Arquitetura
Apartamento Marquês / Bric Arquitetura | Portilho e Pantoja

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- Área:
84 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Cristalux iluminação, Ekko, Lumini, Novo ambiente

Descrição enviada pela equipe de projeto. Com a filha se mudando para o exterior, a publicitária decidiu iniciar uma nova fase de vida em um apartamento menor, mas mais funcional e conectado à sua rotina. Saiu de um imóvel antigo com mais de 200m² e escolheu um novo lar de 84m² na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A missão do projeto, assinado pela Bric Arquitetura, foi clara: reorganizar a planta para que cada metro quadrado tivesse propósito — e beleza.


A principal estratégia foi reconfigurar a planta original para ampliar os espaços de convivência. A sala, que antes ocupava apenas 12m², passou a ter generosos 41m², resultado da integração da antiga cozinha, dependências e um dos quartos. O novo layout concentrou os ambientes sociais, garantindo amplitude e conforto para receber amigos ou simplesmente relaxar assistindo TV. Além da área social, a planta contempla uma suíte com closet, um banheiro completo e um quarto extra que funciona como escritório ou quarto de hóspedes, pronto para receber a filha em visitas futuras.

A cozinha e a lavanderia, embora mantidas em suas posições originais, foram transformadas em áreas totalmente embutidas na marcenaria branca. Portas-camarão permitem esconder ou revelar os usos conforme necessário, contribuindo para a fluidez dos ambientes. Essa solução garante praticidade e discrição sem comprometer a funcionalidade.


Durante a obra, os arquitetos enfrentaram um desafio técnico: desníveis na laje original que impactariam o pé-direito. A resposta veio em forma de um elemento escultórico — um forro curvo de madeira e gesso apelidado de “casco de navio”. A solução não apenas corrigiu a estrutura como trouxe identidade ao projeto e suavidade visual ao espaço.


Outro destaque construtivo são os brises posicionados estrategicamente para permitir a entrada de luz natural, sem abrir mão da privacidade e do controle térmico. O uso de materiais como madeira natural, concreto aparente e tecidos leves (como o linho nas cortinas) criou uma atmosfera acolhedora, discreta e sofisticada.

Mais do que uma reforma, o projeto é uma tradução arquitetônica de um novo momento de vida: leve, prático e com escolhas construtivas inteligentes que revelam o cuidado em cada detalhe.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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