Tecnologia
Xiaomi lança 15T no Brasil com câmera mais potente e preço de iPhone
(FOLHAPRESS) – A Xiaomi lançou nesta quarta-feira (2) no Brasil os smartphones 15T e 15T Pro, os modelos premium vendidos pela marca no país.
Com acabamento em alumínio e recursos mais avançados, a linha oferece um conjunto de câmeras desenvolvido em parceria com a marca alemã de lentes Leica. A promessa é capturar mais detalhes com recursos de inteligência artificial e um zoom óptico de 5x na versão Pro, a mais cara.
O Xiaomi 15T e o 15T Pro custam, respectivamente, R$ 7.499 e R$ 8.999 na versão com 512 GB de armazenamento e 12 GB de memória RAM. Na versão padrão, é um aumento de R$ 1.500 em relação ao preço do modelo do ano passado, e se aproxima do valor oficial do recém-lançado iPhone 17, de R$ 7.999.
Conhecida no país principalmente por modelos mais em conta, a Xiaomi enfrenta neste ano um cenário diferente do de 2019, quando era a única marca chinesa do setor com operações locais.
Só neste ano, as marcas Honor e Jovi passaram a comercializar no país, a Realme anunciou produção local e a Huawei retomou a venda de celulares.
A DL Distribuidora, representante da Xiaomi e da Honor no país, também enfrenta a competição com o mercado cinza, alvo de ações da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O Xiaomi 14T, do ano passado, por exemplo, sai por cerca de R$ 3.000 em plataformas de ecommerce -ou R$ 5.999 no site oficial.
Para Luciano Barbosa, diretor de produtos da DL, o mercado atual é desafiador, mas o aumento da concorrência ainda não causou uma redução nas vendas da Xiaomi.
“O brasileiro vai pesquisar muito mais antes de tomar a decisão de compra, tanto por ter mais opções no mercado, quanto por ser um dispositivo que tem um preço médio maior”, disse.
A versão T da série numerada da Xiaomi, sua principal, é geralmente comparada aos modelos econômicos da Samsung e da Apple, como o Galaxy S25 FE e o iPhone 16e. Os principais da linha não são vendidos no país.
O 15T Pro passou por uma reformulação no design, com bordas e acabamentos mais arredondados e maior resistência no corpo (17%) e na tela (6%).
O sistema de câmeras triplo continua com sensores de 50 MP, agora desenvolvidos pela própria Xiaomi. O modelo mais caro tem um sensor mais novo (Light Fusion 900) e oferece maior qualidade na câmera teleobjetiva, para fotos feitas a maior distância, com zoom óptico de 5x e digital de 20x.
Uma das principais novidades é o Xiaomi Offline Communication, que permite conexão entre os mesmos modelos e quem estiver a até 1,9 km de distância (no 15T Pro), mesmo sem rede celular e wifi. Isso foi possibilitado por um chip de conexão proprietário da empresa, que melhora as antenas celulares e Bluetooth.
Em vídeo, a empresa sugere trilhas e turismo em áreas remotas como potenciais casos de uso.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 9400+ da versão 15T Pro, com até 3,73 GHz de velocidade, oferece uma performance geral 12% maior do que a geração anterior. Para processamento de IA no dispositivo, o aumento foi de 20%. A empresa não ofereceu comparativos para o 15.
O modelo básico também tem uma tela de 120 Hz (menos fluida que a de 144 Hz do Pro) e usa o processador da geração anterior, MediaTek Dimensity 8400-Ultra, de até 3,25 GHz. Ambas as versões têm baterias de 5.500 mAh, que prometem 15,2 horas de uso ininterrupto.
O HyperOS 3, nova versão do sistema operacional baseado em Android usado pela marca, recebeu uma repaginação no visual e uma melhoria na fluidez, o que segundo a marca vai deixar o uso mais intuitivo.
O sistema operacional agora disponibiliza o HyperIsland, central de notificações dinâmica ao redor da câmera frontal, no topo da tela, similar ao que a Apple oferece na Ilha Dinâmica desde o iPhone 14 Pro em 2022.
A atualização também promete melhorias na conexão entre dispositivos da própria Xiaomi e da Apple. Os novos aparelhos conseguem, por exemplo, espelhar a tela e enviar arquivos com mais facilidade para iPhones e MacBooks.
IA também recebeu destaque, com integração com o GPT-4o Mini no modo DeepThink e capacidade de reconhecer o que é exibido na tela para produzir textos. O sistema também é capaz de transcrever, traduzir e reduzir ruídos de gravações de voz e chamadas.
