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Uma das intervenções mais significativos foi na fachada. Ana Flavia conta que “no começo, eles queriam subir muro, fechar portão. Resolvemos fazer diferente: usamos grade, plantas e transparência, em vez de fechar tudo.” Os muros foram baixados, o desenho original da fachada preservado, e criou-se uma permeabilidade visual entre os lados de dentro e fora. “Quando você abre, oferece, cria relação. A casa passa a fazer parte da rua e da cidade, e esse pertencimento gera cuidado e proteção”, reflete a arquiteta.
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Fonte: Casa Vogue

