Arquitetura
Casa Moro / TAM – Guillermo Elgart

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Antes de tudo, o respeito pela natureza… ela estava aqui antes da nossa chegada… Sentir a floresta, os pássaros, o clima de viver entre as árvores, sentar-se à sua sombra, ouvir as folhas roçando nos dias de vento.

Materialidade — O vazio já existia. Não encontramos “o nada”. De um ponto de vista físico, o vazio era real—um espaço mensurável e observável. Esse vazio era definido pela topografia natural do terreno e pelo conjunto de árvores existentes.

Primeiramente, dispusemos um manto ondulado de concreto, que se mimetiza com o terreno e se cobre de vegetação. Sob ele, está a maior parte do programa. Com essa estratégia, a massa desaparece, evitando impacto no vazio existente ou no espaço urbano.

Depois, completando o conjunto e flutuando no vazio, posicionamos uma caixa reflexiva—uma forma que interage com a natureza e a multiplica.

A disposição desses dois elementos—o manto verde e a caixa reflexiva—moldam o vazio e preservam a continuidade espacial entre a rua e o pulmão verde. Criam um espaço habitável, um percurso espacial com tensões dinâmicas que conduzem ao acesso principal sobre o manto.


Sistema — Sob o manto de concreto, foi criada uma planta livre e um pátio central, que se transforma no coração da casa, protegido dos olhares da rua. Além do pátio, sob o manto, um volume ameboide de madeira foi estrategicamente posicionado, delimitando, organizando e dimensionando todas as funções através de sua tensão com os limites. Ele separa os espaços públicos dos privados, os servidos dos serventes.


Sobre o manto, um terraço-jardim protege a planta inferior, recuperando a superfície ocupada e transformando-a em um espaço verde.


A caixa flutuante funciona quase como uma segunda casa—uma moradia mínima para hóspedes, com estar-jantar, dormitório, banheiro e pequena cozinha. A partir dela, a experiência espacial é distinta—aqui, estamos suspensos entre as copas das árvores.


Pesquisa — Parafraseando Jorge Oteiza: “A obra é a desocupação ativa do espaço pela fusão de unidades formais leves. O espaço é lugar, ocupado ou não. Mas esse lugar não ocupado não é o vazio. O vazio se obtém; é o resultado de uma ausência formal. O vazio se faz—não existe a priori.”

A volumetria não existe para si mesma; existe para definir o vazio, criando um espaço desocupado onde a massa desaparece.

Aqui, os volumes são organizados para criar e moldar o vazio. Esse vazio não é ausência, mas o que dá sentido à disposição das partes. São as partes que esculpem e definem os vazios dentro do espaço natural. Trata-se de uma desocupação ativa do espaço, onde as unidades formais trabalham em tensão. Os volumes estruturam o vazio, conferem-lhe escala e o delimitam dentro do contexto natural, onde as antigas Lambercianas já existiam.

Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Vizinha de Kortney Kardashian e Kevin Costner, mansão na Califórnia é vendida por mais de R$ 200 milhões
Vizinha aos imóveis de personalidades como Kevin Costner e Kourtney Kardashian, uma mansão à beira-mar em Santa Barbara, na Califórnia, nos Estados Unidos, foi vendida por 47 milhões de dólares (R$ 247 milhões, em valores convertidos na cotação atual). A casa está localizada na rua Carpenteria, onde também moram Ashton Kutcher e Mila Kunis.
Arquitetura
Casa no Limite da Planície / Skupaj Arhitekti

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- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Donar, Flos, Ligne Roset, Rex Kralj, TON

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada no limite da planície de Murska Sobota, esta casa unifamiliar é concebida como um pavilhão na paisagem, onde a vida cotidiana se desenrola entre o interior e o jardim. Em vez de se impor ao entorno, a casa se abre para ele.

Fonte: Archdaily
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