Arquitetura
Câmara na Montanha / Erdegard Arkitekter

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nas profundezas de Kallebäcks Terrasser, um edifício escultórico conduz o visitante para baixo, em direção a um mundo oculto no interior da rocha. A entrada se ergue como um objeto monolítico — parte arquitetura, parte artefato, parte ficção científica —, configurando uma construção cuja origem e época são deliberadamente ambíguas.


Sua forma se inclina suavemente em direção ao solo, sugerindo um percurso descendente para o subsolo. Ao mesmo tempo, o volume parece se desprender da terra, marcando com precisão o limiar de acesso à caverna rochosa e tornando visível a transição entre superfície e interior.

O edifício é revestido por painéis metálicos desenvolvidos sob medida, produzidos com precisão milimétrica por meio da combinação entre fabricação digital e trabalho artesanal especializado. Cada painel passou por um processo de hidro-dipping: imerso em um banho de água a 37 °C, recebe uma película padronizada que adere à superfície, criando um brilho singular. A variação de luz e textura confere ao material uma aparência instável, quase como se fosse um fragmento deslocado no tempo.


No interior, o visitante encontra um espaço de concreto bruto e tátil. O ambiente foi moldado com concreto ambientalmente responsável, utilizando diferentes formas e pigmentos que produzem sutis variações de tom e superfície. As instalações técnicas foram concentradas sob o piso ou integradas a um banco técnico contínuo ao longo da parede de rocha, permitindo que a face natural da pedra permaneça o mais exposta possível.

O edifício de entrada atua como um verdadeiro portal para o interior da montanha. A caverna — que antes mantinha uma temperatura constante de oito graus ao longo de todo o ano — transforma-se agora em um volume de futuro indefinido. Nesse espaço, insere-se uma arquitetura atemporal, quase extraterrestre: um objeto que poderia ter sido descoberto, e não construído.


A atmosfera se torna ainda mais enigmática diante da porta de vidro levemente opaca, através da qual apenas contornos difusos podem ser percebidos. Uma luz azul e roxa, discreta e misteriosa, escapa do interior. O que aguarda no fim do túnel permanece em aberto — uma decisão reservada ao futuro ocupante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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