Arquitetura
Casa FLA / Frederico Bicalho Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Essa não é somente uma casa. É um sonho. É local de trabalho, morada e lazer, tudo junto. Arquitetura que eu chamo de Lar. Arquitetura que marca seu tempo, enraizada nas montanhas de Minas, contemplando atentamente nosso Belo Horizonte.

A arquitetura nasce da escuta atenta ao terreno e ao programa. Um lote em forte aclive, emoldurado por edificações nas laterais e nos fundos, lançou os primeiros desafios — e ofereceu as primeiras respostas. Para acomodar a construção, um corte foi realizado na porção frontal do terreno, junto à rua, definindo os dois pavimentos inferiores: no primeiro, o acesso e a garagem; no segundo, meu escritório, onde a criação acontece entre o concreto e a vista.

A moradia se eleva no terceiro nível, sobre um platô que permite uma implantação linear — uma casa suspensa, fluida, integrada à paisagem e ao horizonte. A edificação apoia-se nas divisas laterais e se abre nos afastamentos permitidos, afastando-se estrategicamente das construções vizinhas. Assim, busca luz, ventilação e privacidade. O pé-direito elevado intensifica essa relação com o ambiente externo, permitindo que a luz natural invada os espaços e que o céu seja parte da vida cotidiana.



A escolha do concreto foi natural desde o início — não apenas como estrutura, mas como linguagem. Brutal em sua essência, ele se revela em cheios e vazios, em planos que protegem da rua e, ao mesmo tempo, se abrem para o céu, para as montanhas, para a cidade. Um gesto de força e sutileza. O paisagismo prolonga o verde da rua para o interior do lote, somando com a piscina marca presença, gera movimento, ocupa o bruto e suaviza o rígido. Atrai os pássaros, dá vida, estabelece uma conexão silenciosa com o divino.

Nos acabamentos, o que seria simples se torna nobre. O concreto aparente — seja estrutural ou dos pisos — contrasta com quartzitos, granitos, metais e madeiras. Um material valoriza o outro, criando harmonia visual e tátil. É a elegância da composição bem feita, onde cada elemento encontra seu lugar com naturalidade.

Na escolha do mobiliário, o contraste de texturas traz acolhimento e calor, dissolvendo a frieza do concreto e convidando ao descanso e ao convívio. Couro, bouclé, algodão, linho, madeira e alumínio compõem uma casa urbana, prática e contemporânea, mas, sobretudo sensível ao tempo e ao afeto. O escritório segue a mesma linha da casa: entre o home e o office, entre o funcional e o acolhedor — um espaço de criação com alma. No fim, essa casa é feita de muitas escolhas, grandes e pequenas. É a síntese do que acredito, projetada com intenção e emoção.

Não é apenas minha casa. É o nosso Lar. Para Luciana e Antônio.

Arquitetura
Parque da Disney muda nome em Paris e prepara nova área de ‘Frozen’
O parque temático Walt Disney Studios Park, do complexo Disneyland Paris, na França, vai mudar de nome. A partir de 29 de março, o espaço paassa a ser chamado oficialmente de Disney Adventure World e terá uma área inteira dedicada a “Frozen” e uma atração de “Enrolados”. Inaugurado em 2002, o parque terá várias modificações.
O Adventure Bay, lago de 30 mil metros quadrados, receberá um show noturno com luzes e pirotecnia, e a Adventure Way, avenida principal com 14 experiências gastronômicas que ligará áreas temáticas e abrigará a atração familiar “Raiponce Tangled Spin”, inspirada em “Enrolados”. Os visitantes participarão de um festival de luzes.
A área temática inédita World of Frozen terá a Montanha Norte, com 36 metros de altura, junto do Palácio de Gelo da Elsa. A vila de Arendelle fica na base da montanha, equipada com uma praça central cheia de edifícios coloridos de inspiração nórdica e fontes d’água
Arquitetura
Casa da Sombra / Massive Order

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- Área:
400 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa da Sombra oferece uma resolução sofisticada para a tensão entre privacidade e iluminação natural — duas exigências frequentemente conflitantes, aqui harmonizadas por meio de um desenho preciso. A fachada leste é envolvida por um dispositivo em forma de véu que atua como tela de privacidade para o pátio rebaixado e para o “Grande Salão” no subsolo, ao mesmo tempo em que organiza a entrada da luz natural filtrada. Esse sistema de sombreamento, composto por elementos triangulares interligados, é coreografado para criar aberturas calculadas que permitem que a luz solar penetre seletivamente nos espaços de convivência ao ar livre.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Iate de Stefano Gabbana está à venda por R$ 335 milhões; veja por dentro
Os banheiros dos hóspedes também contam com torneiras de bronze em formato de gestos com as mãos, típicos da Itália. Uma sexta cabine está localizada logo atrás da cabine do capitão, no convés superior, e pode ser utilizada por hóspedes, tripulantes ou até mesmo transformada em sala de massagem.
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