Arquitetura
Azul puro: a cor do ano da Coral para 2026 nos convida a abraçar nossa criança interior | Design
“O azul é universalmente amado e, neste ano, convida cada pessoa a encontrar o tom que lhe seja pessoal, trazendo calma, energia e alegria ao cotidiano”, acredita Heleen van Gent, diretora criativa do Centro de Estética Global da AkzoNobel e líder da equipe de pesquisa. “Essa cor sempre foi especial. No passado, era um pigmento caríssimo, reservado a reis, rainhas e figuras religiosas. Hoje, continua muito valorizado, associado ao mar, ao céu, até à proteção. Dos jeans à arquitetura, é versátil e emocional. Existe um azul para cada pessoa.” A seguir, Heleen reflete sobre os matizes da Coral que vão colorir 2026.
Tem tudo a ver com criatividade. Perguntamos: se o mundo é moldado pela inteligência artificial, pela digitalização e por mudanças constantes, do que as pessoas precisam? De cores que as apoiem emocionalmente, em casa, no trabalho ou em espaços de saúde. Nosso papel é curar paletas que atendam a essas necessidades, mas deixando espaço para cada um aplicar criatividade nos seus ambientes.
O azul é atemporal. É a cor mais apreciada no mundo – 70% das pessoas dizem ser sua favorita. É também a primeira cor que os bebês veem ao abrir os olhos: o céu. É familiar. As pessoas reconhecem, entendem e amam o azul. Ao mesmo tempo, esse cobalto vibrante é muito atual no design, na moda e na arquitetura. E, no campo emocional, traz calma e conexão, algo de que todos precisamos hoje.
Criamos três histórias de cores, três ritmos e três paletas. A primeira, chamada Acordes silenciosos, reflete a vida em um mundo acelerado. Entre e-mails e demandas constantes, as pessoas buscam dar um passo atrás, criar seu espaço pessoal e encontrar momentos de desconexão. A meditação, por exemplo, vem ganhando relevância não apenas pelo bem-estar que proporciona, mas também como estratégia de negócios, sendo reconhecida como fonte de foco e criatividade. Até redes de hotéis, como o Hilton, investem em retiros de sono, mostrando que desacelerar e olhar para dentro de si é uma necessidade crescente. A proposta desta paleta é justamente oferecer cores que ajudem a criar esse espaço de introspecção e equilíbrio.
A segunda, Bossa nova da alma, aposta na conexão com o mundo ao redor. Em tempos de avanços tecnológicos e inteligência artificial, há uma busca por experiências tangíveis: contato com a natureza, alimentação de qualidade e relações humanas olho no olho. Essa paleta se inspira em elementos da terra, combinando com tons de azul claro que remetem ao céu e reforçando a ideia de pertencimento a um ecossistema maior, tanto físico quanto emocional.
Por fim, a terceira paleta, Folia tropical, surge em resposta às mudanças sociais e culturais, como a fluidez de gênero e novas configurações familiares. Ela convida a olhar o mundo de outra perspectiva, colorir fora das linhas e abraçar a própria criança interior. É nesse contexto que o Azul Puro, cor do ano, se destaca: vibrante, energético e inspirador, projetado para envolver quem busca se conectar a essa narrativa visual e emocional.
Primeiro, abrir os olhos para as cores que já estão ao redor – na natureza, nas cidades, no dia a dia. Depois, ouvir de verdade os clientes; eles costumam revelar o que desejam. A partir daí, usar o olhar profissional para propor soluções. E lembrar que a personalização é essencial: a cor é o caminho mais imediato para fazer um espaço ressoar com as emoções e histórias das pessoas.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
8 exposições internacionais de design esperadas para o início de 2026
Esta grande retrospectiva é dedicada à obra do casal Lella e Massimo Vignelli e revisita suas contribuições decisivas para a evolução do design internacional e da cultura gráfica. A partir de uma curadoria única de objetos, móveis, interiores, desenhos, maquetes, esboços, fotografias, manuais, marcas, livros e revistas, a exposição reconstrói a trajetória intelectual da dupla, moldada por comunidades criativas internacionais e pelo diálogo entre Milão — marcada pelo renascimento cultural do pós-guerra — e Nova York, onde os Vignelli se estabeleceram em 1965. Desenvolvida em colaboração com o Vignelli Center for Design Studies, do Rochester Institute of Technology, e com a família Vignelli.
Arquitetura
Testarossa une herança italiana e jeitinho brasileiro em drinques nada óbvios e ambiente para se admirar
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
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