Arquitetura
Casa Villaggio / Vox Arquitetura

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- Área:
460 m²
Ano:
2023

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, a Villaggio House foi concebida como um espaço de refúgio e reencontro. Projetada para uma família que busca na casa de praia mais do que descanso, o projeto propõe uma vivência centrada na convivência, no conforto e na relação fluida entre interior e exterior.


A arquitetura parte de uma organização precisa dos espaços, equilibrando integração social e privacidade. Volumes bem definidos, materialidade atemporal e soluções climáticas marcam a identidade do projeto, que responde com sensibilidade ao contexto costeiro de Xangri-Lá. A casa se apresenta como um abrigo contemporâneo, onde o tempo desacelera e o cotidiano se reconecta ao essencial.


Implantada no litoral norte gaúcho, a Villaggio House nasce como um refúgio de descompressão para uma família que busca no litoral não apenas descanso, mas reencontro e convivência. Com 460m² distribuídos em dois pavimentos, o projeto estrutura-se em torno de uma lógica clara: valorizar a experiência coletiva no térreo e a intimidade no pavimento superior.

O térreo propõe uma espacialidade fluida, onde estar e cozinha se fundem em um único gesto arquitetônico, prolongando-se naturalmente para a área externa gourmet. Neste espaço, a parrilla uruguaia, o forno de pizza e a piscina térmica não são meros complementos, mas verdadeiros elementos de cena que reforçam o caráter social do projeto.

No volume superior, encontram-se quatro das cinco suítes, sendo duas de fundos com acesso à sacada e as de frente protegidas por brises que garantem privacidade e filtram as relações com o entorno urbano. A quinta suíte, no pavimento térreo, destaca-se ao ser inserida no volume frontal em pedra, um gesto formal que ancora visualmente a fachada e atua como contraponto aos elementos metálicos e envidraçados.

Mais do que apenas responder aos desafios climáticos e às demandas programáticas, a Villaggio House assume um partido arquitetônico contemporâneo que privilegia acolhimento e atemporalidade. O projeto resiste à efemeridade das modas ao abraçar materiais honestos e soluções precisas, reafirmando o papel da arquitetura como mediadora entre espaço, tempo e habitar.
Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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