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Mais do que uma vitrine de projetos, a 14ª BIAsp se posiciona como um fórum de articulação entre ciência, arquitetura, políticas públicas e comunidades. Em um tempo de extremos, a Bienal propõe a escuta e o cruzamento de diferentes formas de conhecimento para imaginar futuros habitáveis. “A Bienal reconhece que é feita no Brasil, no Sul Global. Tem um abrasileiramento nesta edição. De onde falamos e para onde falamos também importa”, diz Clevio Rabelo. “Queremos falar com nossos iguais, mas também com os diferentes. Essa é uma Bienal que experimenta – e mostra possibilidades reais de futuro”, completa Karina de Souza.
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Fonte: Casa Vogue

