Arquitetura
Colégio Magnum Unidade Lourdes / BIRI + Chico Albano

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
4320 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Metadil Móveis, Novidario, Tablo Corporativo

Descrição enviada pela equipe de projeto. O Colégio Magnum Unidade Lourdes, localizado nas proximidades da Praça da Liberdade, ocupa um edifício emblemático desenhado por Edison Musa na década de 1980, originalmente projetado para abrigar um banco. A revitalização desse prédio representou um desafio significativo: preservar seu valor histórico e arquitetônico, ao mesmo tempo em que foi adaptado às demandas de uma escola contemporânea. O resultado é um espaço que se abre para a cidade com áreas de convivência e lazer, sem abrir mão de um ambiente seguro e acolhedor para alunos e colaboradores.


Para valorizar ao máximo a luz natural, foram instalados painéis de vidro fixos nas partes superiores das divisórias das salas de aula. Essa solução permite que a iluminação natural alcance os corredores e pátios internos, criando uma atmosfera agradável. O conforto acústico foi cuidadosamente planejado, com a instalação de forros acústicos e paredes duplas de gesso, garantindo ambientes ideais para o aprendizado.


Cada pavimento recebeu uma cor distinta, aplicada tanto nas paredes quanto nas tubulações aparentes. Essa escolha reforça a identidade visual de cada andar e facilita a orientação de alunos e professores pelos espaços. As estruturas originais do edifício foram mantidas expostas, transformando o próprio prédio em um “terceiro professor” — conceito que reconhece o ambiente como um agente ativo na experiência educativa, estimulando a curiosidade e o aprendizado através da arquitetura.


No auditório, as icônicas longarinas de Sérgio Rodrigues foram preservadas e restauradas. O espaço também recebeu melhorias nos acessos, além de inserção de cor (um novo carpete e pintura no teto), que conferem acolhimento e conforto acústico. Nos laboratórios localizados no subsolo e nas salas do ensino infantil, foram projetadas aberturas de diferentes dimensões, promovendo integração visual e funcional entre ambientes, sem comprometer a fluidez dos espaços. Ainda no subsolo, foi criada uma quadra coberta voltada para o ensino infantil, estrategicamente posicionada próxima às salas de aula para facilitar o acesso dos pequenos.

O bloco do ensino infantil conta com um acesso independente, em destaque por seu volume azul. O espaço inclui rampas acessíveis e platôs onde as crianças podem brincar, cuidar das hortas e desfrutar do sol em segurança. A biblioteca se destaca pela marcenaria amarela que a delimita, criando uma transição visual e física com a área de circulação do pavimento. O mobiliário acolhedor convida alunos e colaboradores ao descanso e à leitura durante os intervalos.


Por fim, o terraço foi transformado em uma praça esportiva e de convivência, com vista para a cidade e ampla incidência de luz natural — um verdadeiro espaço de respiro e integração. O projeto não apenas respeitou e valorizou a história do edifício, como também trouxe inovação, funcionalidade e um novo olhar sobre o papel da arquitetura no ambiente escolar. O resultado é uma escola dinâmica, inspiradora e profundamente conectada com a cidade e com quem a habita.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Estúdio em Gushichan / Studio Cochi Architects

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Este edifício é a nova sede do nosso escritório de arquitetura e da nossa oficina de carpintaria. Por que nós, um escritório de arquitetura, decidimos criar uma oficina de marcenaria? Em Okinawa, tornou-se comum que muitos edifícios comerciais utilizem estruturas de concreto armado combinadas com caixilhos de alumínio. No entanto, em grande parte de nossos projetos, optamos por projetar e instalar caixilhos de madeira nas aberturas — elementos com os quais as pessoas entram em contato direto no cotidiano e que influenciam significativamente a qualidade do espaço.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


