Arquitetura
Casa Concreta / RMK Arquitetura

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
329 m²
Ano:
2020
Fabricantes: Prata Esquadrias

Descrição enviada pela equipe de projeto. Implantada em lote de esquina, a casa Concreta tem seu programa de necessidades disposto através de formas geométricas puras. Sua volumetria é composta por um prisma monolítico em concreto aparente, ora apoiado sobre planos em pedra moledo, ora projetando-se em balanço sobre amplas áreas envidraçadas.



O contraste entre os cheios e vazios resulta da preocupação em proporcionar proteção ao clima hostil e possibilitar as melhores visuais e a insolação adequada aos ambientes.

As amplas aberturas do pavimento térreo têm suas faces implantadas sob a projeção do pavimento superior como forma de controle da insolação e de reforçar a integração com o espaço exterior.


A relação com entorno e a privacidade da residência são controlados pelo paisagismo com vegetação densa composto de espécies floríferas e perfumadas. A piscina de borda alagada cria uma lâmina d’água nivelada ao deck de madeira, possibilitando uma continuidade do espaço com a área social.

A materialidade da casa é complementada por ripados verticais em madeira natural que, além de contrastaR com os demais elementos do projeto, reforçam a horizontalidade e a leveza da edificação.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
DW! São Paulo 2026: Kura inaugura primeiro espaço fixo com abertura do Ateliê Kaue Fuoco

Depois de seis anos ativando edifícios históricos de São Paulo por meio de ocupações artísticas, o Kura inaugura seu primeiro espaço permanente durante a DW! Semana de Design de São Paulo 2026. Batizado de Ateliê Kaue Fuoco, o novo endereço marca uma mudança de escala no percurso do coletivo, cuja trajetória foi construída a partir da relação direta com a arquitetura e a memória urbana.
Desde a origem na Ocupação 9 de Julho, passando pelo edifício da antiga Telesp e pelo Noviciado do Ipiranga, o Kura desenvolveu um modo particular de ocupar espaços: cada lugar é tratado como parte do processo criativo, influenciando as obras, os materiais e as conexões que surgem ao longo do tempo.
Instalado em frente ao histórico prédio da antiga Telesp, projetado pelo arquiteto Franz Heep, o novo ateliê ocupa dois andares e um mezanino. O espaço passa a funcionar como base para criação, pesquisa e encontros, além de concentrar parte do repertório material acumulado nas ocupações realizadas pelo coletivo.
Revistas Newsletter
DW! São Paulo 2026: Kura inaugura primeiro espaço fixo com abertura do Ateliê Kaue Fuoco
A própria configuração do ateliê revela esse processo. Mobiliários foram desenvolvidos a partir de garimpos urbanos, enquanto materiais reaproveitados da antiga companhia telefônica aparecem ressignificados em diferentes elementos do ambiente. O resultado é um espaço que funciona simultaneamente como ateliê, arquivo e laboratório de experimentação.
Kaue Fuoco, idealizador da plataforma Kura
Filippo Bamberghi | Estilo: Adriana Frattini
Durante a DW! 2026, o endereço recebe também uma série de intervenções e ativações artísticas. Entre os convidados estão Cebola, que apresenta uma projeção no subsolo em diálogo com equipamentos da antiga Telesp; Diego Alcenso Lemos (DAL), que realiza a customização de uma motocicleta ao vivo; Rodolpho Rivolta, com uma obra interativa baseada em espelhos; e Fernanda Romão, que apresenta uma instalação inédita.
A programação inclui ainda o projeto musical Deep Black Sea, criado por Santi Roig e Fernanda Romão, ampliando o caráter híbrido do espaço. A abertura do Ateliê Kaue Fuoco consolida, assim, um novo capítulo para o Kura, que passa a traduzir em endereço fixo a mesma lógica de experimentação e ativação cultural que marcou suas ocupações pela cidade.
Mobiliários foram desenvolvidos a partir de garimpos urbanos, enquanto materiais reaproveitados da antiga companhia telefônica aparecem ressignificados em diferentes elementos do ambiente
Filippo Bamberghi | Estilo: Adriana Frattini
Captação de vídeo: Rafael Belém
Edição de vídeo: Caíque Soares
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
A casa de praia da arquiteta e designer Patricia Faragone, no Guarujá
Uma casa de vidro na mata, em que a simplicidade permite fácil leitura do projeto. É assim que a arquiteta, designer e artista Patricia Faragone resume o espírito de sua residência no Guarujá, litoral paulista. “Desde o início, queria uma casa de praia meio invisível na paisagem e com poucos elementos, algo que, para mim, é relaxante, não oferece poluição visual e funciona como um respiro.” Seu desejo era obter um espaço de liberdade, contato com a natureza, muita contemplação e inspiração para os trabalhos que são hoje seu grande foco profissional: tingimento manual de tecidos e, sobretudo, design de objetos de vidro soprado colecionáveis. “Não fosse pelo terreno em aclive acentuado, eu traria os fornos do meu ateliê para produzir minhas peças de vidro aqui”, diz ela, que integra o guia Homo Faber, plataforma digital global que mapeia e promove designers, artistas e artesãos de todo o mundo.
Arquitetura
Os segredos do design de interiores para melhorar a vida a dois
“De certa forma, a casa se torna um terceiro integrante do casamento. Ela pode tensionar ou sustentar. Pode invadir ou proteger. Um bom design de interiores não busca perfeição estética, mas coerência emocional: espaços em que exista intimidade sem isolamento, encontro sem invasão, ordem sem rigidez”, diz Paula. “Projetar para um bom casamento é, na verdade, projetar para que duas identidades possam crescer sob o mesmo teto sem deixar de se escolher todos os dias.”
-
Arquitetura9 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura10 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura10 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura10 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura9 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura3 meses atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política10 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


