-2001). A empresa, sediada em Cuiabá (MT), atua em navegação, energia e produção agrícola.
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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