Arquitetura
Câmara na Montanha / Erdegard Arkitekter

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nas profundezas de Kallebäcks Terrasser, um edifício escultórico conduz o visitante para baixo, em direção a um mundo oculto no interior da rocha. A entrada se ergue como um objeto monolítico — parte arquitetura, parte artefato, parte ficção científica —, configurando uma construção cuja origem e época são deliberadamente ambíguas.


Sua forma se inclina suavemente em direção ao solo, sugerindo um percurso descendente para o subsolo. Ao mesmo tempo, o volume parece se desprender da terra, marcando com precisão o limiar de acesso à caverna rochosa e tornando visível a transição entre superfície e interior.

O edifício é revestido por painéis metálicos desenvolvidos sob medida, produzidos com precisão milimétrica por meio da combinação entre fabricação digital e trabalho artesanal especializado. Cada painel passou por um processo de hidro-dipping: imerso em um banho de água a 37 °C, recebe uma película padronizada que adere à superfície, criando um brilho singular. A variação de luz e textura confere ao material uma aparência instável, quase como se fosse um fragmento deslocado no tempo.


No interior, o visitante encontra um espaço de concreto bruto e tátil. O ambiente foi moldado com concreto ambientalmente responsável, utilizando diferentes formas e pigmentos que produzem sutis variações de tom e superfície. As instalações técnicas foram concentradas sob o piso ou integradas a um banco técnico contínuo ao longo da parede de rocha, permitindo que a face natural da pedra permaneça o mais exposta possível.

O edifício de entrada atua como um verdadeiro portal para o interior da montanha. A caverna — que antes mantinha uma temperatura constante de oito graus ao longo de todo o ano — transforma-se agora em um volume de futuro indefinido. Nesse espaço, insere-se uma arquitetura atemporal, quase extraterrestre: um objeto que poderia ter sido descoberto, e não construído.


A atmosfera se torna ainda mais enigmática diante da porta de vidro levemente opaca, através da qual apenas contornos difusos podem ser percebidos. Uma luz azul e roxa, discreta e misteriosa, escapa do interior. O que aguarda no fim do túnel permanece em aberto — uma decisão reservada ao futuro ocupante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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