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As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho

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Entre os revestimentos mais especificados dos últimos anos, o piso vinílico proporciona uma excelente relação custo-benefício dada as vantagens que ele oferece.

Entre as vantagens que o vinílico proporciona para a decoração de interiores de casas e apartamentos, destacam-se a agilidade na instalação, a praticidade na limpeza e o conforto termoacústico.

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
Linha Recanto Doma Tarkett – Piso Vinílico Cor Trigo. (Tarkett/Divulgação)

Outro grande diferencial é variedade de formatos, modelos e designs. Com tantas opções disponíveis no mercado, é compreensível ter dúvidas sobre qual escolher. Uma das maneiras mais efetivas de se encontrar um caminho é pesquisar tendências.

Pensando nisso, consultamos a Tarkett para listar algumas das tendências que, na visão da marca, estão despontando no mercado recentemente. Confira:

Aconchego, mas com personalidade

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
Linha Recanto Doma Tarkett – Piso Vinílico Cor Café. (Tarkett/Divulgação)

Por conta da pandemia, muito se falou em aproveitar ao máximo a casa, transformada em uma espécie de “refúgio”. Na intenção de maximizar a sensação de conforto e acolhimento, escolhas mais seguras para a base da paleta, como o branco, o bege e o cinza, além de amadeirados clássicos, se sobressaíram.

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Embora sejam escolhas sofisticadas e atemporais, é mais difícil expressar uma personalidade marcante com essa base, fomentando uma grande procura por tons que mantenham a essência neutra, mas em cores mais expressivas.

Ambiente com piso vinílico com padrão geométrico.
Pisos Vinílicos Cores Blue Jeans; Moss Green; Light Grey e Dark Grey (Placas) – Linha Ambienta Coleção Make It – Tarkett. (Tarkett/Casa.com.br)

É um dos fatores que ajudam explicar a atual grande procura por variações de marrom, vermelho, amarelo e verde, os chamados tons terrosos, como terracota, ocre, verde-oliva, entre outros. Neste cenário, até mesmo os amadeirados ganham novo foco em tonalidades médias que remetem a experiências sensoriais, com padrões que remetem a um café quentinho ou chocolates com cremes de avelã, dialogando com a Mocha Mousse, Cor do Ano da Pantone.

Muito além do amadeirado

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
Linha Injoy – Piso Vinílico Cor Lucerna. (Tarkett/Divulgação)

Quando o assunto é piso vinílico, é provável que a primeira imagem que venha à cabeça é a de réguas no padrão amadeirado dando forma a um ambiente. As opções, contudo, vão muito além de imitar o visual da madeira e hoje o vinílico tem tantas opções de design quanto outros tipos de revestimentos, como cerâmicas e porcelanatos.

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Com tecnologias cada vez mais sofisticadas aplicadas na fabricação dos pisos, hoje é possível incorporar no vinílico, sobretudo nos heterogêneos, características que vão além do visual, implicando até mesmo em texturas diferenciadas que variam conforme o material a ser interpretado pelo produto.

Hoje, por exemplo, é possível escolher designs que vão das cores sólidas aos mármores clássicos, passando pelo visual moderno do granilite e do concreto aparente para chegar ao frescor contemporâneo trazidos pelas pedras e minerais.

Espinha e escama de peixe voltaram com tudo!

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
(Tarkett/Divulgação)

No lugar das réguas alinhadas, entra em cena a combinação entre a elegância das formas geométricas e a sensação de movimento que elas induzem. A espinha e escama de peixe se tornaram uma espécie de objeto de desejo no universo dos vinílicos.

Embora tenham nomes parecidos, não são a mesma coisa. A grande diferença entre é a maneira como as peças são instaladas no contrapiso/base. Na espinha, as réguas formam um ângulo de 45 graus em relação à parede. Já a escama forma um ângulo de 90 graus em relação à parede, com as peças intercaladas na vertical e horizontal.

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Se até mesmo nas paginações mais convencionais o planejamento é indispensável, imagine em uma opção mais ousada. É fundamental contratar mão de obra capacitada em piso vinílico e, preferencialmente, com experiência prévia neste tipo de paginação.

Formatos diferenciados

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
Linha Injoy – Piso Vinílico Cor Gnaisse. (Tarkett/Divulgação)

Paginações criativas, como a espinha ou a escama de peixe citadas acima, sempre vão demandar uma margem maior que convencional para cobrir as perdas de material, pois a disposição delas no ambiente requer uma quantidade maior de recortes.

Essa margem pode ser maior ou menor a depender da relação entre as dimensões do ambiente com o tamanho da régua de vinílico, e é por isso que hoje existem formatos diferenciados pensando em cobrir diferentes cenários de aplicação.

