Arquitetura
Casa Jenga / studio gm

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- Área:
565 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Arkos, AutoDesk, Chaos Group, Cinex, Docol, Jader Almeida, Lumini, San German, Sergio Rodrigues Atelier, Wentz

Descrição enviada pela equipe de projeto. Neste projeto, desde as primeiras intenções, o terreno foi entendido como protagonista: duas grandes árvores na entrada tornaram-se elementos norteadores, conduzindo o desenho da casa e reforçando o caráter natural que a envolve.

A chegada se dá por caminhos sinuosos que se perdem em meio a um paisagismo denso, revelando aos poucos a construção. O primeiro bloco, mais alto e inteiramente envolvido por grandes caixilhos, se abre para o exterior, dissolvendo limites entre interior e natureza. Ali, a integração com a vegetação e a paisagem é plena, proporcionando uma experiência imersiva.


Inserido de forma mais reservada dentro deste primeiro pavilhão que funciona como um sólido nulo, um bloco funcional abriga a cozinha e a área de serviço de forma quase que imperceptível. A circulação conecta o volume mais reservado e introspectivo: o setor íntimo da casa. Neste espaço, os quartos se organizam ao longo de um corredor aberto para o jardim lateral, enquanto um grande terraço integra todos os dormitórios, oferecendo uma relação direta com a piscina.

Aproveitando o grande apreço dos clientes por jogos, o projeto foi batizado com o nome Casa Jenga, em alusão ao jogo em que pequenos blocos são retirados de uma torre sem que esta perca o equilíbrio. Da mesma forma, o pavilhão dos quartos parece se desprender da composição principal, como um gesto de deslocamento calculado. Essa operação confere ao projeto uma identidade lúdica e conceitual, reforçando a ideia de leveza estrutural e de equilíbrio entre cheios e vazios. O layout também recebe uma mesa exclusivamente dedicada aos jogos, reforçando a pessoalidade do projeto.


Com linhas modernistas e interior minimalista, o projeto valoriza a pureza dos volumes e a simplicidade dos materiais. O uso reduzido, porém expressivo, de acabamentos ressalta a essência arquitetônica, enquanto o mobiliário de design assinado, escolhido de forma criteriosa, completa a identidade única da residência.

Mais que uma casa, trata-se de uma experiência arquitetônica onde transparência, densidade vegetal e síntese formal se equilibram para criar um espaço de contemplação, acolhimento e sofisticação.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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