Arquitetura
Casa Osler / Scott and Scott Architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um bairro de Vancouver com declive voltado para o sul, a casa de meados do século é uma das poucas residências em estilo bangalô remanescentes em uma área da cidade onde, nas décadas de 1980 e 1990, lotes maiores passaram a ser valorizados para a construção de casas de maior porte. A residência de um pavimento e mezanino, projetada em 1952 e renovada em 1982 pelo arquiteto canadense Ron Thom, está inserida sob copas floridas. Os espaços da casa são protegidos por planos escalonados de cobertura em madeira 3×6, com a área de estar resguardada da rua por uma lareira de blocos de concreto; janelas altas abrem a casa para o sul, reforçando a relação com a luz e a paisagem.

O projeto consiste na renovação da residência de 240 m2, incluindo significativas melhorias sísmicas, estruturais e de desempenho térmico na estrutura original de madeira, que se encontrava deteriorada, bem como a adição de um terraço voltado para o sul, uma piscina e a respectiva edificação de apoio.

Enquanto a cobertura da lareira e a organização geral da casa foram preservadas, a escada de 1982 foi reconfigurada para permitir a entrada de luz natural no acesso principal, estabelecer uma conexão direta entre o pavimento inferior e o jardim lateral e criar uma escada iluminada para o pavimento superior. Os dormitórios e banheiros foram reavaliados, e a marcenaria da casa foi substituída para atender às necessidades do cliente.


A abordagem material do projeto foi orientada pelos elementos de madeira e blocos de concreto preservados da casa original. A revisão de documentos arquivados da residência, aliada ao desejo de empregar técnicas construtivas em madeiras locais, sustentou uma estratégia coerente e duradoura, alinhada à adotada pelo arquiteto original.

As janelas de madeira, fabricadas localmente, foram substituídas no próprio local, com ajustes nos espaços de estar para a criação de aberturas voltadas para a piscina, o terraço e o dormitório principal, fortalecendo a conexão com as copas das árvores. A cobertura estrutural foi reparada e finalizada com óleo. As paredes foram restauradas e finalizadas com placas de gesso pintadas, funcionando como fundo neutro para a coleção de arte do cliente. Os pisos do pavimento superior receberam acabamento em madeira, enquanto os níveis inferior e principal foram reforçados e finalizados com placas de tijolo, que se estendem até o novo terraço da piscina voltado para o sul. Quando apropriado ao uso, as placas de tijolo fazem a transição para uma superfície envidraçada.

O armazenamento funcional foi concentrado em blocos de armários de compensado com acabamento em óleo pigmentado, permitindo maximizar os espaços abertos ao mesmo tempo em que oferece armazenamento discreto para a cozinha, que foi reorientada em direção à área de jantar externa. Prateleiras de cedro são utilizadas em toda a casa como solução de armazenamento aparente.

A lareira da sala de estar foi prolongada, criando um recanto integrado à ela, com um sofá de concreto em balanço que amplia a área de estar sem reduzir a superfície útil do piso. Um segundo sofá externo de concreto configura uma área de estar ao ar livre entre a casa principal e a edícula, enquanto bancos de concreto com linguagem semelhante são posicionados nas entradas frontal e inferior da residência, bem como junto à piscina.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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