Arquitetura
Centro de Trilhas Rytterknægten / Matters architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Centro de Trilhas Rytterknægten faz parte da iniciativa nacional Danish Trailcentres, uma rede de edifícios projetados para incentivar a atividade ao ar livre e ampliar o acesso à natureza em toda a Dinamarca. Assinado pelo escritório Matters em 2021 e concluído em 2025, o projeto foi promovido pela DIF e pela Lokale & Anlægsfonden, em colaboração com a prefeitura regional de Bornholm. Localizado no ponto mais alto da ilha de Bornholm — a 162 metros acima do nível do mar, no coração de Almindingen, a terceira maior floresta do país — o pavilhão oferece aos visitantes acesso privilegiado aos diferentes terrenos da ilha e à sua rica biodiversidade, por meio de miradouros e áreas de lazer.


O pavilhão de 100 m², construído em madeira, se eleva levemente acima do solo da floresta e é acessado por uma rampa inclinada. A estrutura inclui cozinha ao ar livre, sala de convivência com lareira, área para conserto de bicicletas, depósito de equipamentos e um ponto de informações — tudo pensado para atender desde visitantes ocasionais até grupos organizados. Com seu layout modular e foco no movimento, no descanso e no encontro, o projeto favorece uma experiência inclusiva e envolvente da paisagem florestal.

Discreto entre as árvores, o Centro de Trilhas Rytterknægten foi concebido para estimular um percurso natural e intuitivo pela floresta, despertando a curiosidade e incentivando a exploração dos arredores. O projeto representa uma abordagem cuidadosa de construção na natureza, pautada pelo respeito ao ambiente. Aqui, a arquitetura atua como mediadora entre a atividade humana e o meio natural. Em vez de dominar a paisagem, o edifício a complementa e valoriza, promovendo uma forma sustentável de vivenciar a floresta.

O planejamento cuidadoso impactou diretamente a maneira como a floresta passou a ser acessada e utilizada: mais pessoas conseguem desfrutá-la, mas de um jeito que protege o ecossistema. A sustentabilidade norteou todas as etapas do projeto, desde a escolha dos materiais e os métodos construtivos de baixo impacto até os detalhes mais específicos. Degraus de madeira do antigo vizinho, a Torre Rytterknægten, foram reaproveitados como bancos e mesas; a madeira utilizada veio de uma serraria local; e muitas das junções foram projetadas para desmontagem, facilitando a reciclagem no futuro.

Outro ponto essencial é o compromisso com a inclusão. O Centro de Trilhas Rytterknægten é aberto e acessível a todos, independentemente de origem, idade, habilidade ou experiência. Houve atenção especial à criação de um ambiente inspirador para crianças e famílias, com trilhas atrativas, instalações e elementos educativos que despertam a curiosidade e incentivam o brincar, o aprender e o descobrir em contato com a natureza. Ao aproximar as crianças da floresta desde cedo, cultiva-se uma conexão duradoura e um profundo respeito pelo ambiente natural. A natureza dinamarquesa precisa de mais proteção, mas também de oportunidades para que as pessoas a vivenciem e compreendam seu valor. O equilíbrio entre acesso e cuidado é fundamental para garantir espaço tanto às pessoas quanto à biodiversidade.


Essa abordagem inclusiva integra o objetivo central do projeto: tornar a vida ao ar livre mais acessível e atrativa por meio de equipamentos bem planejados e funcionais. Infraestruturas como esta estimulam a atividade física, o senso de comunidade e uma relação mais responsável com o meio ambiente, estabelecendo bases sólidas para a sustentabilidade ambiental e social.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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