Arquitetura
Bay House / McLean Quinlan

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- Área:
550 m²
Ano:
2024
Fabricantes: panoramah!®, Bulthaup ‘B3’, ByCocoon, Clayworks, McLean Quinlan, Mosa, Solid Floor

Descrição enviada pela equipe de projeto. O escritório britânico de arquitetura McLean Quinlan concluiu a Bay House, uma residência de baixo consumo energético localizada em uma vila costeira no norte de Devon. A casa de cinco quartos equilibra interiores iluminados e acolhedores, móveis sob medida e uma fachada de pedra resistente, capaz de enfrentar o clima rigoroso do litoral.

A Bay House foi implantada em um terreno íngreme que acompanha a curva da estrada. De um lado, há amplas vistas da costa; do outro, uma paisagem rural bucólica. Essa localização bela, porém desafiadora, influenciou fortemente o projeto da residência, que se curva de forma sutil em conformidade com os limites do lote.

Os arquitetos projetaram a casa para se desenvolver ao longo do terreno em declive; os pavimentos acompanham a topografia natural, descendo de um a três andares. Graças à implantação cuidadosa, a volumetria da casa não se revela de imediato. À primeira vista, parece ocupar apenas um único nível térreo, mas se estende e se desdobra para formar uma residência contemporânea em camadas, revelando gradualmente seus espaços e vistas à medida que o visitante percorre o edifício.

A Bay House foi projetada para uma família ativa e engajada com a comunidade, que pratica surfe, ciclismo e caminhadas na região. A organização dos espaços permite que os moradores retornem de suas atividades e guardem bicicletas, pranchas e botas sujas na garagem e nas áreas de serviço. Essas zonas mais funcionais ficam separadas das áreas de estar por um escritório e um hall de entrada generoso, iluminado por grandes panos de vidro do piso ao teto, voltados para um pátio protegido, onde foi plantado um pinheiro local.

No térreo, os espaços foram planejados para aproveitar ao máximo as vistas do oceano e do vale, tanto a leste quanto a oeste. As amplas aberturas envidraçadas do piso ao teto nas áreas integradas de estar, cozinha e jantar inundam os ambientes com luz natural, criando a sensação de estar imerso na paisagem, mas protegido dos ventos e do clima. A sala de estar se abre para terraços na frente e nos fundos, enquanto a suíte principal desfruta ainda de uma varanda externa protegida.

Os pavimentos são conectados por um hall de escadas no lado sul da planta. Esse espaço envidraçado é protegido do sol de verão por painéis de carvalho inclinados, que interrompem a rigidez da fachada de pedra. Uma escada sob medida em carvalho conecta os níveis, com degraus flutuantes que permitem a passagem da luz.

Nos andares inferiores estão uma casa de máquinas, estúdio de ioga e mais quatro dormitórios. O acesso ao exterior foi priorizado em todos os pontos: janelas profundas emolduram a paisagem, e três terraços adicionais — junto ao estúdio de ioga, ao hall de escadas e aos quartos — oferecem recantos tranquilos para apreciar um café da manhã ao ar livre.

O McLean Quinlan também foi responsável pelo design de interiores da Bay House. Inspirada na paisagem ao redor, a paleta de materiais inclui carvalho engenheirado da Solid Floor para pisos e painéis de parede, combinado a paredes claras em gesso e grandes placas cerâmicas. A marcenaria sob medida, desenvolvida pelo escritório, alia praticidade e sofisticação, com peças em carvalho liso e serrado, complementadas por ferragens em latão escovado. A diretora Fiona McLean desenhou um banco de carvalho para o hall de entrada, que recebe os visitantes.

Seguindo princípios passivos, a residência incorpora sistemas eficientes de energia. Altamente isolada e com envelope térmico vedado, é aquecida por bomba de calor geotérmica e sistema de ventilação com recuperação de calor. Um telhado verde cobre a casa, escondendo discretamente, atrás de um parapeito baixo, uma ampla área de painéis solares fotovoltaicos.

A estrutura também desempenha papel essencial. Para prevenir problemas de umidade e aprimorar o desempenho térmico, os arquitetos criaram um vazio técnico ao longo de toda a fachada posterior. Esse espaço de 80 centímetros abriga instalações e funciona como camada protetora, garantindo a durabilidade da Bay House.

A residência reflete a abordagem do McLean Quinlan de criar casas em harmonia com a paisagem. A pedra Purbeck, extraída em Dorset, reveste a fachada robusta e resistente, escolhida para dialogar com os tons das dunas de areia vizinhas. No paisagismo, desenvolvido em parceria com o escritório local Eden Design, utilizou-se granito cinza-escuro da região e espécies nativas de gramíneas costeiras, que integram a casa à encosta.

As obras da Bay House começaram em maio de 2021 e foram concluídas em maio de 2024. O escritório foi escolhido por seu cuidado extremo nos detalhes e pela experiência em projetar casas sustentáveis que se inserem no contexto natural. O resultado é um refúgio tranquilo, pensado para tirar o máximo proveito de sua localização sublime.

Alastair Bowden, diretor do McLean Quinlan, disse: “Trabalhamos em paisagens excepcionais em todo o mundo, e a costa norte de Devon oferece um ambiente natural de grande força, que serviu de inspiração. A Bay House reúne muitas das nossas paixões — detalhamento preciso, marcenaria refinada, interiores táteis e sistemas de baixo consumo energético — em uma casa elegante e contida. É um gigante gentil, perfeitamente integrado ao lugar, mas generoso em espaço para que nossos clientes recebam amigos e familiares com conforto.”

Fonte: Archdaily
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
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Fonte: Casa Vogue
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