Arquitetura
Centro Interpretativo do Cereal / há.atelier

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
210 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Circundada pela natureza a localidade de Santa Eufémia, em proximidade com a vila do Espinhal, é uma região conhecida pelo seu elevado valor patrimonial e histórico devido à sua antiguidade. De entre as suas atracções, destacam-se os Moinhos de água.


A recuperação deste património contribui para beneficiar e valorizar o território, representando um estímulo para a economia e desenvolvimento local, sobretudo no contexto social e ambiental. Com a construção do “CIC”, pretende-se divulgar e partilhar as práticas antigas inerentes ao processo de moagem e produção de pão e broa, bem como sensibilizar para acções sustentáveis, possibilitando aos diferentes públicos, o contacto directo com a natureza circundante e a oportunidade de conhecer as áreas envolventes de importante valor cultural e natural.

O principal objetivo da intervenção é a preservação e valorização do património existente, nomeadamente o moinho, o edifício adjacente e o pátio exterior. A globalidade de toda a proposta assenta sobre premissas de manutenção e elevação dos elementos existentes, de claro valor arquitectónico.


O conjunto divide-se programaticamente em três propósitos: a exposição de elementos museológicos referentes à actividade de moagem e produtos endógenos; a requalificação do moinho para produção de cereais e pão; um espaço de partilha. A água desvia-se do rio, percorre o interior dos edifícios até encontrar a sua função – dar força ao moinho para fazer rolar as grandes pedras que moem o cereal, regressando novamente ao seu caminho original.

A água afasta-se do leito do rio, atravessa o interior dos edifícios até cumprir o seu propósito de acionar o moinho que faz girar as grandes pedras moedoras do cereal, desaguando novamente no seu curso original. No interior do moinho, destaca-se uma peça central que sintetiza a abordagem do projeto: uma grande mesa em pedra tosca, originalmente parte do varandim de acesso à antiga habitação, é agora reconvertida como elemento de uso e encontro.


Esta superfície assenta sobre pernas em madeira maciça exótica, reaproveitada a partir das vigas originais do edifício, já destruídas. A mesa torna-se assim símbolo de permanência e renovação, agregando materiais com memória a uma nova função coletiva. A intervenção pauta-se por uma leitura respeitosa da pré-existência, onde cada decisão material e construtiva procura equilibrar a autenticidade do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


