Arquitetura
10 plantas que trazem boas energias para decorar a casa em 2026

Apostar em plantas em vasos, com folhagens exuberantes e até flores, é uma excelente resolução de Ano Novo — e também uma forma muito produtiva e alegre de atrair boas energias e começar um hobby novo.
Além de contribuírem para a sensação de bem-estar dentro de casa, muitas espécies, segundo diversas crenças e filosofias, são associadas à sorte, prosperidade e leveza. A seguir, listamos 10 plantas para apostar em 2026 e viver um ano novo de boas vibrações.
Bambu-da-sorte
Bambu-da-sorte
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Nativo da África, o bambu-da-sorte (Dracaena sanderiana) simboliza prosperidade no Feng Shui. Versátil, ele pode ser cultivado na água ou na terra, desde que receba luz indireta e regas frequentes. Também prefere ambientes sem correntes de ar e temperaturas amenas. Para mantê-lo sempre saudável, vale limpar as folhas e borrifá-las nos dias mais quentes.
Azaleia
Azaleia
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Com flores delicadas e coloridas, a azaleia (Rhododendron simsii) traz renovação ao ambiente e carrega significados positivos em várias culturas. No Japão, por exemplo, é comum presentear recém-casados, grávidas e pessoas adoentadas em recuperação como gesto de bons desejos. Ela se adapta bem a vasos em locais frescos, com meia-sombra e temperatura amena. Precisa de umidade constante, com regas diárias, mas sem encharcar.
Zamioculca
Zamioculca
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Conhecida pelas folhas brilhantes, a zamioculca (Zamioculcas zamiifolia) é uma das espécies associadas à prosperidade e boas energias no Feng Shui. É extremamente adaptável e prefere luz indireta e regas espaçadas, já que não tolera solo constantemente úmido. Em dias secos, borrifar água nas folhas ajuda na hidratação.
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Dinheiro-em-penca
Dinheiro-em-penca
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Muito usada como planta pendente, dinheiro-em-penca, ou tostão (Callisia repens), é delicada, rasteira e cresce rápido. No Feng Shui, a sua presença costuma ser associada à fartura e à abundância – algo revelado pelo seu nome sugestivo. É uma planta que prefere meia-sombra e solo úmido, com regas a cada dois dias, sempre evitando o excesso de água. Pode ser cultiva em canteiros ou usada como forração.
Espada-de-São-Jorge
Espada-de-são-jorge
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Clássica nas casas brasileiras, a espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata) é a queridinha dos pais de plantas porque é muito fácil de cuidar. Ela tolera desde ambientes iluminados até locais com menos luz e precisa de poucas regas. No Brasil, é considerada uma planta de proteção, capaz de afastar energias negativas e reforçar a sensação de segurança no lar. Por isso, é uma presença poderosa e simbólica dentro de casa.
Planta Jade
Planta Jade
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A planta jade (Crassula ovata) é uma suculenta africana famosa pelas folhas arredondadas que lembram moedas. Adapta-se bem ao sol direto ou à meia-sombra, podendo viver tanto em áreas externas quanto internas bem iluminadas. Como suculenta, ela precisa de regas moderadas – ou seja, as raízes jamais devem ficar encharcadas. Além de ser muito decorativa, esta espécie é chamada de planta da amizade e é ligada à prosperidade e à sorte no Feng Shui.
Lírio-da-paz
Lírio-da-paz
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Com flores brancas, o lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) transmite serenidade e, para o Feng Shui, está associado à harmonia. Deve ser posicionado em ambientes claros, sem sol direto, e cultivado em solo sempre úmido, porém não encharcado. Gosta de temperaturas amenas entre 15 ºC e 25 ºC. É uma ótima planta para purificar o ar dentro de casa.
Planta jiboia
Jiboia
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A jiboia (Epipremnum pinnatum) é resistente e versátil: pode ser usada em vaso como planta pendente, trepadeira ou até para cobrir muros e paredes. Dentro de casa, adapta-se bem à luz indireta e prefere solo levemente úmido. É conhecida por purificar o ar e, segundo crenças populares, absorver energias densas, funcionando como um filtro que transforma vibrações negativas e ajuda a manter o clima do lar mais leve e protegido.
Babosa
Aloe vera
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A babosa (Aloe vera) é famosa por suas propriedades medicinais, sendo muito usada em cosméticos. Como é uma suculenta, ela gosta de bastante sol direto e de regas moderadas, além de ser altamente resistente. Sua adaptabilidade faz dela uma planta-amuleto no Feng Shui, associada à limpeza, à cura e à proteção energética.
Estrelícia
10 plantas que trazem boas energias para decorar a casa em 2026
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Com flores exóticas e cores vibrantes, a estrelícia (Strelitzia reginae) cria impacto imediato em qualquer ambiente. Pode atingir até 1,20 metro quando bem adubada e prefere o cultivo ao sol pleno, com boa ventilação, além de ser resistente ao vento. No Feng Shui, simboliza sucesso, romance e fidelidade. Ela é ótima também para arranjos florais e pode ser usada como flor de corte.
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


