Arquitetura
Casa da Águia / Stanley Office of Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A região de Kootenay, na Colúmbia Britânica, é coberta por altas montanhas nevadas, vales profundos e estreitos, e encostas íngremes e florestadas. Essa topografia é inspiradora, mas também desafiadora. Os moradores locais costumam brincar: “As montanhas são bonitas de se olhar, mas sempre atrapalham o caminho!”.

A Casa da Águia está situada em uma dessas encostas íngremes e florestadas, com vista para a pequena cidade de Nelson, estendendo-se sobre o Lago Kootenay até os picos rochosos da Geleira Kokanee. O terreno onde a casa foi construída, voltado para o norte, é um exemplo perfeito da piada local: oferece vistas impressionantes, mas está cercado por montanhas que escondem o sol. Neste vale estreito, a luz do dia se torna um recurso valioso, pois o sol de inverno percorre um trajeto baixo no céu do sul.

O design da Casa da Águia reflete essa tensão entre olhar para a paisagem (ao norte) e atrair a luz natural (do sul) para o interior. Por isso, a casa é cheia de claraboias. A qualquer momento do dia, o sol se infiltra pelos espaços principais, destacando o calor dos detalhes em madeira nos pisos, tetos e marcenaria. A luz natural ilumina momentos-chave da casa: a entrada principal, um corredor que conecta os espaços privados e sociais, e uma área externa coberta para estar ao ar livre. O design estrutural reforça essa busca por luz e vistas com uma grade de pilares e vigas de aço que sustentam vigas laminadas coladas duplas. Esse sistema estrutural emoldura grandes janelas voltadas para o norte.


Inspirada nas florestas e montanhas da região, a paleta de cores e materiais da casa é discreta, permitindo que a beleza natural do entorno se destaque. As paredes de fibrocimento quase pretas se misturam ao fundo sombreado da floresta. O telhado elevado é feito de madeiras locais, incluindo vigas de abeto de Douglas e forros de cicuta. Mesmo na fundação, de concreto moldado em tábuas, a casa demonstra a importância da madeira como material de construção local. No extremo leste da casa, um grande fogão externo e sua chaminé são revestidos em pedra, evocando os penhascos acidentados das montanhas Selkirk. O aço e o vidro se combinam para dar à casa uma sensação de leveza e transparência, enquanto a alvenaria e a madeira a ancoram firmemente à terra.

A casa está situada entre coníferas, com um caminho de acesso sinuoso que atravessa as árvores. Um pequeno bosque no lado norte da casa oferece um refúgio sombreado para descanso entre as árvores. Junto com os amplos pátios e varandas externas, a Casa da Águia abraça a natureza, tornando-se uma residência profundamente enraizada em seu ambiente.

A casa é composta por duas alas: uma ala privada e silenciosa com os quartos, e outra com espaços amplos de convivência em conceito aberto. A entrada da casa fica na interseção desses dois volumes. Uma passarela leva os visitantes a uma parede de vidro de dois andares, atravessada por uma porta pivotante de abeto de Douglas maciço. A primeira vista ao entrar é precisamente alinhada com a icônica “Big Orange Bridge” de Nelson e a deslumbrante Geleira Kokanee ao fundo

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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