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Brises e ripas em metal e concreto garantem…

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Assinada pelos arquitetos e urbanistas Thiago Benedetti Brugnolo e Mariana Rotta, sócios à frente do escritório Taguá Arquitetura, esta casa nasceu com a proposta de unir privacidade, funcionalidade e acolhimento em um terreno de 450 m².

Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)

Com as áreas sociais estrategicamente dispostas no centro do lote, o projeto foi pensado para favorecer o convívio dos moradores com seus familiares, a integração entre os espaços internos e externos e o máximo aproveitamento da luz natural.

“Desde o início, nossa intenção foi garantir uma circulação fluida, mas ao mesmo tempo preservar momentos de intimidade, com soluções que valorizassem tanto a convivência quanto o recolhimento”, explicam os arquitetos.

Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)
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Logo na entrada, um hall distribui o fluxo entre a escada de acesso ao pavimento superior — onde ficam os dormitórios e um escritório com vista para o living — e as áreas sociais integradas à área gourmet externa. Essa conexão pode ser visual ou física, graças à abertura total de um pano de vidro que une os dois ambientes.

Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)

Privacidade também é palavra-chave na implantação: o bloco de serviços, com lavanderia e quarto de hóspedes, ocupa a lateral oeste do lote, garantindo discrição às áreas sociais. Já as fachadas laterais apresentam aberturas pontuais, reforçando a sensação de resguardo.

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Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)

O volume térreo é todo revestido em ripas de concreto, com destaque para o contraste visual e tátil das ripas de alumínio amadeirado utilizadas entre a garagem e a escada.

Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)
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No pavimento superior, o volume repousa sobre o térreo com leveza, revestido em brises de alumínio amadeirado com abertura tipo camarão, que permitem controlar a entrada de luz e oferecem dinamismo à fachada. Um beiral metálico amplia o sombreamento e contribui para o conforto térmico.“Trabalhamos com o equilíbrio entre a solidez do concreto e a suavidade da madeira, tanto para reforçar a identidade da casa quanto para criar atmosferas mais acolhedoras e humanas”, completa o casal de arquitetos.

Brises e ripas em metal e concreto garantem privacidade e transparência nesta casa. Taguá Arquitetura.
(Manuel Sá/Divulgação)

O living com pé-direito duplo conecta visual e espacialmente os dois pavimentos, favorecendo o diálogo entre os ambientes e o dia a dia da família — exatamente como propõe a essência do projeto.

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Fonte: Casa Abril

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Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa

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Quando temos um quintal ou uma área externa generosa, quase sempre surge a mesma pergunta: como proteger o espaço do sol e da chuva sem abrir mão do conforto ou da estética? Seja para ampliar o uso das áreas de lazer, criar uma sombra agradável ou tornar o ambiente mais convidativo ao longo do dia, a cobertura passa a ser uma peça-chave do projeto.

Para o arquiteto Bruno Moraes, à frente do BMA Studio, a decisão do modelo adequado para o projeto vai muito além da função básica de proteção. A tipologia influencia diretamente no bem-estar térmico, na entrada de luz e ventilação natural, no consumo energético e até na identidade da construção.

“Não existe uma cobertura melhor do que a outra, mas sim aquela que faz mais sentido para cada projeto, sempre considerando o uso do espaço, clima, arquitetura e o estilo de vida dos moradores”, explica o arquiteto.

Estrutura de madeira e telhas de barro

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Durante a obra, Bruno Moraes optou por manter as telhas de barro para manter a identidade do lar. “O segredo está em reinterpretar esse material dentro de uma linguagem arquitetônica atual”, explica o arquiteto | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)

Uma das escolhas mais clássicas na arquitetura brasileira, especialmente em projetos residenciais, são as telhas de barro. Duráveis e ótimas para absorver calor, elas contribuem com o frescor dos ambientes internos, mesmo nas regiões de clima predominante quente.

Além da eficiência, carregam um valor afetivo e cultural que as tornaram atemporal nos projetos. “Hoje, temos versões mais precisas, com encaixes aprimorados e variações de acabamento, mas a essência segue a mesma”, ressalta Bruno.

Telhas translúcidas

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Hoje já existem modelos com proteção UV e melhor controle térmico, reduzindo o impacto do calor excessivo. Nesta área gourmet, o arquiteto Bruno Moraes inseriu algumas telhas translúcidas para a claridade no espaço | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)
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Menos comuns, as telhas translúcidas são semelhantes às telhas de barro, porém priorizam mais a iluminação natural e a redução do consumo energético. O profissional explica que são muito adotadas em áreas de serviço, corredores, garagens e áreas externas cobertas.

Mas seu desafio está na dosagem. O uso pontual e estratégico das telhas translúcidas é o que garante o resultado sem comprometer a eficiência térmica, especialmente quando combinadas com outros materiais.

“Ela precisa ser pensada como um recurso arquitetônico, não apenas funcional. Quando empregada com critério, transforma a percepção da área externa e melhora a experiência cotidiana”, destaca o profissional.

Projetos com soluções criativas e personalizadas de arquitetura!

