Arquitetura
Apartamento Duque / Atelier Aberto Arquitetura

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- Área:
99 m²
Ano:
2023
Fabricantes: Aramazém do Piso, Arauco, Dalle Piagge, Eliane Revestimentos, MANJABOSCO, Skania, Suvinil

Descrição enviada pela equipe de projeto. Os clientes, um casal que vive com seus dois gatos e um cachorro, chegaram com ótimas referências sobre o que desejavam para a reforma da área social de seu apartamento no centro histórico de Porto Alegre. Eles expressaram o desejo de misturar cores e texturas, além da necessidade de um espaço funcional para trabalhar em home office.



A proposta inclui mobiliário fixo com formas retas, acompanhando as linhas regulares do apartamento, preenchendo os dentes e nichos da planta baixa. O mobiliário solto, como sofá, mesas de centro, poltrona e mesa de jantar, foi escolhido com formas mais orgânicas. Quadros coloridos e plantas foram distribuídos por todos os cantos, trazendo vida e personalidade ao espaço.

Propusemos substituir a pintura cimentícia pré-existente em uma das paredes pelo “concreto de verdade”, apenas na estrutura. Para isso, o reboco foi removido de um pilar e uma viga, trazendo a textura desejada. O piso de parquet, que estava coberto por um piso vinílico amadeirado, foi restaurado e o piso da cozinha foi substituído. O forro foi mantido, apenas com a relocalização das luminárias para melhor aproveitamento da iluminação de acordo com o novo layout.


Na sala, propusemos o uso predominante de madeira e branco nos móveis, com cores vivas presentes na decoração (quadros, objetos, livros e plantas). Um banco e uma prateleira percorrem longitudinalmente toda a sala, servindo como assento na área de estar e jantar, junto à mesa. A mesa de trabalho foi posicionada longitudinalmente à janela, aproveitando a luz natural.

Na cozinha, as paredes e os móveis são vibrantes. A parede atrás da pia e do cooktop recebeu ladrilhos hidráulicos azuis, enquanto os armários verdes têm bordas cor de tijolo, a mesma cor da parede oposta ao ladrilho azul, um rosa cor de tijolo, trazendo contrastes e e um ar despojado. O resultado foi um apartamento que combina funcionalidade e aproveitamento inteligente dos espaços, com uma atmosfera divertida e elegante.


Fonte: Archdaily
Arquitetura
DW! São Paulo 2026: Kura inaugura primeiro espaço fixo com abertura do Ateliê Kaue Fuoco

Depois de seis anos ativando edifícios históricos de São Paulo por meio de ocupações artísticas, o Kura inaugura seu primeiro espaço permanente durante a DW! Semana de Design de São Paulo 2026. Batizado de Ateliê Kaue Fuoco, o novo endereço marca uma mudança de escala no percurso do coletivo, cuja trajetória foi construída a partir da relação direta com a arquitetura e a memória urbana.
Desde a origem na Ocupação 9 de Julho, passando pelo edifício da antiga Telesp e pelo Noviciado do Ipiranga, o Kura desenvolveu um modo particular de ocupar espaços: cada lugar é tratado como parte do processo criativo, influenciando as obras, os materiais e as conexões que surgem ao longo do tempo.
Instalado em frente ao histórico prédio da antiga Telesp, projetado pelo arquiteto Franz Heep, o novo ateliê ocupa dois andares e um mezanino. O espaço passa a funcionar como base para criação, pesquisa e encontros, além de concentrar parte do repertório material acumulado nas ocupações realizadas pelo coletivo.
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DW! São Paulo 2026: Kura inaugura primeiro espaço fixo com abertura do Ateliê Kaue Fuoco
A própria configuração do ateliê revela esse processo. Mobiliários foram desenvolvidos a partir de garimpos urbanos, enquanto materiais reaproveitados da antiga companhia telefônica aparecem ressignificados em diferentes elementos do ambiente. O resultado é um espaço que funciona simultaneamente como ateliê, arquivo e laboratório de experimentação.
Kaue Fuoco, idealizador da plataforma Kura
Filippo Bamberghi | Estilo: Adriana Frattini
Durante a DW! 2026, o endereço recebe também uma série de intervenções e ativações artísticas. Entre os convidados estão Cebola, que apresenta uma projeção no subsolo em diálogo com equipamentos da antiga Telesp; Diego Alcenso Lemos (DAL), que realiza a customização de uma motocicleta ao vivo; Rodolpho Rivolta, com uma obra interativa baseada em espelhos; e Fernanda Romão, que apresenta uma instalação inédita.
A programação inclui ainda o projeto musical Deep Black Sea, criado por Santi Roig e Fernanda Romão, ampliando o caráter híbrido do espaço. A abertura do Ateliê Kaue Fuoco consolida, assim, um novo capítulo para o Kura, que passa a traduzir em endereço fixo a mesma lógica de experimentação e ativação cultural que marcou suas ocupações pela cidade.
Mobiliários foram desenvolvidos a partir de garimpos urbanos, enquanto materiais reaproveitados da antiga companhia telefônica aparecem ressignificados em diferentes elementos do ambiente
Filippo Bamberghi | Estilo: Adriana Frattini
Captação de vídeo: Rafael Belém
Edição de vídeo: Caíque Soares
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
A casa de praia da arquiteta e designer Patricia Faragone, no Guarujá
Uma casa de vidro na mata, em que a simplicidade permite fácil leitura do projeto. É assim que a arquiteta, designer e artista Patricia Faragone resume o espírito de sua residência no Guarujá, litoral paulista. “Desde o início, queria uma casa de praia meio invisível na paisagem e com poucos elementos, algo que, para mim, é relaxante, não oferece poluição visual e funciona como um respiro.” Seu desejo era obter um espaço de liberdade, contato com a natureza, muita contemplação e inspiração para os trabalhos que são hoje seu grande foco profissional: tingimento manual de tecidos e, sobretudo, design de objetos de vidro soprado colecionáveis. “Não fosse pelo terreno em aclive acentuado, eu traria os fornos do meu ateliê para produzir minhas peças de vidro aqui”, diz ela, que integra o guia Homo Faber, plataforma digital global que mapeia e promove designers, artistas e artesãos de todo o mundo.
Arquitetura
Os segredos do design de interiores para melhorar a vida a dois
“De certa forma, a casa se torna um terceiro integrante do casamento. Ela pode tensionar ou sustentar. Pode invadir ou proteger. Um bom design de interiores não busca perfeição estética, mas coerência emocional: espaços em que exista intimidade sem isolamento, encontro sem invasão, ordem sem rigidez”, diz Paula. “Projetar para um bom casamento é, na verdade, projetar para que duas identidades possam crescer sob o mesmo teto sem deixar de se escolher todos os dias.”
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