Arquitetura
Na China, as obras do arranha-céu abandonado mais alto do mundo serão retomadas | Edifícios
Em setembro de 2015, o Guinness World Records nomeou oficialmente o Goldin Finance 117, um arranha-céu abandonado de 597 metros de altura, localizado em Tianjin, na China, como o edifício desocupado mais alto do mundo. Na época, os desenvolvedores haviam abandonado o projeto de 128 andares antes de sua conclusão, devido a sérias dificuldades financeiras. No entanto, segundo a CNN, a estrutura pode em breve deixar de estar completamente abandonada: a expectativa é que a construção seja retomada nas próximas semanas. Eis a história por trás deste infame edifício.
Como começa a história do Goldin Finance 117?
O Goldin Finance 117 foi projetado pelo P&T Group, um escritório sediado em Hong Kong conhecido por seus projetos em toda a Ásia. O edifício foi concebido para ser o elemento central do Goldin Metropolitan Scheme, um empreendimento de uso misto voltado para o público ultra rico, que incluiria espaços residenciais, hoteleiros e comerciais. A incorporadora responsável era a Goldin Properties.

A construção começou em 2008, e a previsão era que o edifício fosse concluído em 2014, tornando-se o mais alto do país. No entanto, o progresso foi interrompido em 2010, após os impactos em cascata da Grande Recessão. As obras foram retomadas em 2011, e a previsão passou a ser de conclusão em 2018 ou 2019. Em 2015, a estrutura atingiu sua altura máxima — ou seja, o esqueleto foi finalizado —, mas logo depois a construção foi novamente suspensa. Há cerca de uma década, o edifício permanece inacabado e abandonado.
Por que o Goldin Finance 117 foi abandonado?
Graves dificuldades financeiras após o colapso do mercado de ações da China em 2015 forçaram a Goldin Properties a entrar em liquidação, o que levou ao abandono do Goldin Finance 117. Mais tarde, o prédio inacabado se tornou um símbolo visível da crise imobiliária mais ampla do país, marcada pelo excesso de investimentos no setor e pela tomada irresponsável de empréstimos por parte das incorporadoras. Trata-se de um entre muitos projetos imobiliários inacabados espalhados pela China.

O Goldin Finance 117 será concluído algum dia?
Segundo a CNN, que cita a mídia estatal chinesa, a expectativa agora é que o Goldin Finance 117 seja concluído em 2027. Os novos detalhes de financiamento não foram divulgados, embora alguns especialistas acreditem que o governo tenha feito investimentos e oferecido reestruturação de dívidas para ajudar a revitalizar o edifício.

“[Arranha-céus super altos] não são necessariamente os projetos mais eficientes e não estão necessariamente dando lucro, mas são indicadores”, disse à CNN Qiao Shitong, autor de dois livros sobre o setor imobiliário chinês e professor de direito na Faculdade de Direito da Universidade Duke. “Ao retomar e concluir esse projeto, o governo espera, no mínimo, aumentar a confiança da população.”
Ainda não está claro se o Goldin Finance 117 continuará sendo um edifício de uso misto, como planejado originalmente, ou se novos investidores mudarão seu propósito. Embora tenha sido projetado para ser o prédio mais alto da China, ele não deterá esse recorde quando for finalizado. Em vez disso, será o terceiro mais alto do país, já que a Shanghai Tower, com 632 metros, foi concluída em 2015, e o Ping An International Finance Center (599 metros), em 2017.
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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