Coberturas de vidro

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Para aproveitar a vista e a área spa do apartamento, o arquiteto Bruno Moraes implementou uma cobertura de vidro, devidamente suportada em uma estrutura metálica, para valorizar o uso diário do ambiente | Projeto BMA Studio. (Mariana Orsi/Divulgação)
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As coberturas de vidro representam uma escolha altamente valorizada nos projetos contemporâneos, pois permite máxima entrada de luz natural e cria uma conexão direta entre interior e exterior especialmente em jardins, pátios internos, áreas gourmet e varandas.

Com o avanço da tecnologia, o vidro passou a oferecer ainda mais segurança com opções laminadas, temperadas e de controle solar. “Esteticamente, o material confere leveza à estrutura e valoriza a arquitetura, resultando em ambientes luminosos, e visualmente amplos. A atenção maior fica por conta da especificação correta e da integração com sistemas de ventilação e sombreamento”, comenta Bruno.

Coberturas artesanais

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Um clima praiano e rústico na varanda que antecede a entrada do projeto. A cobertura de palhinha com varal de luz convida os visitantes a permanecerem no local | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)

As coberturas artesanais, feitas de fibras naturais como palha, bambu ou tramas de fibras sintéticas com aparência natural resgatam técnicas tradicionais e imprimem um forte caráter sensorial aos espaços. Além do apelo estético, oferecem bom desempenho na filtragem da luz, concebendo sombras suaves e um ar mais natural.

Uso híbrido

Mais tempo ao ar livre: coberturas para aproveitar melhor sua casa. Projeto de BMA Studio.
Mesclando três tipos de cobertura, de barro, translúcida e de vidro, o arquiteto Bruno Moraes conseguiu implementar uma infraestrutura completa para maior proveito da área gourmet | Projeto BMA Studio. (Guilherme Pucci/Divulgação)
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Outra tendência atual é o uso híbrido de coberturas, combinando diferentes materiais em um mesmo projeto, como as coberturas de barro com as de vidro da imagem acima. Essa estratégia permite extrair o melhor desempenho de cada sistema ao equilibrar luz, ventilação, conforto térmico e estética.

“É comum, por exemplo, associar telhas de barro com trechos translúcidos, ou estruturas metálicas com painéis de vidro. O resultado são espaços mais dinâmicos, adaptáveis às diferentes funções e horários de uso”, explica.

Coberturas móveis

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Nesta cobertura, o arquiteto Bruno Moraes projetou um telhado com estrutura em serralheria que abre e fecha quando necessário. Assim, o morador pode desfrutar o espaço mesmo em dias frios | Projeto BMA Studio. (Mariana Orsi/Divulgação)

Por fim, as coberturas móveis vêm se destacando como uma das soluções mais desejadas, especialmente em áreas externas como rooftops e espaços gourmet, devido ao potencial flexível de poder abrir ou fechar o ambiente conforme o clima, a incidência solar ou o tipo de uso.

Esses sistemas podem ser compostos por estruturas metálicas com painéis retráteis de vidro, policarbonato ou tecidos técnicos, na maioria das vezes automatizados. Assim, o espaço se transforma ao longo do dia, oferecendo proteção em dias chuvosos e abertura total em momentos de clima agradável.

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“Recomendo sempre orçar esse tipo de solução com um profissional especializado. Além da qualidade do acabamento, isso evita dores de cabeça futuras, como infiltrações ou até danos a equipamentos e mobiliário”, finaliza Bruno Moraes.





Fonte: Casa Abril

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Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória

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O escritório Metro Arquitetos assina o projeto arquitetônico do Cais das Artes, em Vitória (ES), última obra de Paulo Mendes da Rocha a entrar em funcionamento. Concebido inicialmente pelo arquiteto em 2007, o projeto abriu para o público no final de janeiro. Em março, o equipamento entra em funcionamento, com abertura do museu, primeira etapa do conjunto a ser entregue.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Implantado na Enseada do Suá, em uma extensa esplanada aterrada em frente ao canal que conforma a ilha de Vitória, o projeto do Cais das Artes articula museu e teatro concebidos para receber eventos artísticos de grande porte. A proposta arquitetônica estabelece uma relação direta com o entorno paisagístico, histórico e urbano da cidade, marcada pela presença do porto e pela conformação natural da baía.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

O partido do projeto organiza-se a partir de uma ampla praça pública aberta ao uso cotidiano, configurada como um passeio junto ao mar. Os edifícios são elevados do solo, solução que permite visuais livres e desimpedidos desde a praça para a paisagem circundante, incluindo o movimento das docas, vista para a Vila Velha e o Convento da Penha, localizado do outro lado do canal.

