Arquitetura
Antiga casa da família Gucci e Calvin Klein à venda por R$ 90 milhões; veja fotos | Casa Vogue Estate
Anunciada pela imobiliária Douglas Elliman, a propriedade também foi lar de embaixadores da Itália. “Uma bela casa neogeorgiana de tijolos e calcário de 1902, projetada pelos renomados arquitetos Hoppin & Koen para o renomado advogado Moncure Robinson. Mais recentemente, esta casa foi reformada e ocupada pelo magnata da moda, Calvin Klein, que a vendeu para a República da Itália para ser a residência de seu embaixador na ONU. O Sr. Klein comprou esta casa de outra marca famosa da moda: Gucci”, diz, o anúncio.
Arquitetura
Casa Reversa / Héctor Navarro + ARKHITEKTON

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- Área:
150 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Rothoblaas, Acaminetti, LA ESCANDELLA, Strugal

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada na Sierra de Ibio, na Cantábria, a casa se implanta em uma pequena vila que preserva tanto sua estrutura urbana quanto a coerência rural da paisagem, ainda pouco afetada pelas transformações que alteraram outros assentamentos próximos. O projeto nasce do desejo de se integrar a esse contexto, assumindo as limitações das regulamentações locais — que exigem continuidade formal e material com a arquitetura tradicional — e, ao mesmo tempo, explorando, a partir de uma abordagem contemporânea, formas de reinterpretar esse legado sem recorrer à reprodução literal.

A casa é concebida como um único volume em forma de “L” que se dobra sobre si mesmo para definir o jardim e criar um domínio doméstico protegido. Essa geometria organiza o programa em um único pavimento e permite que todos os ambientes usufruam de ventilação cruzada, abrindo-se para o sul e o oeste, enquanto se fecham para o norte e o leste. Voltada para a rua, a casa se apresenta como uma frente sólida de pedra — uma parede silenciosa que preserva a intimidade do lar — enquanto, a partir do jardim, revela seu contraponto: uma fachada aberta, leve e transparente, que intensifica a relação com a paisagem.

O telhado de uma água unifica a composição e reforça sua leitura como um corpo contínuo, quase como uma parede que se dobra sobre si mesma. A fachada externa é construída com pedra extraída do próprio local — seixos de rio da região, sem aporte externo — evocando a textura e a profundidade das paredes rurais cantábricas. As aberturas, de tamanhos e proporções variadas, aparentam uma disposição livre, mas se alinham com precisão à estrutura e às formas de uso de cada ambiente: em pé, sentado, deitado, em movimento. Esse ritmo comedido remete à arquitetura vernacular, em que adaptações funcionais ao longo do tempo deram origem a fachadas que narram suas próprias histórias. Em contraste, o lado interno do “L” é definido por aberturas do piso ao teto, estabelecendo um diálogo contínuo com o jardim: janelas menores emolduram fragmentos da paisagem como quadros, enquanto grandes panos de vidro a enfatizam e ampliam.



Em contraste com a massa pétrea da frente nordeste, a face interna do “L” é revestida em madeira escura e vidro, articulando a vida cotidiana com a paisagem ao redor. A madeira, tratada em tons escuros que remetem aos acabamentos tradicionalmente obtidos na arquitetura cantábrica por meio de óleos e pigmentos naturais, estabelece uma paleta coerente, complementada pela pedra calcária cinza do estuário de Tina Menor, utilizada tanto nos pisos internos quanto externos, reforçando o vínculo material com o território. A essa gama soma-se o vermelho — presente nas telhas cerâmicas e nos elementos de aço corten, como molduras, guarnições e a calha em balanço — transformando cada episódio de chuva em um pequeno acontecimento arquitetônico.


O layout distingue duas alas: uma dedicada às áreas de uso diurno — sala de estar, sala de jantar e cozinha articuladas em torno de uma lareira central e do alpendre — e outra destinada à zona noturna, que abriga o quarto principal e dois dormitórios adicionais, sendo um deles passível de transformação por meio de divisórias móveis.

Mais do que reproduzir a tradição, a casa opera em seu limiar: o ponto em que o vernacular e o contemporâneo se sobrepõem. Nessa tensão entre massa e leveza, opacidade e transparência, parede e vazio, a arquitetura afirma seu pertencimento ao lugar ao mesmo tempo em que se expressa de forma inequívoca no tempo presente.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Jardim de Infância / BauLab Prof. Rainer Hirth – Coburg University of Applied Science and Arts

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Sistema modular móvel, autossuficiente em energia e neutro em carbono para Waldkindergarten – Protótipo em Pinzberg, Alemanha, para 20 crianças.

Os materiais de construção são circulares, de ciclo fechado, completamente desmontáveis e produzidos localmente (apenas parafusos, sem grampos, pregos, adesivos, selantes, totalmente reutilizáveis).


O isolamento é feito de fardos de palha, que serão enterrados após a desmontagem, e possui 35 cm de espessura. O reboco, de 4 cm, é feito com argila proveniente de uma mina localizada nas proximidades. O canteiro de obras foi aberto para crianças e pais.


O sistema de suporte é feito em um exoesqueleto de madeira não tratada. Não foi utilizado nenhum material de construção que emitisse CO2, como cimento/cal, etc.

O edifício é elevado, com um impacto ambiental mínimo sobre o solo, à prova de inundações e de invasões de animais.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Acessibilidade Universal | Coruche / CVDB arquitectos + André Bengochea + HAHA Arquitectura Paisagista

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Com o objectivo de tornar a vila mais inclusiva e acessível a todos os cidadãos, a Câmara Municipal de Coruche decidiu promover dois projectos para o perímetro urbano da Calçadinha, que se denominam de “Mobilidade para Todos na Calçadinha” e “Requalificação Paisagística da Calçadinha”.


O projecto foca-se sobre a mobilidade urbana, que estabelece uma ligação universal entre a cota baixa e a cota alta da vila com a implantação de um elevador. O elevador está associado a um miradouro e a um percurso pelo topo da Encosta da Igreja. Esse percurso cruza a escadaria da Calçadinha por cima, através de um segundo passadiço que termina no largo junto à Estrada da Lamorosa.

A reabilitação da escadaria da Calçadinha garante um atravessamento confortável por um trajeto mais direto, com a reabilitação de elementos excecionais como as minas de água. Ao longo da calçadinha são estabelecidas zonas de estar, que permitem paragens e inclui a possibilidade de uso da bicicleta. O projecto abrange também o reordenamento dos lugares de estacionamento, nas cotas baixas junto ao elevador, que torna possível a criação de um novo passeio público e de uma ilha ecológica de apoio aos edifícios circundantes assim como a requalificação paisagística da encosta circundante.


A Requalificação Paisagística da Calçadinha, abrange a Encosta da Quinta do Lago e a Encosta da Igreja. São recuperados os percursos existentes, através da consolidação do pavimento, que permite ampliar a rede geral de percursos existentes. Foi realizada a manutenção e limpeza de áreas da arbustivas existentes, sendo retiradas as espécies invasoras.

A intervenção na Quinta do Lago contempla a recuperação do terreiro contíguo ao tanque e mina de água, através da sua repavimentação, reordenamento do mobiliário urbano e instalação prévia de infraestruturas, que permitirá futuramente a implementação de um Equipamento Urbano. O projecto na Encosta da Igreja, foi concebido com base no potencial, que a Encosta apresenta, para ser uma área de estadia e de Parque urbano para Coruche. Na área de promontório fica localizado o miradouro articulado com o Elevador.

Fonte: Archdaily
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