Conecte-se conosco

Arquitetura

A melhor forma de pendurar uma guirlanda na porta; veja

Publicado

sobre




A melhor forma de pendurar uma guirlanda na porta
Getty Images
Pendurar uma guirlanda na porta de casa é tradição. Mas existe um jeito certo de fazer isso sem prejudicar o material da sua entrada. Você já pensou nisso? Usar um prego para colocar o acessório natalino não é a melhor solução.
LEIA TAMBÉM
A melhor forma de pendurar uma guirlanda na porta
Getty Images
A designer de interiores Jade Oliver, da Express Bi-Folding Doors — fabricante de portas do Reino Unido —, indica o método ideal. “Furar ou martelar diretamente na sua porta pode causar danos a longo prazo, ou comprometer o isolamento e as vedações. Sempre opte por métodos não invasivos, como ganchos adesivos, ventosas ou fitas”, diz ela, em entrevista ao Home Building.
Felizmente, o mercado hoje facilita a decoração natalina. Para portas compostas e de madeira, por exemplo, é possível usar suportes metálicos próprios para guirlandas. O mesmo vale para portas de vidro.
“Tanto as portas de madeira quanto as de vidro precisam de um cuidado extra para evitar lascas, arranhões ou descascamento da tinta”, explica Jade.
Se preferir ventosas ou ganchos adesivos, verifique apenas se o item suporta ao menos 3 kg. Isso será suficiente para manter sua decoração no lugar.
Para portas de metal, há também ganchos magnéticos disponíveis no mercado. Em todos os casos, especialistas recomendam um cuidado extra: colocar feltros ou espuma na parte traseira da guirlanda para evitar que o movimento danifique o material da porta.



Fonte: Casa Vogue

Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Publicado

sobre




Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter



Fonte: Casa Vogue

Continue Lendo

Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

Publicado

sobre


Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

Continue Lendo

Arquitetura

Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

Publicado

sobre


Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects - Imagem 2 de 35Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects - Imagem 3 de 35Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects - Fotografia de Interiores, Cozinha, Madeira, VigaNova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects - Fotografia de ExteriorNova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects - Mais Imagens+ 30