Arquitetura
Apartamento AEG / Studio MEMM

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- Área:
515 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Closet e acabamentos, Cozinha, Pedras, Vidros e Caixilhos

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizado no 20º andar de um edifício próximo ao Parque Ibirapuera, o Apartamento AEG, com 515m², se abre para a cidade com um horizonte de cerca de 270 graus, da Zona Oeste, Norte ao ABC Paulista. A partir dessa premissa a disponibilidade de um horizonte generoso o projeto assinado pelo Studio MEMM foi concebido para valorizar tanto a contemplação quanto a convivência, oferecendo soluções que equilibram integração e privacidade, fluidez e introspecção.


O foco principal do design de interiores foi a área social do apartamento, o coração da vida cotidiana da família e o principal cenário para encontros. A proposta buscou criar um ambiente capaz de se adaptar aos ritmos da família: momentos em que se deseja total integração entre estar, jantar e home theater, e outros em que privacidade, foco ou intimidade tornam-se essenciais.

Essa flexibilidade é possibilitada por painéis de madeira pivotantes que articulam os espaços com elegância e fluidez. Quando fechados, definem limites visuais e criam uma atmosfera mais intimista. Quando abertos, dissolvem as barreiras espaciais e ampliam a percepção do ambiente, oferecendo uma sensação de continuidade e abertura.

Um toque de contraste é introduzido pela presença de elementos metálicos, luminárias, detalhes do mobiliário e ferragens, que acrescentam brilho e refletem a luz natural que preenche o apartamento ao longo do dia. O resultado é uma atmosfera sofisticada e ao mesmo tempo sutil. Um equilíbrio entre o natural e o urbano, entre o permanente e o transformável. O aconchego da materialidade abraça e se reforça ao enquadrar a cidade através de suas janelas.


A varanda se destaca como espaço de respiro, tanto pela vista privilegiada quanto pelo desenho sensível. Voltada para o pôr do sol, ela precisava filtrar o calor da tarde e garantir privacidade em relação ao prédio vizinho.


A solução veio com uma estrutura de jardineiras de oito metros de comprimento desenhada pelo Studio MEMM que articula o ambiente. As jardineiras metálicas em tom cobre recebem o paisagismo assinado por Bia Abreu. Vasos neutros e vegetação criam uma barreira natural sutil, que protege visualmente os moradores sem bloquear a luz. No centro, uma tora de madeira sustenta um banco de cinco metros de extensão, que funciona como assento e apoio, reforçando a fluidez do espaço. Entre os destaques do ambiente, uma poltrona assinada por Niemeyer contribui para que a varanda fuja do rigor ortogonal do interior. Pode-se dizer que o espaço se abre como uma pausa visual e sensorial, acolhendo a paisagem da cidade com suavidade.

Nos quartos, o piso original em espinha de peixe foi mantido, valorizando a materialidade da madeira e reforçando a elegância atemporal do projeto. O dormitório principal segue o mesmo olhar sensível: aqui, a vista da cidade é protagonista, emoldurada pelas amplas aberturas do edifício. Cortinas voil, tapetes claros e enxoval em tons suaves criam uma atmosfera sofisticada e serena.

Entre os ambientes íntimos, o quarto infantil e a brinquedoteca trazem cor, funcionalidade e diversão. São espaços pensados para brincar e relaxar, em diálogo com a estética do restante do projeto e integrados à rotina da família. Enquanto o quarto as cores são mais suaves para garantir a tranquilidade no momento de dormir, já a brinquedoteca traz cores mais fortes, gavetas, caixas, escadas e beliches com redes. Tudo para colaborar com a formação infantil tanto criativa, quanto organizacional e motora.

Os banheiros, originalmente revestidos em mármore, foram preservados em sua maioria, com adaptações sutis nas marcenarias e nos elementos de vidro para manter a linguagem original do edifício. No lavabo, a proposta foi criar uma atmosfera com personalidade própria. O papel de parede em verde musgo, os metais bronzeados e a cuba em mármore bronze-armani estabelecem um diálogo refinado com os mármore travertino do piso da sala e os tons quentes da madeira, resultando em um ambiente que combina sofisticação, sobriedade e leve dramaticidade.

A cozinha, embora pensada prioritariamente para a equipe de apoio, também atende com praticidade ao uso cotidiano da família. A composição aposta em marcenaria em madeira, armários em vidro cinza ora fosco, ora brilhante e porcelanato em tom bege acinzentado, preservando a elegância e a harmonia com a área social.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cabana Vermelha / Wiki World + Advanced Architecture Lab

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Cabana Vermelha é um projeto experimental do “Merryda Wiki World • Secret Camp”, localizado dentro de uma floresta de metasequoia habitada por aves migratórias, onde mais de uma dúzia de casas na árvore estão discretamente aninhadas. A cliente é uma senhora que também é dançarina e espera que o Wiki World possa personalizar uma cabana de férias na floresta. Este projeto também faz parte da iniciativa “Escola de Construção Wiki”, co-construindo com a natureza, representando mais uma tentativa da nossa equipe de explorar a diversidade dos espaços de vida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
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