Arquitetura
Banheiros Públicos do Sifang Art Lake District, em Nanjing / WUWU Atelier, ADINJU

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A Nuvem sobre as Árvores
Aninhada no bosque de pinheiros ao lado do estacionamento, a construção se apoia em um terreno suavemente inclinado, com desnível de 2 a 3 metros em relação ao pavimento. Painéis irregulares de concreto, com textura natural, flutuam como nuvens entre os pinheiros, sustentados por colunas com diâmetro semelhante ao das árvores, criando harmonia com o entorno. Elevado, o sanitário oferece aos visitantes uma perspectiva incomum — o olhar na altura da copa das árvores.


No centro da planta, um espaço aberto de descanso se volta para a mata densa, estabelecendo um ponto de diálogo entre a arquitetura e a floresta. Um pinheiro preservado atravessa a edificação, contando a história do lugar e permitindo que um toque de chuva penetre no ambiente.



Todas as cabines possuem janelas do piso ao teto voltadas para o bosque, envolvendo o usuário na paisagem como se atendesse ao chamado da natureza em meio à mata. Equipadas com vidro elétrico jateado, que garante privacidade quando acionado, as janelas oferecem liberdade tanto para os mais ousados quanto para os mais reservados. A estrutura elevada mantém a continuidade do terreno inclinado abaixo, permitindo a livre circulação de plantas e insetos. A aproximação à mata densa adota uma postura de baixa intervenção, valorizando as características originais do lugar.


A Janela no Vale
Localizada em um vale ao longo da estrada circular do parque, a construção se posiciona cerca de três metros abaixo do nível da via — altura equivalente a um pavimento. Vista da estrada, quase desaparece. Apenas a escada de acesso e um elevador para pessoas com mobilidade reduzida surgem no topo, insinuando sua presença.


A estreita escadaria conduz o visitante da natureza para a arquitetura, do espaço aberto para o fechado, funcionando como um prólogo e uma transição antes que a natureza se revele novamente. Quando isso acontece, ela é enquadrada e ressaltada por janelas longas e irregulares, como olhos estreitos, que permitem contemplar o vale e atribuem novo significado ao lugar.


O teto e as paredes exibem uma textura aleatória e orgânica, evocando uma caverna subterrânea voltada para o vale. As superfícies brutas e naturais de concreto contrastam com paredes e pisos lisos, aproximando o artificial e o natural, o plano e o rugoso, em uma tentativa de aguçar os sentidos e proporcionar uma experiência física singular. Um óculo circular acrescenta um inesperado sentido de ritual ao uso do espaço, garantindo privacidade e, ao mesmo tempo, permitindo a entrada de luz natural e um vislumbre do céu.


O edifício está encaixado entre duas encostas, que se estendem para o interior e criam um gesto de entrelaçamento com a terra. Vista da estrada, a forma do sanitário público é ambígua; somente ao contornar o terreno é que sua imagem se revela por completo. A janela funciona como uma fenda, permitindo espiar o vale verdejante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

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