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(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O edifício do museu é estruturado por duas grandes vigas paralelas em concreto armado protendido, elevadas a três metros do solo, com apenas três apoios cada e afastadas entre si por 20 metros. Entre elas, organizam-se salões expositivos distribuídos em três níveis principais, com iluminação natural indireta garantida por caixilhos inclinados. Parte do programa concentra-se em uma torre anexa, conectada ao corpo principal por passarelas.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória

Brises e panos de vidro dão transparência para casa em Brasília

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O teatro, com capacidade para 1.300 espectadores, é organizado a partir de duas galerias laterais que concentram circulações, áreas técnicas e camarins, enquanto o espaço central abriga plateia, balcões, palco e coxias. Assim como o museu, o edifício é elevado do solo, tocando o chão apenas nas áreas técnicas sob o palco e no restaurante, que se abre para um passeio coberto junto ao mar, com pilares implantados diretamente na água.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Para Gustavo Cedroni, o projeto vai muito além do programa e das edificações em si. “Ele reflete a visão de mundo de Paulo Mendes da Rocha, que sempre defendeu que áreas com frente para o mar fossem espaços públicos e não privados. O Cais das Artes materializa esse ideal e carrega uma forte dimensão afetiva, já que Vitória foi a cidade onde ele nasceu e viveu a sua infância. Para nós, que ouvimos tantas histórias sobre a relação do homem com o mar, sobre o sabor das frutas locais e a sombra das árvores, é uma enorme emoção ver esse projeto e essas memórias finalmente realizados”, diz Cedroni.

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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Martin Corullon destaca o impacto urbano e simbólico do conjunto. “É um projeto extraordinário porque se trata de uma arquitetura que transforma a paisagem e atua na escala da cidade. É um privilégio ter participado de algo com esse alcance, que além da paisagem, certamente impactará positivamente a cultura da região. Depois de tantos anos de incerteza, é muito gratificante ver um projeto público dessa importância ser concluído com respeito à sua concepção original.”

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)

Segundo o arquiteto, o Cais das Artes também marca um ciclo profissional: “Do ponto de vista pessoal, o projeto conclui simbolicamente uma parceria de quase trinta anos com Paulo Mendes da Rocha e sintetiza uma visão de arquitetura e de mundo que foi formadora para mim.”

Conheça a última obra de Paulo Mendes da Rocha, o Cais das Artes em Vitória
(Metro Arquitetos/Divulgação)
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O projeto do Cais das Artes teve início em 2007, com autoria de Paulo Mendes da Rocha e coautoria de Gustavo Cedroni e Martin Corullon, do Metro Arquitetos. A arquiteta Anna Ferrari integrou a equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto. As obras começaram em 2011, mas foram posteriormente adiadas. Retomado em 2025, o projeto entra agora na fase de abertura ao público, com a entrega gradual do complexo cultural ao longo de 2026.

O Cais das Artes é um equipamento cultural da Secretaria da Cultura do Espírito Santo e tem sua gestão realizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).





Fonte: Casa Abril

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Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha

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Assinada pelo arquiteto Roby Macedo, esta casa de veraneio na Praia do Patacho, em Alagoas, ocupa um terreno de 432 m² e totaliza 314 m² de área construída, distribuídos entre térreo e pavimento superior. O projeto nasceu do desejo de um casal com três filhos, habituado a passar férias na região, de criar um refúgio que também pudesse acolher amigos e parentes.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)

Quando Roby assumiu o trabalho, a estrutura existente — em concreto armado e alvenaria — já estava pronta, o que impôs limitações, mas também motivou uma nova abordagem. “Os clientes achavam que a obra não tinha conexão com a natureza ao redor, muito menos com a praia, e os sobrados já erguidos tinham cara de condomínio fechado”, conta o arquiteto.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)

Como a proposta era acomodar diversas famílias simultaneamente, foram criados quatro chalés geminados, conectados por uma passarela suspensa sobre a piscina.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)
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Brises e panos de vidro dão transparência para casa em Brasília

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)

“Patacho é um tipo de barco à vela, com dois mastros, que me fez lembrar o período do descobrimento e as habitações dos povos originários do Brasil. Me inspirei, então, nas ocas indígenas para traçar o partido do meu projeto, abusando de elementos naturais — como pau canela, pedra quartzo e palha — para ocultar a arquitetura que já existia”, explica Roby.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)
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Um dos pontos altos do projeto é a fachada cega revestida integralmente em palha, que reforça a estética rústica e se integra à paisagem. O acesso à casa acontece por um túnel formado por galhos de pau canela, conduzindo o visitante até os chalés e marcando uma transição sensorial.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)

“Ao passar por esse túnel, o visitante começa a desacelerar e se desconectar do mundo moderno, antes de entrar em casa”, afirma o arquiteto.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)
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Os interiores adotam um estilo rústico-contemporâneo, com paleta em tons de bege e areia e mobiliário em materiais naturais, como bambu e madeira rústica, em sintonia com o conceito arquitetônico.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)

No térreo, ficam a sala com cozinha integrada — onde um grande sofá em alvenaria percorre toda a parede principal e atende simultaneamente a mesa de jantar e a área de TV —, lavabo, e a área da churrasqueira com grelha para frutos do mar, posicionada junto à piscina que se liga ao chalé vizinho por meio da passarela.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)
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No pavimento superior, completam o programa quatro suítes, garantindo conforto e privacidade aos hóspedes.

Casa de veraneio rústica em Alagoas tem fachada revestida integralmente em palha. Projeto de Roby Macedo.
(Denilson Machado, do MCA Estúdio/Divulgação)





Fonte: Casa Abril

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