Arquitetura
Clube Culinário e Campus Circular AIR / OMA + Zarch Collaboratives

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Como transformar a alta gastronomia de uma experiência exclusiva e passiva de consumo em uma jornada ativa e compartilhada? Seria possível ir além do prazer e inspirar reflexões mais amplas sobre alimentação e meio ambiente, como o uso responsável de ingredientes e o combate ao desperdício de alimentos? O escritório OMA foi convidado a projetar o espaço de preparo e degustação do AIR, em Cingapura, onde essas questões são abordadas.


O AIR está localizado em Dempsey Hill. Hoje um bairro conhecido por sua cena artística e estilo de vida, o local já foi uma plantação de noz-moscada no século XIX e um complexo militar entre as décadas de 1860 e 1990. O terreno do AIR é definido por uma área verde de 4.000 m² e pelo moderno CSC Dempsey Clubhouse, construído nos anos 1970 para lazer e atividades esportivas dos servidores públicos. A natureza local é preciosa: todas as árvores com troncos acima de um metro de diâmetro devem ser preservadas, conforme determina a legislação. Já o edifício do CSC Dempsey Clubhouse, por não ter valor histórico reconhecido, pode ser modificado livremente. Esse contraste levou a uma reflexão: será que devemos preservar apenas o que é considerado significativo e transformar todo o resto? Seria possível valorizar igualmente a natureza protegida e a construção ordinária por meio da arquitetura? No processo, optou-se por fazer intervenções mínimas, a fim de reduzir o desperdício na obra.

No projeto, a natureza existente e o CSC Dempsey Clubhouse tornam-se os elementos centrais. Uma das principais intervenções arquitetônicas é o caminho de 100 metros que conecta o prédio ao estacionamento principal de Dempsey Hill. Esse novo trajeto substitui um antigo caminho estreito e escondido, tornando o clube acessível. Com forma orgânica, o percurso remete à topografia natural e define duas zonas dentro da área verde: de um lado o jardim, do outro o gramado. A partir dele, os visitantes podem acessar diretamente o prédio reformado, que agora abriga o AIR. Também é possível se desviar por trilhas sinuosas dentro do jardim — a horta do AIR — onde é possível aprender sobre o cultivo de alimentos e degustar colheitas. Ou seguir até o gramado, onde ocorrem piqueniques e eventos variados. Ao longo do trajeto, pequenos pátios funcionam como áreas de descanso integradas ao gramado.

O clube é um edifício modernista de dois pavimentos com janelas em fita. No térreo, o novo caminho adentra o interior e define os fluxos de circulação. A principal área de refeições se abre para o gramado. Graças a uma fachada frontal retrátil, o andar térreo antes fechado se transforma em um espaço semiaberto com terraços conectados ao gramado, criando uma atmosfera informal para as refeições. Nos fundos está a cozinha aberta, onde o preparo dos pratos se torna visível para todos. No andar superior, a fachada original foi substituída por painéis de vidro, criando um espaço interno com vista para o gramado. Ali, os visitantes encontram um ambiente mais íntimo para refeições e um laboratório de pesquisa e experimentação com ingredientes, muitas vezes inusitados. Nos fundos, uma escola de culinária permite que todos compartilhem técnicas e saberes ligados aos ingredientes cultivados no jardim.


Outra intervenção importante é o cilindro. Ele concentra os espaços de serviço e apoio, como escadas (para público e funcionários), bar, cozinha e casa de máquinas. Posicionado na parte posterior do prédio, distante da fachada principal, o cilindro indica a convivência entre o novo e o existente. Os móveis e acabamentos do AIR foram desenhados por Andreu Carulla a partir de madeira reciclada e garrafas plásticas (PEAD) reaproveitadas de uma instalação artística, além de isopor — material amplamente usado em embalagens descartáveis. Esses elementos refletem o espírito do AIR: descobrir valor e beleza naquilo que costuma ser visto como resíduo.

Com hortas, piqueniques, caminhadas, preparo de alimentos, oficinas e refeições acontecendo simultaneamente em diferentes espaços, o AIR se configura como um verdadeiro campus gastronômico, onde a experiência tradicional da alta gastronomia é reinventada: em vez de comensais passivos sendo servidos, os visitantes são exploradores ativos, que comem bem, se divertem e aprendem. Uma nova cultura culinária, mais informal e criativa, está sendo construída.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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