Arquitetura
Cadeiras do STF danificadas por criminosos foram projetadas por sobrevivente do Holocausto
Os atos criminosos que culminaram em vandalismo no domingo (8) deixaram um rastro de destruição nas sedes do Supremo Tribunal Federal (STF), do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional.
Uma imagem que circula nas redes sociais mostra o brasão da República apoiado em cima de uma das cadeiras dos ministros do STF do lado de fora do prédio.
De acordo com o Museu do Holocausto, a poltrona foi projetada por Jerzy (Jorge) Zalszupin Z”L, um dos sobreviventes do Holocausto.
Jorge nasceu em Varsóvia, na Polônia, em 1º de junho de 1922, em uma família judia integrada na sociedade polonesa. Ele era adolescente quando, em 1939, teve início a a 2ª Guerra Mundial.
O Museu do Holocausto conta que diante do avanço nazista, a família decidiu deixar a Polônia e, de carro, atravessou a fronteira com a Romênia. Sobreviveram ao Holocausto em Bucareste, escondendo o fato de que eram judeus. No país, Jorge teve a oportunidade de estudar arquitetura.
No pós-guerra, conheceu a obra de Oscar Niemeyer e decidiu vir para o Brasil em 1949. No país, obteve o contato do arquiteto Luciano Korngold, com quem trabalhou até abrir o próprio escritório.
Jorge se especializou no design de móveis. Integrou o grupo que, a convite de Niemeyer, nos anos 1960, concebeu e produziu móveis para gabinetes e palácios na construção de Brasília.
Entre suas obras mais conhecidas, estão as poltronas utilizadas pelos ministros do STF, depredadas por criminosos durante o ataque aos Três Poderes, no domingo (8).
“Projetei o espaldar bem alto para transmitir sobriedade aos juízes que ali sentassem”, comentou à Folha de S.Paulo a respeito da Ambassador Versão 2. “E há outras mais. Boa parte dos móveis do Judiciário brasileiro leva minha assinatura”, finalizou.
Ele faleceu em 17 de agosto de 2020, aos 98 anos de idade.
(Publicado por Lucas Rocha)
Fonte: CNN Brasil
Arquitetura
Testarossa une herança italiana e jeitinho brasileiro em drinques nada óbvios e ambiente para se admirar
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


