Arquitetura
Casa Alto de Pinheiros / Terra Arquitetura

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- Área:
380 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Brasolin, Casa Ática, Colormix, Concresteel, Desaya Revestimentos, Eliane Revestimentos, Fogões Shop, JR Assoalhos, Jader Almeida, Luxes, Matizea, Nani Chinellato, Palimanan, REKA, Sonotto

Descrição enviada pela equipe de projeto. Esta residência, resultado da reforma de uma casa antiga no bairro de Alto de Pinheiros, em São Paulo, propõe uma arquitetura que dissolve os limites entre interior e exterior, criando uma experiência contínua de morar para um jovem casal em início de construção de sua família, onde luz, materialidade e paisagem se articulam em um ambiente sereno e atemporal.

Inserida em um bairro predominantemente residencial, marcado por ruas arborizadas e lotes generosos, a casa parte de uma edificação existente que, apesar de sua solidez construtiva, apresentava compartimentações rígidas e pouca relação com os espaços externos. O projeto teve como premissa atualizar seus usos, fluxos e atmosferas para atender às demandas contemporâneas, reorganizando o programa, redefinindo a relação entre os ambientes e trazendo uma nova linguagem de materiais, mais atual.


O cliente, um jovem casal, buscava uma casa acolhedora, flexível e luminosa, capaz de acompanhar as transformações naturais de uma família em formação. Havia o desejo por espaços integrados, que favorecessem o convívio, mas que também oferecessem momentos de recolhimento e privacidade.


Entre os principais desafios estavam a reorganização do programa a partir da estrutura existente, pois o pavimento térreo era totalmente compartimentado, e foi criada uma planta nova praticamente do zero, em que pouco ambientes se mantiveram na posição original. Durante esse processo, foi necessário executar alguns reforços estruturais para conseguir integrar e ampliar os ambientes. Ao mesmo tempo, foi repensada toda a fachada da casa, trazendo novas aberturas que permitiram tornar a casa mais iluminada.


O projeto se desenvolve a partir da ideia de continuidade espacial. Ao invés de reforçar divisões rígidas, optou-se por uma organização fluida, na qual os ambientes se conectam por meio de visuais cruzadas, planos transparentes e elementos de transição que ampliam a percepção do espaço. Para isso foi muito importante o desenvolvimento de um bom projeto de paisagismo, já que a casa possui jardim na sua fachada frontal e traseira.

Os espaços sociais se organizam como uma sequência integrada, onde sala, jantar e cozinha se articulam sem barreiras fixas. Grandes aberturas e painéis vazados permitem que a luz natural atravesse a casa ao longo do dia, criando uma atmosfera mutável e sensorialmente rica.

A criação de uma linguagem arquitetônica clara, coerente com o novo modo de morar foi um ponto fundamental para o projeto. Portanto, a materialidade assume papel central na narrativa do projeto. A ideia foi criar uma homogeneidade com os materiais, com tons próximos e mais quentes, fugindo de soluções óbvias e enjoativas. A madeira natural Tauari aparece como elemento de acolhimento no piso e painéis, enquanto superfícies claras e minerais ampliam a luminosidade e reforçam a sensação de leveza. Os painéis vazados funcionam como filtros solares e visuais, equilibrando transparência e privacidade, além de criar jogos de luz e sombra que se transformam ao longo do dia. A parede de tijolo é o elemento central que traz ousadia e cor para a residência.

A experiência do usuário foi pensada a partir do deslocamento pelo espaço: os ambientes se revelam gradualmente, alternando momentos de abertura e contenção. O mobiliário e a curadoria de objetos reforçam a ideia de um espaço vivido, onde o cotidiano não é apenas acomodado, mas valorizado como parte da arquitetura.

Mais do que uma simples reforma, o projeto propõe uma nova forma de habitar a estrutura existente, alinhada às dinâmicas contemporâneas e às necessidades de uma família em formação. Ao reorganizar fluxos, ampliar relações visuais e qualificar a presença da luz natural, a casa passa a operar como um organismo mais aberto, flexível e conectado ao entorno.

A principal contribuição do projeto está na criação de uma arquitetura silenciosa, que não busca se impor formalmente, mas oferecer suporte para a vida cotidiana. Um espaço pensado para acompanhar o tempo, os usos e as transformações naturais de quem o habita.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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