Arquitetura
Casa Lib Earth Modelo B / Lib Work Co., Ltd. + Arup + ogawaa design studio + Studio QTN

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Projeto Lib Earth busca criar modelos habitacionais do futuro que integrem princípios de sustentabilidade ambiental e qualidade de vida. Utilizando tecnologia de impressão 3D em escala de construção, o projeto investiga formas de erguer edifícios exclusivamente com materiais biodegradáveis e de origem local, promovendo habitações duradouras e harmoniosas com o meio ambiente. O “modelo b” da Lib Earth House, recentemente concluído, é o segundo protótipo da iniciativa. Trata-se de uma residência experimental térrea de aproximadamente 100 m2, construída com paredes de terra impressas em 3D.

O “modelo b” apresenta um sistema estrutural híbrido que combina paredes de terra impressas em 3D com uma estrutura convencional em madeira. As paredes impressas são compostas por terra, cal e outros aglutinantes naturais, com a formulação refinada por meio de testes repetidos para alcançar resistência mecânica adequada, controle de retração, trabalhabilidade e qualidade superficial. Já a estrutura de madeira segue a construção japonesa tradicional de pilares e vigas, enquanto a integração seletiva de conectores e ferragens de aço garante compatibilidade com os componentes de terra e favorece a abertura espacial.

O layout arquitetônico adota uma planta agrupada, permitindo que espaços ao ar livre se infiltrem entre os cômodos e promovam um estilo de vida intimamente conectado à natureza. As paredes de terra funcionam como divisórias contínuas entre interior e exterior, com aberturas e vazios posicionados de forma estratégica, possibilitando configurações espaciais flexíveis ajustadas às necessidades dos ocupantes.


Embora a impressão 3D permita geometrias livres, a configuração das paredes do “modelo b” baseia-se em eixos ortogonais e de 45 graus para assegurar a integridade estrutural em relação à estrutura de madeira. Segmentos curvilíneos de parede reforçam a estabilidade lateral e enriquecem a experiência espacial. Essas paredes foram concebidas como estruturas autoportantes, conforme indicado pela análise estrutural, o que significa que não transferem cargas para a estrutura de madeira, ao mesmo tempo que oferecem flexibilidade no planejamento.



Cada parede possui aproximadamente 450 mm de espessura, composta por camadas internas e externas unidas por um preenchimento intermediário. A otimização do percurso da ferramenta minimiza o consumo de material ao mesmo tempo que garante segurança sísmica e viabilidade construtiva. Para mitigar fissuras decorrentes da retração durante a secagem, juntas de contração são introduzidas em intervalos calculados com base no comportamento da terra, com monitoramento contínuo de sua eficácia.

A sequência construtiva exige a impressão das paredes de terra antes da montagem da estrutura de madeira, demandando uma revisão das estratégias de detalhamento e tolerâncias devido à menor precisão dos sistemas atuais de impressão 3D. As paredes avançam sobre o volume da cobertura para absorver discrepâncias dimensionais, facilitar o isolamento e permitir a ventilação do sótão. Materiais isolantes naturais são inseridos nas cavidades das paredes, com o desempenho ambiental monitorado continuamente por meio de sensores embutidos.



Além das paredes, as aberturas desempenham um papel essencial na definição das especificações ambientais do volume. Caixilhos de janelas em madeira são fixados às paredes de terra por meio de ferragens especialmente desenvolvidas para o projeto, garantindo a independência estrutural da estrutura de madeira e preservando a estanqueidade à água e ao ar. Os acabamentos internos também incorporam materiais naturais e reutilizáveis, incluindo revestimentos de terra obtida no local, pisos de madeira maciça tingidos com plantas e outros métodos construtivos de baixo impacto.


Essa abordagem integrada—equilibrando tecnologias emergentes com práticas de construção estabelecidas—forma a base da estratégia arquitetônica da Lib Earth. Ao priorizar a habitabilidade junto ao desempenho ambiental e à eficiência de construção, o projeto visa avançar sistemas de construção sustentáveis que sejam tanto tecnicamente viáveis quanto ecologicamente responsáveis.

Fonte: Archdaily
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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