A chegada do 15T no Brasil ocorre dias depois do lançamento chinês do Xiaomi 17 -a marca pulou o 16. O modelo mais avançado concorre diretamente com os principais modelos da Apple, de quem emprestou a nomenclatura Pro e Pro Max neste ano, e da Samsung.
Tecnologia
O que é a Lua de Neve, fenômeno que iluminará o céu neste domingo
Neste domingo, 1º, a noite ficará ainda mais bela e iluminada com a chamada Lua de Neve, cujo ápice ocorre às 19h09. Para os interessados, o fenômeno será visível em todo o território nacional, dependendo, evidentemente, da boa vontade das condições meteorológicas.
Embora o nome seja bastante sugestivo, a Lua de Neve não entregará nenhum efeito visual digno de uma produção da Disney. Trata-se da Lua Cheia de fevereiro, revestida de um simbolismo que atravessa séculos.
O apelido tem origem nos povos indígenas da América do Norte, que tinham o hábito de batizar as luas conforme o clima local. Como fevereiro é o auge do inverno no Hemisfério Norte, o nome é autoexplicativo.
Registros históricos mostram que o satélite também já foi chamado de Lua da Fome, uma referência menos poética e bem mais realista à escassez de alimentos no fim do rigoroso inverno. Por razões óbvias de relações públicas, o termo \”Neve\” acabou prevalecendo no imaginário popular.
A Lua de Neve é uma superlua?
Não. Apesar do nome chamativo, a Lua de Neve não é, necessariamente, uma superlua. O termo superlua é usado quando a Lua Cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que ela está mais próxima da Terra. Nesses casos, o satélite parece ligeiramente maior e mais brilhante no céu.
Neste domingo, a Lua estará cheia, mas a uma distância média, sem o aumento perceptível de tamanho ou brilho que caracterizam uma superlua. Ainda assim, as condições de observação continuam excelentes, especialmente em locais com pouca poluição luminosa.
Do ponto de vista astronômico, a Lua de Neve é uma Lua Cheia comum, visível durante toda a noite, nascendo ao pôr do sol e se pondo ao amanhecer. Seu brilho intenso pode ofuscar estrelas mais fracas, mas favorece observações a olho nu e fotografias de paisagens noturnas.
E sob o olhar da astrologia?
Na astrologia, a Lua Cheia é tradicionalmente associada a culminações, revelações e encerramentos de ciclos. A Lua de Neve, em especial, costuma ser interpretada como um momento de resiliência, introspecção e preparação para mudanças.
Astrólogos também a associam a processos internos. Desse modo, focam em revisão de metas, limpeza emocional e fortalecimento de estruturas pessoais; em sintonia com a ideia de atravessar o \”inverno\” para chegar à renovação.
A Lua cheia deste domingo ocorre em Leão, um signo que não aceita o papel de coadjuvante. Além disso, o ápice ocorre com Ascendente também em Leão, com o foco sobre a imagem que projetamos.
Em um mundo saturado pelos ruídos das redes sociais, o céu sugere que o verdadeiro prestígio não está nos algoritmos. É o momento de revisar sua \”marca pessoal\” sob uma ótica de autenticidade, não de engajamento.
Vale a pena observar a Lua de Neve?
Mesmo sem ser uma superlua, o fenômeno é um convite honesto para pausar o scrolling infinito e olhar para cima. Em um mundo de distrações digitais, reconectar-se com os ritmos naturais é um luxo analógico.
Basta um céu limpo e alguns minutos de descompressão. O espetáculo é garantido, gratuito e, felizmente, livre de anúncios.
Quais são as próximas luas cheias de 2026
A maioria dos anos têm 12 luas cheias, mas 2026 terá 13. Confira abaixo as datas, de acordo com o Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP). Os nomes seguem os padrões dos nativos americanos, segundo o The Old Farmers Almanac.
1º de fevereiro – Lua de Neve
3 de março – Lua da Minhoca
1º de abril – Lua Rosa
1º de maio – Lua das Flores
31 de maio – Lua Azul
29 de junho – Lua de Morango
29 de julho – Lua dos Cervos
28 de agosto – Lua de Esturjão
26 de setembro – Lua do Milho (Lua da Colheita)
26 de outubro – Lua do Caçador
24 de novembro – Lua do Castor
23 de dezembro – Lua Fria
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Tecnologia
Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026
Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.
Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.
Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.
“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”
Lucros recordes impulsionados pelo iPhone
A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.
Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.
“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.
Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.
A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.
Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.
Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.
Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.
Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.
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Fontes: Notícias ao Minuto
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