Arquitetura
Residencias Edgar Allan Poe / De Rungs Arquitectos + Firmaa

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- Área:
1750 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Aldaba, Buoh, Cesantoni, Design CACAO, Illux, Piedra Urbana, Zenth

Descrição enviada pela equipe de projeto. No bairro Polanco, na Cidade do México, o edifício Edgar Allan Poe foi construído em 1957 para abrigar escritórios. Com o passar do tempo, o imóvel foi se deteriorando, embora sua estrutura continuasse em bom estado. Por isso, o projeto o recuperou e reconfigurou para transformá-lo num conjunto habitacional destinado principalmente a estadias curtas.


O objetivo foi intervir no edifício e ampliar suas possibilidades. As colunas, o núcleo vertical e os dutos das instalações foram preservados, e a distribuição interna, as fachadas e os materiais foram reconfigurados. Essa abordagem reduziu significativamente o impacto construtivo em relação a uma obra nova e permitiu preservar parte da história arquitetônica do local.


O novo edifício conta com 35 apartamentos entre 30 e 45 m², distribuídos por sete andares, além do térreo. São apartamentos compactos, funcionais e bem conectados, projetados para a vida urbana. No interior, os materiais nacionais, os tons quentes e as texturas naturais criam uma atmosfera que combina o prático com o sensorial.



A fachada responde ao ambiente imediato, marcado pela dualidade entre a escala residencial da rua Edgar Allan Poe e a intensidade do tráfego da avenida Ejército Nacional. A partir desses contrastes, bem como de fatores como insolação, ventilação, ruído e vistas, foi projetada uma envolvente que filtra e regula a relação entre o interior e o exterior.

“O edifício está localizado entre duas ruas muito diferentes: uma tranquila e outra com tráfego constante. Isso nos obrigou a projetar uma envolvente que pudesse responder a ambas. A fachada filtra a luz, o ruído e as vistas, permitindo que o interior tenha uma lógica própria, conectada com o ambiente, mas sem ficar exposto a ele.”

Mais do que substituir o existente, o projeto aposta em adaptá-lo: uma forma sustentável de gerar habitação que acompanha o tempo em vez de apagá-lo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
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