Arquitetura
Casa Concreto / Dayala e Rafael arquitetos associados

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- Área:
930 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Armazen , Cinex, Gruta Marmores

Descrição enviada pela equipe de projeto. Implantada em um lote com declive acentuado no Condomínio Aldeia do Vale, em Goiânia (GO), esta residência parte de uma estratégia de ocupação que busca se adaptar à topografia natural, reduzindo cortes no terreno e explorando as possibilidades do desnível para distribuir o programa.

A organização da casa se dá em dois níveis principais. No pavimento inferior, estão os ambientes sociais e de lazer, com acesso direto à área externa e à piscina. No pavimento superior, ficam os espaços íntimos, organizados em um volume mais fechado e suspenso, com aberturas pontuais voltadas para a paisagem. A disposição dos volumes acompanha o terreno, criando uma implantação que se acomoda à inclinação sem interferências abruptas.

A estrutura é composta por lajes protendidas e pilares em concreto armado, permitindo grandes vãos e balanços que conformam a arquitetura com poucos apoios verticais. Essa solução libera os espaços internos e permite uma relação fluida entre os ambientes, além de conferir leveza à composição formal. Os vãos livres também organizam a leitura do projeto, marcando transições entre cheios e vazios e reforçando a horizontalidade dos elementos.


O concreto aparente domina a materialidade do projeto, enquanto o granito escovado surge em planos verticais estratégicos, criando contrastes sutis de textura e reforçando a separação entre os volumes. A escolha por uma paleta enxuta de materiais contribui para a coesão visual da proposta e destaca a lógica estrutural da edificação.


A cobertura em balanço se projeta sobre os espaços sociais, funcionando como elemento de proteção solar e extensão da arquitetura sobre o terreno. A geometria das lajes e a proporção entre os planos horizontais e verticais definem a identidade formal do projeto.

O paisagismo acompanha a lógica da implantação, com espécies nativas e tropicais organizadas em faixas que contornam a casa, suavizando a transição entre a construção e o entorno natural. As áreas verdes também auxiliam no conforto térmico e reforçam a relação entre arquitetura e paisagem.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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