Arquitetura
Casa lá do alto (TLM) / FOSSATI Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em Itaipava (Petrópolis, RJ), esta casa linear de 430m2 foi projetada do zero pelo arquiteto Marcos Fossati, junto à arquiteta Taís Altomar, do escritório Fossati Arquitetura (@FossatiArquitetura), para ser sua residência oficial, ao lado da esposa e a filha de 4 anos. Para viabilizar a construção de estilo contemporâneo, os arquitetos ergueram um platô de 1.500m2 sobre um terreno de 4.000m2 em declive, localizado na parte mais alta do condomínio, com uma vista deslumbrante das montanhas. “Estruturamos a casa com vigas metálicas cinza e concreto aparente e combinamos com materiais naturais para trazer o charme e o aconchego de uma casa de campo”, diz Marcos. Já a piscina foi feita no final do platô, com revestimento de porcelanato em tom areia, possibilitando a criação de uma borda infinita, além de um espelho d´água que reflete toda a paisagem ao redor.




A área social e as cinco suítes (uma delas, destinada ao ateliê do arquiteto, que adora desenhar em casa à noite) são voltadas para a mesma vista das montanhas e contam com grandes esquadrias pretas de correr (fechadas com vidro) que vão do piso à viga do frechal, permitindo acessar diretamente o jardim da piscina. “Somos muito caseiros. Queríamos uma casa prática, confortável e totalmente integrada à área externa, e ainda com bastante espaço para receber os amigos, tanto informalmente na área da piscina ou no espaço gourmet como na sala, em jantares mais formais”, conta Marcos. A decoração é bem eclética: vai do estilo cottage (que remete às casas de campo europeias) ao contemporâneo brasileiro, mesclando peças antigas de garimpo com novas, sendo algumas assinadas por designers brasileiros modernos e outras desenhadas pelo próprio arquiteto e executadas em peroba-do-campo de demolição, a exemplo dos móveis da sala de jantar e a mesa da copa. A paleta de cores vai dos tons de mel das madeiras, bege das pedras e terracota avermelhado do barro, passando pelo preto das esquadrias, azul acinzentado da fachada e cinza das vigas metálicas.


“O piso de tábua corrida de madeira garapa aplicado em toda a área social e íntima, as paredes de pedra Moledo e o piso de tijolinho de barro na área externa foram fundamentais para aquecer a estrutura da casa, composta de materiais aparentes mais pesados, como as vigas de ferro, as esquadrias pretas de alumínio e o concreto”, finaliza o arquiteto Marcos Fossati.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Estúdio em Gushichan / Studio Cochi Architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Este edifício é a nova sede do nosso escritório de arquitetura e da nossa oficina de carpintaria. Por que nós, um escritório de arquitetura, decidimos criar uma oficina de marcenaria? Em Okinawa, tornou-se comum que muitos edifícios comerciais utilizem estruturas de concreto armado combinadas com caixilhos de alumínio. No entanto, em grande parte de nossos projetos, optamos por projetar e instalar caixilhos de madeira nas aberturas — elementos com os quais as pessoas entram em contato direto no cotidiano e que influenciam significativamente a qualidade do espaço.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

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