[ad_1]
Nos textos de ambas e de muitos outros, a casa é cenário da trama, mas também personagem silenciosa: observa rotinas, molda comportamentos, sublinha ausências. Nas páginas da Casa Vogue, ganha merecido protagonismo, tal qual o château Pemberley, de Orgulho e Preconceito (Jane Austen), O Cortiço, de Aluísio Azevedo, ou O Castelo, de Franz Kafka. Seja na literatura, seja no jornalismo, o que importa é criar ou identificar as inúmeras camadas que uma narrativa pode ter, e transmitir a muitas criaturas esse legado – não de miséria, como escreveu Machado de Assis, mas de riqueza, humana, natural e cultural. Boa leitura!
[ad_2]
Fonte: Casa Vogue