A Tarkett, por exemplo, desenvolveu uma régua em tamanho menor, a metade da convencional, justamente para facilitar paginações criativas em ambientes pequenos e estreitos, onde peças maiores implicariam em uma quantidade grande de recortes. Por outro lado, também há opções de placas na categoria grande formato, ideais para ambientes mais amplos e com ambientes integrados.

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Mantas: por que não?

As 5 principais tendências em pisos vinílicos para ficar de olho
(Tarkett/Divulgação)

Pela aplicação em larga escala em hospitais, escolas, lojas e restaurantes, provavelmente se criou a imagem em torno do piso vinílico em manta de que ele só pode ser utilizado nesse tipo de projeto, mas é importante lembrar que as mantas residenciais também são excelentes opções para o décor de interiores.

Embora não seja modular como as placas e réguas, as mantas oferecem vantagens adicionais. Além do visual monolítico e a selagem das juntas durante a instalação. As mantas podem revestir praticamente todos os ambientes, exceto banheiros com chuveiro. São especialmente indicadas para quartos, cozinhas e ambientes infantis, como brinquedotecas.



Fonte: Casa Abril

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Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo

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Localizada em Monte Mor, a cerca de 100 km de São Paulo e próxima a Campinas, esta casa de campo foi projetada e construída do zero pelo escritório DB Arquitetos, sob a autoria do arquiteto David Bastos, que já atende a família há muitos anos.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)

Com 922 m² de área construída em um terreno de 3.177 m², a propriedade foi concebida para transmitir sensação de liberdade, integração com a natureza e acolhimento, atendendo aos pedidos de um casal e seus três filhos.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)

O projeto organiza a casa principal em dois pavimentos: o térreo abriga living e sala de jantar integrados, cozinha, copa, hall/galeria, sala íntima, suítes e ambientes de serviço, enquanto o pavimento inferior é dedicado a um salão de jogos. Na parte mais baixa do terreno, um anexo de lazer integra espaço gourmet, ambientes de estar, lavabos e piscina.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)
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A arquitetura privilegia materiais naturais e soluções construtivas que reforçam a conexão com o entorno: a estrutura mista de concreto e vigas de aço é revestida em madeira, presente em esquadrias, portas, painéis e pergolados.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)

Galpão é transformado em incrível loft minimalista suspenso na mata

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)
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Os pisos em caco de basalto e o forro de palha natural nos pergolados adicionam textura, rusticidade e acolhimento. O pé-direito da área social acompanha a inclinação do telhado, alcançando 6,15 metros no ponto mais alto, valorizando a entrada de luz natural e a sensação de amplitude.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)

A decoração, integralmente nova, harmoniza materiais, cores e texturas a partir de escolhas-chave, como o sofá de couro caramelo e a mesa de jantar em mármore brasileiro. A paleta é predominantemente neutra, valorizando madeira e pedra, com toques de cores vivas em objetos decorativos que criam personalidade.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.

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Destaques na área social incluem iluminação planejada, adega walk-in e integração com a varanda e área externa. No anexo de lazer, a piscina em pedra natural, o mobiliário colorido e o forro em palha natural reforçam o caráter acolhedor, enquanto a bancada e a ilha em mármore verde Guatemala acrescentam sofisticação.

O conceito da casa prioriza convívio em diferentes escalas, desde momentos intimistas à beira da lareira até encontros maiores no espaço gourmet e nas mesas de jantar. O maior desafio do projeto foi adequar a arquitetura ao desnível do terreno, tarefa que, segundo David Bastos, “foi resolvida de forma fluida, sem contratempos”.

Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)

O resultado é uma residência contemporânea com toque rústico acolhedor, que combina integração com a natureza, uso de materiais naturais e soluções pensadas para o conforto e a convivência familiar. O projeto, incluindo decoração, foi desenvolvido ao longo de quatro anos, entre 2020 e 2024.

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Deslumbrante! Liberdade, integração com a natureza e acolhimento norteiam casa de campo. Projeto de DB Arquitetos.
(Fran Parente/Divulgação)





Fonte: Casa Abril

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Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa

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Quando temos um quintal ou uma área externa generosa, quase sempre surge a mesma pergunta: como proteger o espaço do sol e da chuva sem abrir mão do conforto ou da estética? Seja para ampliar o uso das áreas de lazer, criar uma sombra agradável ou tornar o ambiente mais convidativo ao longo do dia, a cobertura passa a ser uma peça-chave do projeto.

Para o arquiteto Bruno Moraes, à frente do BMA Studio, a decisão do modelo adequado para o projeto vai muito além da função básica de proteção. A tipologia influencia diretamente no bem-estar térmico, na entrada de luz e ventilação natural, no consumo energético e até na identidade da construção.

