Arquitetura
Casa PAB / SAAG Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto da Casa PAB é organizado a partir da disposição de dois blocos em forma de L. O primeiro, mais sóbrio e denso, abriga a área íntima, oferecendo privacidade e conforto. O segundo bloco, com sua configuração mais aberta e fluida, abriga a área social, caracterizada por grandes aberturas que promovem integração contínua com o exterior, criando uma sensação de unidade entre os espaços.


A implantação foi pensada de forma a inserir-se de maneira fluida no contexto natural, com a preservação da área verde como premissa central. Um exemplo dessa abordagem é a piscina, cujo formato orgânico acompanha as contornos do terreno, quase se camuflando no ambiente, criando uma atmosfera única. Além da preservação ambiental, o projeto também prioriza a privacidade dos usuários, utilizando visuais permeáveis que promovem a interação entre os diferentes blocos do espaço.

O design da fachada superior reinterpreta o formato tradicional da casa com telhado de duas águas, adotando uma abordagem contemporânea. O bloco do telhado repousa sobre um volume sólido, trazendo modernidade, equilíbrio e simplicidade. Em contraponto à forma original, a escolha de um telhado metálico substitui a telha tradicional, reforçando a estética atualizada, com o uso de materiais modernos e linhas arrojadas, mantendo a essência da arquitetura original.


O bloco mais sólido da residência é marcado por aberturas estrategicamente posicionadas, que garantem iluminação natural e ventilação, enquanto criam ritmo e leveza na fachada. A paginação dessas aberturas foi pensada com precisão, conferindo harmonia ao conjunto. A utilização de uma linha sutil na fachada delimita a transição entre os pavimentos, destacando a relação entre os dois volumes e evidenciando sua estrutura.


A Casa PAB é composta por uma combinação de elementos sóbrios e naturais, criando uma atmosfera harmoniosa. A ortogonalidade é um princípio constante no projeto, onde estruturas lineares se contrapõem a materiais orgânicos, como o piso de cacão em pedra, a madeira rústica e a vegetação que permeia o espaço, integrando-se de forma fluida ao ambiente.
O projeto visa criar um ambiente que reflita tranquilidade, com foco no conforto e na serenidade do interior. A casa de campo, com seu acúmulo de objetos, traduz a riqueza de histórias e memórias, remetendo ao passar do tempo e à acumulação de experiências vividas no espaço.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cabana Vermelha / Wiki World + Advanced Architecture Lab

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Cabana Vermelha é um projeto experimental do “Merryda Wiki World • Secret Camp”, localizado dentro de uma floresta de metasequoia habitada por aves migratórias, onde mais de uma dúzia de casas na árvore estão discretamente aninhadas. A cliente é uma senhora que também é dançarina e espera que o Wiki World possa personalizar uma cabana de férias na floresta. Este projeto também faz parte da iniciativa “Escola de Construção Wiki”, co-construindo com a natureza, representando mais uma tentativa da nossa equipe de explorar a diversidade dos espaços de vida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
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