Arquitetura
Casa X / Cote Architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Eurotile, INAX, Kenwin

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada na área sul do bairro Vy Da, na cidade de Hue, Vietnã, a Casa X insere-se em um denso tecido urbano, cercado por hotéis, restaurantes, espaços para eventos e instalações esportivas. Em contraste com esse entorno vibrante, o projeto foi concebido como um ambiente calmo e equilibrado para uma jovem família de quatro pessoas, priorizando a tranquilidade espacial, o minimalismo, a eficiência de custos e a sustentabilidade a longo prazo. A Casa X é concebida como um refúgio arquitetônico, oferecendo uma pausa no ritmo urbano por meio da luz, do espaço e da contenção material.

A casa organiza-se em um terreno retangular por meio da sobreposição de dois volumes triangulares simétricos, deslocados ao longo de um eixo espacial em forma de “X”. Essa geometria definidora estabelece uma relação dinâmica entre cheio e vazio nos pavimentos térreo e superior. As funções fechadas — como dormitórios, salas de estudo, banheiros, áreas de armazenamento e closets — conformam as zonas sólidas, enquanto os espaços abertos e flexíveis — incluindo sala de estar, cozinha integrada à sala de jantar, pátios, galeria, biblioteca e áreas comuns — constituem o vazio, estimulando a interação e as experiências compartilhadas.



Esses volumes entrelaçados são contidos por uma concha monolítica de concreto armado, configurando o conceito de “casa dentro de uma casa”. O envoltório de concreto funciona como um buffer climático, protegendo o interior do intenso sol oeste e do clima tropical de Hue, ao mesmo tempo em que filtra a luz natural, a ventilação e a privacidade por meio de aberturas cuidadosamente posicionadas. A luz e as sombras em movimento animam as superfícies de concreto bruto, permitindo que os ocupantes percebam a passagem do tempo e as variações atmosféricas ao longo do dia. Juntos, luz e concreto compõem uma arquitetura silenciosa, que valoriza os espaços da galeria e favorece um modo de habitar contemplativo.




O eixo em forma de “X” também estrutura a circulação, conectando visual e fisicamente os vazios em múltiplos níveis, ao mesmo tempo em que emoldura vistas e cria profundidade espacial no interior do volume de concreto. Em vez de maximizar a área construída, o projeto prioriza deliberadamente os vazios — espaços destinados à leitura, à música, à contemplação e encontros familiares. Ao reduzir a área fechada em favor da abertura espacial, a casa alcança um desempenho ambiental superior, com ventilação controlada, iluminação natural abundante e um microclima mais confortável. Nesse sentido, menos área construída resulta em uma experiência de habitar mais rica.


A Casa X enfatiza durabilidade, acessibilidade e eficiência operacional. A estrutura monolítica de concreto aparente reduz a complexidade construtiva e as demandas de manutenção, ao mesmo tempo em que valoriza a estética crua do material. Estratégias de design passivo — como ventilação natural, otimização da luz solar e proteção térmica — diminuem a dependência de sistemas mecânicos, contribuindo para economia energética a longo prazo. O projeto demonstra como meios modestos, aliados a uma organização espacial cuidadosa e a um desenho sensível ao clima, podem gerar um lar sustentável e marcante em um contexto urbano denso.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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