“Não existe uma cobertura melhor do que a outra, mas sim aquela que faz mais sentido para cada projeto, sempre considerando o uso do espaço, clima, arquitetura e o estilo de vida dos moradores”, explica o arquiteto.

Estrutura de madeira e telhas de barro

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Durante a obra, Bruno Moraes optou por manter as telhas de barro para manter a identidade do lar. “O segredo está em reinterpretar esse material dentro de uma linguagem arquitetônica atual”, explica o arquiteto | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)

Uma das escolhas mais clássicas na arquitetura brasileira, especialmente em projetos residenciais, são as telhas de barro. Duráveis e ótimas para absorver calor, elas contribuem com o frescor dos ambientes internos, mesmo nas regiões de clima predominante quente.

Além da eficiência, carregam um valor afetivo e cultural que as tornaram atemporal nos projetos. “Hoje, temos versões mais precisas, com encaixes aprimorados e variações de acabamento, mas a essência segue a mesma”, ressalta Bruno.

Telhas translúcidas

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Hoje já existem modelos com proteção UV e melhor controle térmico, reduzindo o impacto do calor excessivo. Nesta área gourmet, o arquiteto Bruno Moraes inseriu algumas telhas translúcidas para a claridade no espaço | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)
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Menos comuns, as telhas translúcidas são semelhantes às telhas de barro, porém priorizam mais a iluminação natural e a redução do consumo energético. O profissional explica que são muito adotadas em áreas de serviço, corredores, garagens e áreas externas cobertas.

Mas seu desafio está na dosagem. O uso pontual e estratégico das telhas translúcidas é o que garante o resultado sem comprometer a eficiência térmica, especialmente quando combinadas com outros materiais.

“Ela precisa ser pensada como um recurso arquitetônico, não apenas funcional. Quando empregada com critério, transforma a percepção da área externa e melhora a experiência cotidiana”, destaca o profissional.

Projetos com soluções criativas e personalizadas de arquitetura!

Coberturas de vidro

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Para aproveitar a vista e a área spa do apartamento, o arquiteto Bruno Moraes implementou uma cobertura de vidro, devidamente suportada em uma estrutura metálica, para valorizar o uso diário do ambiente | Projeto BMA Studio. (Mariana Orsi/Divulgação)
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As coberturas de vidro representam uma escolha altamente valorizada nos projetos contemporâneos, pois permite máxima entrada de luz natural e cria uma conexão direta entre interior e exterior especialmente em jardins, pátios internos, áreas gourmet e varandas.

Com o avanço da tecnologia, o vidro passou a oferecer ainda mais segurança com opções laminadas, temperadas e de controle solar. “Esteticamente, o material confere leveza à estrutura e valoriza a arquitetura, resultando em ambientes luminosos, e visualmente amplos. A atenção maior fica por conta da especificação correta e da integração com sistemas de ventilação e sombreamento”, comenta Bruno.

Coberturas artesanais

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Um clima praiano e rústico na varanda que antecede a entrada do projeto. A cobertura de palhinha com varal de luz convida os visitantes a permanecerem no local | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)

As coberturas artesanais, feitas de fibras naturais como palha, bambu ou tramas de fibras sintéticas com aparência natural resgatam técnicas tradicionais e imprimem um forte caráter sensorial aos espaços. Além do apelo estético, oferecem bom desempenho na filtragem da luz, concebendo sombras suaves e um ar mais natural.

Uso híbrido

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Mesclando três tipos de cobertura, de barro, translúcida e de vidro, o arquiteto Bruno Moraes conseguiu implementar uma infraestrutura completa para maior proveito da área gourmet | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)
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Outra tendência atual é o uso híbrido de coberturas, combinando diferentes materiais em um mesmo projeto, como as coberturas de barro com as de vidro da imagem acima. Essa estratégia permite extrair o melhor desempenho de cada sistema ao equilibrar luz, ventilação, conforto térmico e estética.

“É comum, por exemplo, associar telhas de barro com trechos translúcidos, ou estruturas metálicas com painéis de vidro. O resultado são espaços mais dinâmicos, adaptáveis às diferentes funções e horários de uso”, explica.

Coberturas móveis

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Nesta cobertura, o arquiteto Bruno Moraes projetou um telhado com estrutura em serralheria que abre e fecha quando necessário. Assim, o morador pode desfrutar o espaço mesmo em dias frios | Projeto BMA Studio. (Mariana Orsi/Divulgação)

Por fim, as coberturas móveis vêm se destacando como uma das soluções mais desejadas, especialmente em áreas externas como rooftops e espaços gourmet, devido ao potencial flexível de poder abrir ou fechar o ambiente conforme o clima, a incidência solar ou o tipo de uso.

