Arquitetura
Brunswick Yard / Carr | ArchDaily Brasil

![]()
![]()
![]()
![]()

Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Inspirado em seu contexto urbano industrial, o Brunswick Yard integra arquitetura, interiores e paisagismo em um conjunto residencial contemporâneo coeso. Sendo o maior projeto residencial concluído pelo escritório Carr até hoje, ele exemplifica a diversidade e a profundidade do estúdio em projetos habitacionais.

Rico em história e moldado por uma linguagem industrial, Brunswick é um bairro multifacetado de Melbourne, conhecido por seu espírito eclético. Em resposta a esse cenário dinâmico, o Brunswick Yard homenageia o passado da região ao mesmo tempo em que cria um espaço contemporâneo para a vida moderna, expressando com clareza a marca registrada de Carr: refinamento no design e generosidade no planejamento.

No coração do Brunswick Yard – como em todos os projetos do estúdio – está uma abordagem contínua entre interior e exterior. Com Carr responsável pela arquitetura e pelo design de interiores dos 122 apartamentos distribuídos em oito pavimentos, foi possível alcançar uma clara continuidade entre fachada e ambientes internos. As linhas limpas e formas simples que definem a fachada se estendem para dentro, criando uma linguagem de design consistente e uma experiência espacial cuidadosamente planejada, enriquecida por uma ampla variedade de tipologias. Ao unir sofisticação arquitetônica a uma proposta de alta densidade, o empreendimento estabelece uma comunidade vibrante e conectada, em um endereço muito valorizado que combina conveniência e caráter.

Parte do processo de projeto envolveu criar uma resposta arquitetônica que introduzisse uma escala mais fina e residencial em uma rua marcada historicamente por grandes galpões industriais. A partir da transformação urbana de Brunswick, impulsionada pela rápida expansão de empreendimentos de média e alta densidade e de uso misto, Carr buscou contribuir de forma significativa, oferecendo à rua um ritmo mais humano.

A longa fachada do edifício é articulada em uma série de módulos menores, apresentando uma sequência de casas em estilo townhouse de quatro pavimentos que suavizam a escala geral. A massa também é fragmentada por duas vielas que atravessam o quarteirão, melhorando o aproveitamento do espaço, ampliando a entrada de luz natural e garantindo ventilação cruzada nos apartamentos de dupla orientação.

O projeto se organiza em torno de um pátio central – um jardim urbano que promove interação entre os moradores e cria um forte senso de lugar. Um dos principais desafios de design foi conciliar a volumetria de oito pavimentos com a percepção de escala. Para isso, o quarto andar foi concebido como um pavimento intermediário recuado, criando um pódio distinto que parece flutuar sobre a rua. Esse recurso, somado aos recuos dos níveis superiores, possibilitou ainda a criação de tetos mais altos. Vários apartamentos contam com pé-direito de 3,5 metros e lajes de concreto aparente, acrescentando amplitude e riqueza material aos interiores.

Esteticamente, o projeto se define pelo uso de concreto e telas metálicas, em uma linguagem brutalista que reinterpreta o caráter industrial da região. “O uso de um único material foi fundamental neste projeto. Ele foi escolhido não apenas por sua relevância em Brunswick, mas também pela qualidade atmosférica que transmite”, explica o diretor Richard Beel. “Apesar de ser um edifício monolítico e de material robusto, a forma como a fachada foi fragmentada, suavizada pela vegetação, revela também uma leveza em suas propriedades naturais e brutas.”

A tela metálica é aplicada em todo o conjunto com funções tanto visuais quanto funcionais: como guarda-corpo, elemento de sombreamento e suporte para o crescimento de plantas. Inicialmente testada em projetos anteriores como recurso para controlar visadas e atender normas de privacidade, aqui ela ganha escala muito maior. Além disso, serve como estrutura de apoio para trepadeiras que, ao longo do tempo, suavizam a forma arquitetônica.

O paisagismo integra amplas áreas externas privativas, incluindo canteiros, caminhos, árvores de grande porte e um gramado central voltado para o norte, que cria uma atmosfera de refúgio para os moradores. Elementos adicionais de aconchego e materialidade foram incorporados com portas de madeira artesanal no nível térreo, trazendo calor e textura.

O Brunswick Yard está bem posicionado para atender às necessidades tanto de seus moradores quanto da comunidade local. Representando uma oportunidade singular para Carr aplicar sua filosofia de design em um contexto industrial, o projeto atua como um catalisador sofisticado para o futuro do bairro que lhe dá nome.




Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Vizinha de Kortney Kardashian e Kevin Costner, mansão na Califórnia é vendida por mais de R$ 200 milhões
Vizinha aos imóveis de personalidades como Kevin Costner e Kourtney Kardashian, uma mansão à beira-mar em Santa Barbara, na Califórnia, nos Estados Unidos, foi vendida por 47 milhões de dólares (R$ 247 milhões, em valores convertidos na cotação atual). A casa está localizada na rua Carpenteria, onde também moram Ashton Kutcher e Mila Kunis.
Arquitetura
Casa no Limite da Planície / Skupaj Arhitekti

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Donar, Flos, Ligne Roset, Rex Kralj, TON

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada no limite da planície de Murska Sobota, esta casa unifamiliar é concebida como um pavilhão na paisagem, onde a vida cotidiana se desenrola entre o interior e o jardim. Em vez de se impor ao entorno, a casa se abre para ele.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


