Arquitetura
Casa Buenos Aires / estúdio mariane rios

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto da Casa Buenos Aires parte da sobreposição de dois volumes em um terreno com duas frentes. O volume superior, mais denso e marcado por ripas de concreto, repousa sobre o pavimento térreo monocromático, que combina pintura e chapas metálicas em tons de cinza.

Ambos os volumes utilizam painéis deslizantes do tipo muxarabi como complemento das divisórias translúcidas, que, além de garantirem privacidade, promovem movimento e variações de luz e sombra ao longo do dia. No andar superior, uma varanda contínua percorre toda a lateral, abrigando os painéis móveis e conectando as suítes, a brinquedoteca e sala íntima a uma área de convívio ao ar livre com vista para o jardim. No térreo, os painéis cumprem função similar, agora articulando os espaços sociais.


O hall de entrada abriga uma galeria que materializa o amor da família pelas artes. Para atender ao programa de cada usuário foi projetado um aparador modular de mais de 5 metros. Os módulos variam no uso e função, sistema de abertura e armazenamento, assim como nas alturas e profundidades, o que torna a peça leve e dinâmica diante de seu tamanho. Um deles, em inox, funciona como bandeja para objetos pessoais e cria um ponto de respiro visual no mobiliário.


A arte também se configura através de luminárias assinadas como Oop’s e Lucellino Doppio, de Ingo Maurer, presente no hall e lavabo, e os pendentes Simbiosi, de Davide Groppi, presente sobre a mesa de jantar. Já no living temos a Taccia da Flos e a Memory de Jader Almeida.


A partir do hall, o espaço é conduzido por uma parede curva que atua como elemento divisor entre os ambientes. Essa estrutura não apenas suaviza a transição visual para as salas, como também serve de base para obras de arte e como suporte para receber o aparador que atende a mesa de jantar. Com estrutura em inox e tampo em vidro modular pintado à mão o aparador se molda e acompanha a mesma geometria da curva, que pela manhã tem efeito translúcido ao receber incidência solar.

A planta livre da casa privilegia a fluidez entre os espaços. A cozinha se abre completamente para a sala de jantar e, integrada a ela, uma parede contínua em lâmina de carvalho oculta a despensa e o louceiro. A ilha central da cozinha, voltada para o jardim, garante funcionalidade e conexão visual com o exterior diante de todas as frentes de trabalho.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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