Esses sistemas podem ser compostos por estruturas metálicas com painéis retráteis de vidro, policarbonato ou tecidos técnicos, na maioria das vezes automatizados. Assim, o espaço se transforma ao longo do dia, oferecendo proteção em dias chuvosos e abertura total em momentos de clima agradável.

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“Recomendo sempre orçar esse tipo de solução com um profissional especializado. Além da qualidade do acabamento, isso evita dores de cabeça futuras, como infiltrações ou até danos a equipamentos e mobiliário”, finaliza Bruno Moraes.





Fonte: Casa Abril

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Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória

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O escritório Metro Arquitetos assina o projeto arquitetônico do Cais das Artes, em Vitória (ES), última obra de Paulo Mendes da Rocha a entrar em funcionamento. Concebido inicialmente pelo arquiteto em 2007, o projeto abriu para o público no final de janeiro. Em março, o equipamento entra em funcionamento, com abertura do museu, primeira etapa do conjunto a ser entregue.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Implantado na Enseada do Suá, em uma extensa esplanada aterrada em frente ao canal que conforma a ilha de Vitória, o projeto do Cais das Artes articula museu e teatro concebidos para receber eventos artísticos de grande porte. A proposta arquitetônica estabelece uma relação direta com o entorno paisagístico, histórico e urbano da cidade, marcada pela presença do porto e pela conformação natural da baía.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

O partido do projeto organiza-se a partir de uma ampla praça pública aberta ao uso cotidiano, configurada como um passeio junto ao mar. Os edifícios são elevados do solo, solução que permite visuais livres e desimpedidos desde a praça para a paisagem circundante, incluindo o movimento das docas, vista para a Vila Velha e o Convento da Penha, localizado do outro lado do canal.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O edifício do museu é estruturado por duas grandes vigas paralelas em concreto armado protendido, elevadas a três metros do solo, com apenas três apoios cada e afastadas entre si por 20 metros. Entre elas, organizam-se salões expositivos distribuídos em três níveis principais, com iluminação natural indireta garantida por caixilhos inclinados. Parte do programa concentra-se em uma torre anexa, conectada ao corpo principal por passarelas.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória

Brises e panos de vidro dão transparência para casa em Brasília

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O teatro, com capacidade para 1.300 espectadores, é organizado a partir de duas galerias laterais que concentram circulações, áreas técnicas e camarins, enquanto o espaço central abriga plateia, balcões, palco e coxias. Assim como o museu, o edifício é elevado do solo, tocando o chão apenas nas áreas técnicas sob o palco e no restaurante, que se abre para um passeio coberto junto ao mar, com pilares implantados diretamente na água.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Para Gustavo Cedroni, o projeto vai muito além do programa e das edificações em si. “Ele reflete a visão de mundo de Paulo Mendes da Rocha, que sempre defendeu que áreas com frente para o mar fossem espaços públicos e não privados. O Cais das Artes materializa esse ideal e carrega uma forte dimensão afetiva, já que Vitória foi a cidade onde ele nasceu e viveu a sua infância. Para nós, que ouvimos tantas histórias sobre a relação do homem com o mar, sobre o sabor das frutas locais e a sombra das árvores, é uma enorme emoção ver esse projeto e essas memórias finalmente realizados”, diz Cedroni.

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(Metro Arquitetos/Divulgação)
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Martin Corullon destaca o impacto urbano e simbólico do conjunto. “É um projeto extraordinário porque se trata de uma arquitetura que transforma a paisagem e atua na escala da cidade. É um privilégio ter participado de algo com esse alcance, que além da paisagem, certamente impactará positivamente a cultura da região. Depois de tantos anos de incerteza, é muito gratificante ver um projeto público dessa importância ser concluído com respeito à sua concepção original.”

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Segundo o arquiteto, o Cais das Artes também marca um ciclo profissional: “Do ponto de vista pessoal, o projeto conclui simbolicamente uma parceria de quase trinta anos com Paulo Mendes da Rocha e sintetiza uma visão de arquitetura e de mundo que foi formadora para mim.”

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O projeto do Cais das Artes teve início em 2007, com autoria de Paulo Mendes da Rocha e coautoria de Gustavo Cedroni e Martin Corullon, do Metro Arquitetos. A arquiteta Anna Ferrari integrou a equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto. As obras começaram em 2011, mas foram posteriormente adiadas. Retomado em 2025, o projeto entra agora na fase de abertura ao público, com a entrega gradual do complexo cultural ao longo de 2026.

O Cais das Artes é um equipamento cultural da Secretaria da Cultura do Espírito Santo e tem sua gestão realizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).





Fonte: Casa Abril

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