Arquitetura
Casa Q / Yuanxiuwan Architect & Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está localizado em uma pequena vila perto da Estação de Metrô Hangtoudong em Pudong, Xangai. Na direção sudoeste, pode-se ver o transporte ferroviário elevado à distância. A leste, há uma propriedade vizinha, e a oeste, um rio. Do outro lado da margem do rio, existe uma densa floresta, com uma península sendo sua característica marcante. O que mais surpreendeu durante a primeira visita ao local não foi a paisagem pastoral, mas como o transporte ferroviário alternava de forma tão sonhadora entre áreas urbanas e rurais, como se estivesse viajando no tempo. A casa original, construída na década de 1980, estava em estado de deterioração, levando o proprietário a solicitar uma reconstrução para oferecer um espaço mais confortável e pacífico para seus pais.


De acordo com os documentos aprovados, a área da construção principal deveria ser limitada a 72,9 metros quadrados (8,1 x 9m), e a estrutura auxiliar a 30 metros quadrados. O volume principal é uma construção de dois andares, enquanto o espaço auxiliar possui um único andar. A fronteira sul do volume principal não pode exceder a casa do vizinho ao leste. O proprietário, que trabalha na cidade, retorna para viver com seus pais nos finais de semana ou feriados. Tanto os pais quanto o proprietário precisam de quartos independentes, enquanto o espaço auxiliar serve como um estúdio e escritório.


Divisão Espacial – O volume principal, o auxiliar e o hall de entrada principal dividem o estreito terreno norte-sul em seis áreas espaciais de densidade variável. O volume principal e a estrutura auxiliar cercam um pátio voltado para dentro, onde está plantada uma árvore que ecoa as do outro lado do rio. O hall de entrada e o volume auxiliar formam um pátio rebaixado no mesmo nível da estrada, que também serve como um espaço de estacionamento temporário. O hall de entrada, o espaço auxiliar e o volume principal se elevam em camadas, adotando uma postura humilde para acolher residentes e convidados. Uma árvore de caqui preservada preside o pátio sul, trazendo nova ordem ao espaço aberto. O eixo central do volume principal define zonas públicas e privadas: o lado leste abriga quartos, banheiros e um escritório—áreas mais silenciosas e privadas—enquanto o lado oeste, voltado para o rio, acomoda a área de jantar, a escada e a sala de estar do segundo andar, abrindo-se para o rio como uma zona pública.
Dobras – A estrutura auxiliar e o volume principal cercam o pátio interno. O pátio rebaixado, repleto árvores, é vantajoso para a coleta de água e drenagem durante a estação chuvosa em Xangai. O telhado do volume principal inclina-se para dentro em direção ao pátio para otimizar a luz. A laje final se volta para o leste e se eleva novamente, criando um diálogo harmonioso com a casa vizinha. O volume auxiliar inclina-se em direção ao pátio interno em uma forma curva, com a água convergindo desde todos os lados. O telhado em balanço do volume auxiliar, que se estende para o sul, forma a laje do segundo andar e continua para criar uma varanda, depois se dobra de volta para se fundir com o telhado. A interação das dobras entre o telhado, a laje e a parede cria uma tensão entre os espaços primários e secundários, superiores e inferiores, interiores e exteriores, permitindo múltiplas possibilidades narrativas.



Narrativa Espacial – Uma janela estreita e alongada no hall de entrada guia a direção do vento, enquanto um banco abaixo oferece um lugar para pausar. Os degraus ascendentes e uma plataforma externa à beira do rio atraem o olhar, onde uma vista emoldurada através do hall captura inesperadamente o transporte ferroviário que passa. Cinco portas amplas voltadas para o rio parecem acolher o morador, enquanto a árvore no pátio atua como um guia verde—sua ramificação esquerda apontando para o estúdio e escritório no espaço auxiliar, e sua ramificação direita levando às áreas de estar e jantar no volume principal.


Ao olhar para fora desde a sala de estar, percebe-se a árvore interagindo com a luz do sol, lançando sombras na parede leste, enquanto o telhado curvo do espaço auxiliar direciona suavemente a vista em direção ao céu do norte. A luz entra na sala de estar ao longo das paredes, guiando pela escada. Através de uma janela de canto, é possível ver a floresta, as terras agrícolas e a distante estação de trem, aproximando a cidade. As janelas do chão ao teto da sala de estar do segundo andar oferecem vistas panorâmicas do rio e da paisagem natural além dele. A varanda conectada ao quarto sul não apenas fornece sombra, mas sua moldura ampliada captura constantemente as cenas em movimento das terras agrícolas e do trem. A área de jantar se abre para a vista do rio e se estende em direção aos campos, tornando o espaço mais rústico e natural.



Padrão – As cidades se destacam por uma multiplicidade de padrões de vida e habitação, ao passo que o campo costuma seguir um único ritmo, mais uniforme. O trem ruidoso atravessa essas diferentes camadas e modos de viver, como se costurasse realidades distintas. Enquanto isso, esta casa constrói seu próprio padrão de vida — singular, alheio tanto às dinâmicas urbanas quanto à previsibilidade rural.


Arquitetura
Parque da Disney muda nome em Paris e prepara nova área de ‘Frozen’
O parque temático Walt Disney Studios Park, do complexo Disneyland Paris, na França, vai mudar de nome. A partir de 29 de março, o espaço paassa a ser chamado oficialmente de Disney Adventure World e terá uma área inteira dedicada a “Frozen” e uma atração de “Enrolados”. Inaugurado em 2002, o parque terá várias modificações.
O Adventure Bay, lago de 30 mil metros quadrados, receberá um show noturno com luzes e pirotecnia, e a Adventure Way, avenida principal com 14 experiências gastronômicas que ligará áreas temáticas e abrigará a atração familiar “Raiponce Tangled Spin”, inspirada em “Enrolados”. Os visitantes participarão de um festival de luzes.
A área temática inédita World of Frozen terá a Montanha Norte, com 36 metros de altura, junto do Palácio de Gelo da Elsa. A vila de Arendelle fica na base da montanha, equipada com uma praça central cheia de edifícios coloridos de inspiração nórdica e fontes d’água
Arquitetura
Casa da Sombra / Massive Order

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- Área:
400 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa da Sombra oferece uma resolução sofisticada para a tensão entre privacidade e iluminação natural — duas exigências frequentemente conflitantes, aqui harmonizadas por meio de um desenho preciso. A fachada leste é envolvida por um dispositivo em forma de véu que atua como tela de privacidade para o pátio rebaixado e para o “Grande Salão” no subsolo, ao mesmo tempo em que organiza a entrada da luz natural filtrada. Esse sistema de sombreamento, composto por elementos triangulares interligados, é coreografado para criar aberturas calculadas que permitem que a luz solar penetre seletivamente nos espaços de convivência ao ar livre.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Iate de Stefano Gabbana está à venda por R$ 335 milhões; veja por dentro
Os banheiros dos hóspedes também contam com torneiras de bronze em formato de gestos com as mãos, típicos da Itália. Uma sexta cabine está localizada logo atrás da cabine do capitão, no convés superior, e pode ser utilizada por hóspedes, tripulantes ou até mesmo transformada em sala de massagem.
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